Alunos do CBI durante ensaio de apresentação do Colheita de Vidas || Foto Divulgação
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O Colégio Batista de Itabuna (CBI) promove, na próxima quinta-feira (6), às 19h, no Teatro Candinha Doria, a culminância do projeto Colheita de Vidas: frutos da terra, frutos do espírito, desenvolvido ao longo do ano letivo de 2025 pelos alunos da instituição.

A atividade reunirá estudantes de diversas séries, que irão apresentar o resultado das ações realizadas durante o projeto. De acordo com a diretora do CBI, professora Graça Guimarães, o trabalho foi construído de forma coletiva e significativa.

“Durante este ano, caminhamos juntos na construção de um projeto que nos convidou a semear, cuidar e colher. Nossos estudantes puderam ver, sentir e viver os frutos da terra — aqueles que nascem do trabalho, do cuidado e da criação de Deus — e também os frutos do espírito, que florescem dentro de nós: amor, alegria, paz, paciência, bondade, fidelidade e domínio próprio”, destacou.

Segundo a diretora, a culminância representará colheita de aprendizados. “Será um momento para partilhar aquilo que vimos brotar em cada coração ao longo do ano: vidas frutificando para o bem, para o outro e para Deus”, completou Graça Guimarães.

Livros arrecadados durante campanha são enviados para o Rio Grande do Sul
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Gilvan Rodrigues

Liderada em Itabuna pelo Centro Cultural Teosópolis (CCT), a Campanha A Ponte, de arrecadação de livros para a reconstrução das bibliotecas escolares do Rio Grande do Sul, enviou milhares de obras destinadas ao acervo literário dos gaúchos.

A campanha atendeu a um apelo do escritor gaúcho Eliandro Rocha, que, apoiado pela Câmara Rio Grandense do Livro, pediu o apoio dos brasileiros para a recuperação do acervo literário do Rio Grande do Sul, atingido pelas chuvas.

Em Itabuna a campanha contou com o apoio de várias instituições, como o Colégio Batista de Itabuna (CBI), Igreja Batista Teosópolis, Centro Integrado Oscar Marinho Falcão (CIOMF), Setorial de Literatura do Conselho de Cultura de Itabuna, Projeto Alvorecer e Editora Via Literarum.

Na quarta-feira da última semana, foram enviadas 80 caixas de livros doados pela comunidade itabunense, que demostraram solidariedade com os irmãos gaúchos.

SOLIDÁRIOS

Pessoas anônimas e outros ligados a literatura participaram da campanha. Dos exemplos o escritor e jornalista Daniel Thame, que doou cerca de 200 livros. E um gaúcho radicado há 30 anos em Itabuna, o sociólogo Agenor Gasparetto, escritor e professor aposentado da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc).

Ele doou mil livros do seu catálogo, por meio da sua editora, a Via Litterarum, para ajudar a reconstrução das bibliotecas gaúchas destruídas pelas chuvas. “Estamos cumprindo nossa função social e cultural”, afirmou Gasparetto sobre a doação.

A professora Janete Macedo, coordenadora do Centro Cultural Teosópolis e articuladora da campanha em Itabuna, expressou sua satisfação com o sucesso da iniciativa.

“Os itabunenses mais uma vez mostraram sua solidariedade. Recebemos muitos livros e estamos prestando contas do que foi arrecadado. Agradecemos profundamente pela contribuição e pelo apoio”, declarou Janete, conhecida pelo seu engajamento na vida cultural da região sul da Bahia, ao acompanhar pessoalmente o embarque dos livros.

Maíra, Ana, André, Mariana e Igor estudaram no CBI e se destacaram no Enem 2022
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Estudantes de Itabuna não escondem a satisfação com o desempenho na prova de Redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2022. Com notas altas, eles contam como se prepararam para as provas e destacam a importância do apoio da família para a jornada de sucesso nos estudos.

Um dos exemplos é o de Maíra dos Santos Correia, de 18 anos, que obteve 980 pontos na redação do Enem e pretende estudar Enfermagem. “Meus pais foram incríveis. Quando mais precisei, eles estavam ao meu lado, vibrando ou chorando comigo”, disse, emocionada. O curso de Redação que fez com a professora Érika Pitombo também foi decisivo, segundo ela. “A professora passava alguns temas diversos e nós praticamos. Melhorei muito minha redação”.

