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Um policial militar e um suspeito de tráfico de drogas foram assassinados, na tarde desta sexta-feira (10), nas imediações do bairro Santa Clara, em Itabuna. De acordo com as primeiras informações, as vítimas se deslocavam da fazenda para o centro de Itabuna quando foram atacadas por homens armados.

Pelo menos outros três homens conseguiram fugir do ataque, mas o policial militar Gilvan Souza e outro homem, identificado como Paulo Filho, foram atingidos e morreram no local. Paulo Filho foi preso no ano passado acusado de participação em um assalto a um lava jato. Ele também era suspeito de tráfico de drogas.

No local onde os homens foram executados, os policiais encontraram um veículo Saveiro, placa PKO-9154, com várias perfurações.Foram encontradas ainda várias cápsulas e uma arma que podem ter sido usadas pelas vítimas na troca de tiros com os homens que atacaram.

Carro também foi alvo de ataque dos rivais no Santa Clara, em Itabuna

O policial Gilvan era morador do bairro São Pedro, em Itabuna, mas estaria lotado em Ubaitaba. O ataque ocorreu na estrada que liga o bairro Santa Clara e a localidade conhecida como Ribeirão dos Cachorros.Leia Mais

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A Polícia Federal (PF) deflagrou na manhã desta quarta-feira (23) a 67ª fase da Operação Lava Jato, denominada Tango & Cash. Para investigar um grupo de empresas que se juntaram em uma espécie de “clube” para vencer fraudulentamente licitações de grandes contratos com a Petrobras. A partir de 2006, segundo a PF, o clube chegou a ser composto por 16 grupos empresariais.

“A fim de dar aparência de licitude ao pagamento de propinas, o grupo empresarial investigado repassava valores via empresas offshore a ex-diretores e ex-gerentes da Petrobras, mediante a celebração de contratos fraudulentos de assessoria/consultoria. Um dos ex-diretores da estatal recebeu, entre 2008 e 2013, US$ 9,4 milhões, percebendo parcelas de propina mesmo depois de ter deixado o quadro da empresa em 2012”, diz a PF.

Policiais Federais cumprem 23 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, do Rio de Janeiro e Paraná. A Justiça determinou também o bloqueio de ativos financeiros dos investigados no valor aproximado de R$ 1.7 bilhão.

De acordo com as investigações, suspeita-se de que propinas pagas em obras pela empresa envolvida nessa fase seria de 2% do valor de cada contrato, o que pode ter gerado o pagamento de R$ 60 milhões em propina.

Os mandados judiciais foram expedidos pela 13ª. Vara Federal de Curitiba e objetivam a apuração de crimes de corrupção ativa e passiva, além de lavagem de capitais.

Segundo a PF, o nome da operação, Tango & Cash, faz referência aos valores de pagamento das propinas e ao fato de que a empresa envolvida na investigação pertencer a um grupo ítalo-argentino.