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Unidade de Saúde de Banco Central está praticamente fechada (Foto Leitor).
Unidade de Saúde de Banco Central está praticamente fechada (Foto Leitor).

Moradores de Banco Central se queixam do descaso do prefeito Jabes Ribeiro. “Hoje as pessoas estão se virando de qualquer forma para garantir a saúde,  tomando chá de ervas, remédios indicados por amigos e parentes, e, no último caso quando está no limite, se vira pelos quatro cantos e arruma uma quantia de R$ 200,00 para ser conduzido até Ilhéus”, informa uma das vítimas.

Também é constante a quebra de veículo devido à falta de manutenção da estrada, o que compromete a atenção ao adoentado. Pra completar o cenário de caos, o posto de saúde quase não funciona.

O morador abandonado da comunidade ilheense também se queixa do secretário de Interior, José Victor Pessoa. “Quando o secretário fez uma visita ao distrito, prometeu que, de imediato, iria colocar um veículo à disposição da saúde [para] casos de urgência e emergência”.

Sem ver a promessa ser cumprida, moradores procuraram o “Homem das Promessas”. A resposta: “disse que isso só poderia ser resolvido depois que a greve acabar. Agora tudo que se pede, que se reivindica, como resposta se tem: “só depois que a greve acabar””.

Dureza…

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Moradores de Banco Central, distrito de Ilhéus, estão entregues à própria sorte. A estrada encontra-se intransitável, o posto de saúde não funciona, não há policial na comunidade, o lixo não é recolhido e o mato toma conta da sede. Para completar, moradores reclamam que as crianças estão caminhando oito quilômetros por dia para assistir uma aula – quando há.
Vida sofrida.

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Todas as cédulas em real vão mudar de 'cara'.

O Conselho Monetário Nacional aprovou hoje, em reunião extraordinária, o lançamento da segunda família de cédulas do Real.

A nova séria de notas entrará em circulação gradualmente até 2012, mas as notas em circulação continuação a valer até a substituição integral.

Lançada em julho de 1994, a série de cédulas atual permaneceu praticamente inalterada por 15 anos, informa o Banco Central.

As novas cédulas dificultam falsificações, acredita o BC, e também facilita a identificação por parte de deficientes visuais, por exemplo.