Tempo de leitura: < 1 minuto

 

Foi assim que, em tempo recorde, conseguimos produzir vacinas e estancar a crise.

 

Rosivaldo Pinheiro

Mais um ano se encerra e, neste período, as frases e falas sempre trazem fraternidade, alegria e energia positiva. O ideal seria se esse clima permanecesse durante todos os dias do ano. É a máxima: se queremos um mundo melhor, primeiro, precisaremos ser melhores indivíduos.

Esse 2023 foi o ano da volta à vida normal, após as incertezas provocadas pela Covid a partir de 2020. Naquele período, vivemos dias terríveis, um enredo extremamente difícil, de muitas despedidas. Importante fazermos essa lembrança para observarmos que, passado o ponto fulcral do vírus, muita gente parece não ter lembrança do quão sofríveis foram aqueles dias, de incertezas em relação ao futuro da nossa vida em sociedade.

Umas das grandes lições que podemos tirar dessa crise de saúde é o fato de que soluções para um grande problema exigem compartilhamento de conhecimento e concentração de esforços. Foi assim que, em tempo recorde, conseguimos produzir vacinas e estancar a crise.

Essa reflexão nos desafia a melhorar a nossa relação com o meio ambiente, com o combate à fome e outras chagas humanas. Que possamos manter viva a chama da esperança na busca pela superação das mazelas humanas, bem como que a energia do pedido de Natal e Ano Novo possa se estender por todo o ano de 2024. Saúde, amor e paz!

Rosivaldo Pinheiro é comunicador, economista, especialista em Planejamento de Cidades e secretário municipal de Governo.

Panorâmicas das cidades de Ilhéus e Itabuna em fotos de José Nazal e PMI
Tempo de leitura: 2 minutos

 

O pensar territorial oportunizará para todas as cidades o direito ao crescimento e desenvolvimento. Do contrário, haverá permanente migração de populações das cidades menores para as maiores na busca por melhores condições de vida

 

Rosivaldo Pinheiro

É cada vez mais imperioso que pensemos as nossas cidades contemplando as necessidades mais importantes à luz do seu potencial. Pensá-la dissociada do território é, na verdade, não entender esse lugar de fala dentro do processo de organização de cada município e, evidentemente, da região e das interdependências que eles têm naquele território.

É necessário que entendamos a necessidade de organização política e planejamento de uma região. Ou seja, entender a territorialidade para que, a partir dela, cada cidade possa intensificar os seus diferenciais, agregando novas perspectivas para a sua economia.

O pensar territorial oportunizará para todas as cidades o direito ao crescimento e desenvolvimento. Do contrário, haverá permanente migração de populações das cidades menores para as maiores na busca por melhores condições de vida, gerando, em consequência, problemas como encolhimento e inchaço das cidades, respectivamente. Esse movimento dificulta a implantação de políticas públicas.

É importante que cidades como Itabuna e Ilhéus estejam irmanadas, funcionando como fios condutores e que, a partir desta simbiose, a região se fortaleça, possibilitando que todos ganhem. Esse pensamento nos permitirá avanço ao ponto de conseguirmos melhorar as nossas representações políticas, elegendo parlamentares estaduais e federais que tenham uma visão de unicidade de pensamento global. A eleição desses líderes dará maior força para trabalharmos pautas importantes para o Litoral Sul, superando os projetos individuais de poder. Nessa sistematização política, o que valerá é o voto de defesa da região, caminho único para continuarmos avançando e superarmos nossos atrasos históricos.

Rosivaldo Pinheiro é comunicador, economista, especialista em Planejamento de Cidades e secretário de Governo de Itabuna.

'Arraiá' do Ita Pedro atrai milhares de pessoas por noite em Itabuna || Foto Divulgação
Tempo de leitura: 2 minutos

 

A valorização do Itapedro e das demais ações que estamos presenciando requer do poder público ainda mais esforços para alterar o ambiente de negócios.

 

Rosivaldo Pinheiro

A cidade de Itabuna é conhecida e reconhecida como a cidade do comércio e do serviço. Aqui também nós temos um polo de educação e de saúde e precisamos avançar na missão de deslanchar o turismo no município. Além de negócios, temos vários elementos históricos, culturais e naturais que podemos trabalhar de forma integrada para que possamos gerar uma cidade de novas possibilidades.

