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Cláudia “criou” nova moeda em Porto Seguro.

Eleitor baiano é assim: sofre, mas goza!

Desde o sucesso do “Vídeo do Agulhão”, estrelado pela deputada e candidata a prefeita Cláudia Oliveira (PSD), os nativos trocaram o nome da moeda oficial na paradisíaca Porto Seguro. O Real deu lugar ao Agulhão.

Se o caríssimo leitor ouvir 49 agulhões e 50 robalos, fique frio. Basta abir a carteira e desembuchar R$ 49,50 que fica tudo certo…

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Cláudia contando o desvio do “bilhão”.

A deputada estadual baiana e candidata a prefeita de Porto Seguro, Cláudia Oliveira (PSD), é destaque em mídia nacional nesta quinta, 23. Ela aparece em vídeo afirmando que desviaria metade da verba para uma obra no segundo principal destino turístico do estado. Cláudia fala em tom de galhofa, mas o jornal O Globo diz que o histórico dela e do esposo, Robério Oliveira (PRTB), não recomenda qualquer menção a desvios.

– Estou visitando aqui meu povo, povo da periferia. Eu colocarei emendas, farei projeto para uma ponte que vai beneficiar aqui toda a comunidade. Uma ponte onde serão investidos dois bilhões. Um bilhão eu fico.

O vídeo foi gravado pelo próprio esposo, que é prefeito de Eunápolis e responde a dezenas de processos por superfaturamento e desvio de dinheiro. A deputada, que responde a processo por compra de votos em Buerarema em 2010, se defende e afirma que houve montagem. Mas a candidata não cumpriu a promessa de fornecer a íntegra da filmagem que poderia comprovar que a fala dela foi editada. Cláudia é considerada favorita na sucessão em Porto Seguro e lidera pesquisa de intenções de voto.

Confira a reportagem d´O Globo e assista ao vídeo

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Cláudia, ladeada por Robério e Dé: ampliação da base.

A deputada estadual Cláudia Oliveira nem bem assumiu o mandato e já articula a ampliação de sua base política. As articulações começaram já nesta quarta-feira, 2. A parlamentar do PTdoB recebeu o apoio de José Hélio dos Santos, o Dé (PRP), ex-presidente da Câmara e ex-prefeito de Barro Preto.

Dé tenta reaver o mandato de vereador, após ser cassado em junho do ano passado. Seguindo orientação do prefeito de Eunápolis, Robério Oliveira,  José Hélio contratou o advogado Bruno Adry, que ingressará com ação rescisória na próxima semana para que Dé possa voltar à Câmara.

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O deputado federal Jutahy Júnior pode, realmente, desconhecer a máquina de compra de votos operada em Buerarema e cercanias no dia 3 de outubro. Mas há quem, no afã de defender o parlamentar – que sempre teve conduta elogiável no quesito ética -, demonstre total desconhecimento sobre o “começo de tudo”: dia 3 de outubro. A Polícia Federal cumpriu o seu dever e averiguou informações sobre o esquema no município.
As provas encontradas naquele dia: R$ 40 mil em dinheiro, lista de eleitores e cabos eleitorais encontradas em residências dos ex-secretários municipais Eribaldo Lima e Paulo Reis, além do baculejo na casa do ex-prefeito Orlando Filho. Daí em diante, a polícia operou escutas telefônicas e atribui ao ex-prefeito o comando da operação de compra de votos.
Na entrevista concedida ao PIMENTA ontem, Orlando foi enfático quanto à “pirotecnia” do caso e descarregou no juiz Antônio Hygino (reveja aqui), mas não contestou que pessoas ligadas a ele tenham operado o esquema de compra de votos em favor dos seus candidatos Jutahy Júnior e Cláudia Oliveira.

Robério, Jutahy, Cláudia e Orlando em comício no município.

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Ex-prefeito Orlando Filho é investigado pela PF.

A operação deflagrada pela Polícia Federal nesta quinta-feira, 9, em Salvador, Itabuna e Buerarema visou coletar mais provas de crime eleitoral cometido no município de Buerarema no dia 3 de outubro em favor dos candidatos a deputado Jutahy Jr (PSDB) e Cláudia Oliveira (PTdoB) – e, sabe-se agora, também os candidatos derrotados Heraldo Rocha (estadual-DEM) e Benito Gama (federal-PMDB).
No dia 3 de outubro, a Polícia Federal apreendeu R$ 40 mil em espécie e efetuou a prisão do ex-secretário de Administração e Finanças do governo local, Eribaldo Lima, além dos também ex-secretários  Paulo Reis e Gilberto Magno de Lima, o Maru, que ocupavam os cargos de primeiro escalão durante os governos de Orlando Filho.
Hoje, a polícia efetuou prisões de mais gente que, no decorrer das investigações depois das prisões e apreensões de 3 de outubro, teriam ligações com o esquema de compra de votos, a exemplo dos vereadores Roque Borges e Marlúcia Guirra (leia mais aqui). O ex-prefeito Orlando Filho também está na Polícia Federal em Ilhéus.
APOIOS
Cláudia Oliveira e Jutahy Júnior foram os candidatos de Orlando Filho em 3 de outubro passado. Cláudia é prima de Orlando. O ex-prefeito pertence ao mesmo partido de Jutahy.
O deputado Heraldo Rocha – que tentou reeleição e perdeu – sempre teve ligações estreitas com Buerarema e apoiou os dois mandatos de prefeito de Orlando. Todos os candidatos envolvidos negam relação com a compra de votos.