Bairro Nova Califórnia, em Itabuna, é uma das localidades contempladas pelo programa Periferia Viva || Foto PMI
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O Ministério das Cidades selecionou propostas para obras de melhorias habitacionais em comunidades de Ilhéus e Itabuna dentro do programa Periferia Viva – Reformas nº 01/2025. O PIMENTA teve acesso à relação.

A Pasta aprovou quatro propostas em Ilhéus. A empresa ABM Agrimensura Ltda teve selecionado projeto para o bairro Teotônio Vilela, com previsão de atendimento a 140 domicílios. O Instituto Social Universo aparece como proponente da proposta para o Alto Bela Vista, no Nelson Costa, voltada para 30 moradias.

Já a Lex Construtora Ltda teve aprovados os projetos para as comunidades do Boa Vista, Mambape e Paraguai (Nelson Costa), com 120 domicílios, e Rua da Palha, com mais 140 unidades habitacionais beneficiadas.

ITABUNA

O programa do governo federal comtemplou três propostas em Itabuna. A Lex Construtora Ltda teve selecionados os projetos do Nova Califórnia, com 120 domicílios, e do Santa Inês, também com 120 moradias previstas. Já a Grau Engenharia e Arquitetura Ltda foi habilitada para executar melhorias em 86 habitações no bairro Novo Horizonte.

Segundo a portaria, o programa prevê intervenções como instalação de caixas d’água, construção e reforma de banheiros, fossas sépticas, melhorias hidrossanitárias e outras adaptações estruturais nas residências atendidas.

O Ministério das Cidades informou que as propostas selecionadas em todo o país somam 485 projetos e abrangem mais de 30 mil domicílios.

Serviço iniciado nesta quarta-feira (15)
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A Empresa Municipal de Águas e Saneamento de Itabuna (Emasa) iniciou hoje (15) a troca de parte da rede de esgotamento sanitário da Rua Humberto Campos, no Bairro Santa Inês.

Conforme a empresa, o serviço consiste na substituição do esgotamento sanitário condominial, que usa tubos de 100 mililitros, pelo sistema convencional, cujo diâmetro da tubulação é de 150 milímetros. O aperfeiçoamento da rede vai beneficiar 6 famílias de forma direta, além de reduzir o risco de vazamentos.

O gerente de Saneamento da Emasa, Inácio Soares, explica que os tubos de 100 mililitros não são adequados para o uso nesse tipo de rede, pois suportam carga menor do que a determinada por normas técnicas do setor. “Em determinados casos, quando há um serviço desobstrução ou de extravasamento de esgotos, avaliamos a situação. E havendo a ocorrência, é mais viável fazer a substituição total da rede”, complementa.