Tivemos agora o Itapedro, um evento que significa estabelecer para a cidade uma marca reconhecida e um produto forte no calendário nacional. Alguns, que ainda não têm compreensão plena dessa conquista, questionam, mas já podemos comemorar os resultados desta edição do Itapedro, que não só movimenta a cadeia do Turismo, mas também é uma festa inclusiva, que atinge uma série de outros segmentos que se integram e impactam nos mais variados setores econômicos. Por exemplo, por trás de um show existe uma vasta contribuição de profissionais, que vão desde a montagem das estruturas e sonorização a recursos pirotécnicos para que possam dar brilho aos dançarinos e ao artista principal.

É preciso que tenhamos uma maior compreensão do significado do Itapedro para Itabuna. É claro que temos que ampliar as discussões e melhorá-lo cada dia mais. Para isso, é preciso um olhar integrado, envolvendo poder público, sociedade civil e setor privado. Nosso evento já nos permite, na sua segunda edição, vislumbrar fazer parte do calendário nacional, porque esse ano, no calendário do Nordeste, ele já entrou.

Não à toa, a Rede Bahia, afiliada da Rede Globo de Televisão, transmitiu nossa festa ao vivo, bem como diversos outros veículos da Bahia e do Brasil fizeram uma megacobertura, destacando a importância do evento. O fato é que o Itapedro já é um caso de sucesso. Por tudo isso, é importante fazer esse destaque porque quase sempre elogiamos eventos de outros municípios, bem como há sempre quem diminua nossa importância, atribuindo a outras cidades e regiões melhor qualidade em tudo.

Precisamos nos apropriar desses momentos e feitos, perceber as nossas mudanças e elevar os nossos olhares e a autoestima. Se a cidade hoje contabiliza uma redução populacional – o que não deve ser na plenitude do censo realizado pelo IBGE, pois ainda falta o instituto entregar para nós as informações estratificadas dos números levantados, para, então, o município poder fazer as devidas apurações -, a valorização do Itapedro e das demais ações que estamos presenciando requer do poder público ainda mais esforços para alterar o ambiente de negócios. E o setor privado, apropriando-se dessa mudança, cumprir o seu papel na ampliação dos seus investimentos. Essa engenharia permitirá com que a cidade atraia novas oportunidades para a ampliação do seu PIB, gerando crescimento com desenvolvimento.

Rosivaldo Pinheiro é economista, comunicador, especialista em Planejamento de Cidades e secretário de Governo de Itabuna.

Rosivaldo diz que município poderá solicitar conferência, caso seja confirmada a redução populacional
Tempo de leitura: 2 minutos

 

A cidadania precisa também alcançar a ponta dos nossos dedos no ambiente volátil das redes sociais. É preciso cada vez mais conexão entre cérebro, tecnologia e cidadania.

 

Rosivaldo Pinheiro || rpmvida@yahoo.com.br

Falar sobre qualquer tema é sempre um misto de satisfação e possibilidade de contraposição, principalmente nos tempos atuais, em que as redes sociais acabam sendo o ponto de encontro para embates ásperos, quase sempre abrindo espaço para a covardia se manifestar de maneira mais altiva. O que seria para uso de forma mais efetiva e produzir inclusão, possibilitando avanço acaba derivando para um ambiente onde a parte mais negativa do comportamento humano se revela.

Uma sociedade que vive sobre os pilares do ódio e da desinformação não pode falar de cidadania de forma mais aprofundada. É preciso que não se confunda liberdade de expressão com permissão para ofensa. Não é razoável que as fake news gerem riqueza para alguém enquanto impõem prejuízos para muitos, e, ainda assim, continuamos vendo a circulação em milhões dessas desinformações. As grandes plataformas precisam estabelecer regras e conter a prosperidade desses operadores.

Não dá para permitir a permanente prática de crimes, o incentivo ao ódio e a sensação de terra sem lei. Não parece algo difícil de ser controlado, vez que tudo e todos estão sob o controle dos algoritmos, sendo, portanto, perfeitamente possível que haja intervenção imediata por parte dessas empresas sobre os conteúdos postados e sinalização aos órgãos de justiça e a consequente punição para os que agem contra a cidadania.

Essa é uma reflexão que precisamos fazer de forma permanente, inclusive praticando a vigília diária dos nossos comportamentos e de tudo que compartilhamos nas redes e nos aplicativos de mensagens como WhatsApp e Telegram.  Precisamos usar o mesmo conceito que conhecemos: só existe o roubo porque existe alguém se beneficiando do produto, então, só existirá o produtor de fake news se houver quem aceita, acredita e compartilha, quer seja por desconhecimento ou por má-fé. A cidadania precisa também alcançar a ponta dos nossos dedos no ambiente volátil das redes sociais. É preciso cada vez mais conexão entre cérebro, tecnologia e cidadania.

Rosivaldo Pinheiro é comunicador, economista e secretário de Governo de Itabuna.