
Quantas adolescentes se tornam prostitutas e usam como ponto de partida para os programas a escola em que estudam? Foi o que aconteceu com a holandesa Maria Mosterd.
Ainda estudante, ela se tornou uma garota de programa, mas em vez de ficar quieta, “conformada com seu destino”, decidiu ir à luta. Por homens? Também, mas não só.
Mosterd processou a escola em que estudou, na cidade de Zwolle, como a grande vilã pela sua má formação. O colégio Thorbecke seria culpado por “falhar no seu ensino” e por “deixá-la se tornar” uma garota de programa. Recebeu como sentença um sonoro “tome vergonha nessa cara”. Mas, nem assim, desistiu de lutar.
Escreveu um livro de memórias e agora é a versão holandesa da nossa Bruna Surfistinha. Daqui uns dias vira filme.
















