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MEC libera bolsa permanência para estudantes índios e quilombolas|| Foto Divulgação

Depois de sofrer pressão, o Ministério da Educação anunciou a abertura de novas vagas do Programa Bolsa Permanência (PBP) para estudantes de etnias indígenas e quilombolas. A previsão do MEC é de 2.500 novas bolsas possam ser concedidas aos alunos matriculados em cursos de graduação presencial, ofertados por instituições federais de ensino superior.
As inscrições deverão ser feitas pelo site do Sistema de Gestão da Bolsa Permanência (SISBP), no período de 18 de junho a 31 de agosto. As instituições federais de ensino superior farão a análise da documentação comprobatória de elegibilidade dos estudantes ao programa e a aprovação dos respectivos cadastros no sistema de gestão entre os dias 18 de junho e 28 de setembro.
O valor da bolsa para os estudantes indígenas e quilombolas é de R$ 900. Para este ano, o programa está atendendo cerca de 10 mil indígenas e quilombolas. Estão garantidos ao PBP recursos na ordem de R$ 150 milhões em 2018.
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O Ministério da Educação lançou, ontem, um programa de bolsa-permanência destinado a estudantes de universidades e institutos federais  com renda inferior a 1,5 salário mínimo e que estudem em cursos com carga de, pelo menos, cinco horas diárias.
As bolsas variam de R$ 400,00 a R$ 900,00 (esta voltada a indígenas e quilombolas) e serão sacadas por meio de cartão magnético em agências do Banco do Brasil e rede compartilhada.
À Agência Brasil, Speller informou que o cadastramento será online, com duração permanente e atualizado a cada mês pelas universidades. A iniciativa do Governo Federal integra o Programa Nacional de Bolsa Permanência.

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A julgar pelas críticas na internet, a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) precisa aprimorar a conferência dos dados de quem disputa bolsa-permanência e auxílio moradia oferecidos pela instituição. Estudantes relatam casos de quem tem renda familiar entre R$ 3 mil e R$ 4 mil e mesmo assim conseguiu auxílio.
Oficiosamente, sabe-se que a instituição abrirá processos administrativos para investigar alunos que prestaram declarações falsas para disputar bolsas.