Já André Gustavo, de 18 anos, obteve 900 pontos na redação do Enem e explicou a importância dos momentos de lazer para aliviar a rotina de estudos. Ele estudava de manhã no Colégio Batista de Itabuna e, à tarde, reforçava as lições em casa. “Em seguida, ficava um período livre para poder descansar a mente e assimilar o que tinha estudado”, disse. Às segundas, também fazia o curso de Redação com a professora Érika Pitombo.

APOIO FAMILIAR

De olho em uma vaga no curso de Medicina, Igor Lukas Andrade Neves, 18, bateu 900 pontos no Enem. Segundo ele, não tem mistério: o resultado veio com muito estudo. “Realmente, a receita é estudar, focando nos pilares de cada matéria que sempre estão presentes na prova. E em relação à redação, é a prática que leva ao aperfeiçoamento”, resumiu.

Dona de 940 pontos na prova de redação do Enem, Marianna Brito Guimarães, 18, concluiu o ensino médio no CBI e também pretende estudar Medicina. Para ela, os professores fizeram trabalho excepcional na preparação dos estudantes. “Considero que todos podem obter bons resultados de diferentes maneiras. O imprescindível é se manter informado e buscar sempre aumentar seu repertório cultural, otimizando seu tempo de lazer, seja por meio de livros, músicas, filmes, séries e outros”, acrescentou.

FOCO

O foco na redação também ajudou Ana Luiza, de 18 anos, que fez 880 pontos na prova dissertativa. Segundo ela, os professores a ajudaram a superar todas as dificuldades. Agora, quer fazer uma graduação na área de saúde. “Cuidar das pessoas me faz feliz”, explicou a estudante, que conviveu por muitos anos com o avô e ajudava a família a cuidar do idoso. “Ele sempre foi o meu maior incentivo em seguir a carreira de saúde”.

A professora Graça Guimarães, diretora da escola, enfatizou o trabalho do corpo docente. “O desempenho dos nossos estudantes é motivo de orgulho do Colégio Batista de Itabuna. Quero ressaltar o nome da professora Érika Pitombo, pela dedicação e esmero no ensino e no esforço dos nossos estudantes. Uma nova oportunidade começa na vida de cada um deles e nós temos a certeza da contribuição que demos”, concluiu.

Estudantes, pais e colaboradores também tiveram momento de louvor a Deus e reflexão
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A abertura do ano letivo do Colégio Batista de Itabuna (CBI), nesta terça-feira (7), foi marcada pelo evento de recepção aos alunos, pais e colaboradores. Após o primeiro encontro, os participantes foram à Igreja Batista Teosópolis para uma aula magna e um momento de louvor a Deus.

“Nós somos uma escola cristã e sempre aproveitamos esse momento precioso para louvar a Deus”, explicou a professora Gracileide Silva Guimarães, diretora do CBI. Ela também agradeceu aos pais dos estudantes, por confiarem a educação dos filhos aos profissionais do Colégio. “O conhecimento liberta, a educação liberta. Todos temos o direito de aprender. É a valorização da vida humana”, acrescentou a docente.

Já o professor e pastor Tiago Souza falou aos estudantes sobre a jornada do herói, modelo de estrutura narrativa comum na elaboração de roteiros ficcionais, em que o protagonista supera desafios para conquistar seus objetivos na história. Na vida real, segundo o líder religioso, o primeiro passo da jornada é se perguntar: “qual é o meu propósito? O que temos feito por Deus e para Deus?”.

Os estudantes também falaram sobre as expectativas do ano letivo. No seu primeiro ano no Colégio Batista de Itabuna, João Matheus Leal, de 10 anos, disse que está ansioso pelo início das aulas. Também novata, Sophia Abreu Santos, 8, gostou da escola e, por isso, espera que a nova experiência seja legal.

Novo aluno da escola, João Matheus Leal, de 10 anos, se disse ansioso. “Minha expectativa é boa”, contou. Sophia Abreu Santos, 8, que vai cursar o 3º ano, também não escondeu a expectativa. “Espero que seja legal, eu gostei da escola”, pontuou ela que vem de outra instituição de ensino. Já Clara Barreto, veterana do CBI, não escondeu a satisfação do reencontro com a turma. “Estou muito feliz por voltar e rever minhas amigas”.