Vinícius Oliveira Lemos está desaparecido desde março deste ano|| Imagens Redes Sociais
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Um comerciante, de 39 anos, investigado pelo assassinato de um funcionário teve o mandado de prisão preventiva cumprido nesta sexta-feira (24), no centro de Itacaré. A vítima, identificada como Vinícius Oliveira Lemos, de 23 anos, que trabalhava como barman no estabelecimento comercial do suspeito, foi vista pela última vez na noite de 5 de março deste ano, ainda no local de trabalho, conforme investigações policiais.

De acordo com a Polícia Civil, diligências reuniram elementos que indicam que o investigado, proprietário do estabelecimento comercial, na Rua da Pituba, no centro de Itacaré, teria agredido a vítima após o encerramento do expediente, havendo indícios de posterior ocultação do cadáver.

Durante a apuração, foram identificados vestígios de sangue no local dos fatos e em um veículo utilizado pelo suspeito, além de registros de movimentações consideradas suspeitas durante a madrugada seguinte ao desaparecimento, conforme informou Polícia Civil. Após o ocorrido, o suspeito deixou o município, permanecendo em local incerto até o cumprimento da ordem judicial.

O mandado foi cumprido por equipes da Delegacia Territorial de Itacaré. O inquérito policial foi concluído e encaminhado à Justiça, com o indiciamento do investigado e a representação pela prisão preventiva, que foi deferida. As investigações seguem em andamento, com o objetivo de esclarecer completamente o caso, localizar o corpo da vítima e apurar eventual participação de outras pessoas no crime.

Miriam Torres foi vítima de crime bárbaro em Itacaré
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A Polícia Militar prendeu, em Itacaré, no sul da Bahia, um homem, de 19 anos, acusado de matar e decapitar uma mulher. A vítima foi identificada como Miriam Torres dos Santos, de 30 anos, moradora da comunidade de Inco, no distrito de Taboquinhas. O corpo dela foi encontrado sem um dos pés e uma das mãos. Ela desapareceu no dia 4 de fevereiro.

O cadáver foi localizado no dia 9 de fevereiro deste ano, em um córrego, na zona rural, na região de Taboquinhas. As investigações conduzidas pela Delegacia Territorial (DT) de Itacaré resultaram na identificação dos suspeitos do crime bárbaro e na representação pela prisão junto à Justiça. Na última sexta-feira (13), um dos acusados foi detido. Ele não teve o nome divulgado.

O suspeito foi localizado por uma equipe da Polícia Militar que realizava rondas na região do Cachimbo Seco. Ele conduzido à Delegacia Territorial de Itacaré, onde teve um mandado de prisão preventiva cumprido. O suspeito segue custodiado, à disposição do Poder Judiciário.

A Secretaria de Segurança Pública da Bahia (SSP-BA) informou que as investigações prosseguem com o objetivo de elucidar completamente o caso. A próximo passo é saber a motivação do crime. Ela deixou três crianças.

Homem teria matado mulher por desaprovar amizade da vítima com sua esposa
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Equipe da Delegacia Territorial de Itacaré prendeu, nesta quinta-feira (13), o homem apontado como autor dos disparos que mataram Angélica Patrícia Santos Belmiro, no distrito de Taboquinhas, no dia 24 de junho passado.

De acordo com a Polícia Civil, após o crime, cometido durante uma festa junina, Angélica foi levada para o Hospital Regional Costa do Cacau e, lá, afirmou aos investigadores que o suspeito foi o autor dos tiros, pois não aprovava a amizade dela com a esposa dele. A vítima faleceu esta semana. Existem outras linhas de investigação sobre as quais a Polícia não divulgou detalhes.

Não foi a suspeita de homicídio que levou o homem à cadeia. Ele responde a processo por roubo qualificado (com ameaça à vítima) na Justiça do Estado de São Paulo e era alvo de mandado de prisão.

Segundo Polícia, mulher não foi indiciada por racismo pois cometeu crime antes de nova lei
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A Polícia Civil indiciou uma mulher pelo injúria racial em Itacaré, no sul da Bahia, após a conclusão de inquérito sofre ofensa da investigada a uma colega de trabalho. Segundo as investigações, o crime foi cometido durante uma discussão, quando a autora afirmou que a opinião da vítima não deveria ser levada em consideração pelo fato dela ser negra e ter cabelo crespo.

Repreendida pelos colegas que presenciaram a declaração, a mulher acrescentou o seguinte: “não gosto de preto nem tenho obrigação de gostar”, conforme nota divulgada pela Delegacia Territorial de Itacaré. Testemunhas confirmaram a agressão. De acordo com a Polícia,  a própria autora admitiu ter utilizado termos racistas para destratar a vítima, alegando que teria sido ofendida antes. Não houve apresentação de prova da ofensa alegada pela investigada.

Como o caso ocorreu em 2022, não houve aplicação da nova lei que igualou o crime de injúria racial ao de racismo, que tem penas mais severas, já que a norma mais dura não pode retroagir. Em janeiro deste ano, a Lei 7716/89 passou a incluir penas de até cinco anos de reclusão para quem ofender alguém em razão de raça, cor, etnia ou procedência nacional.

Por isso, na situação registrada em Itacaré, a conduta foi enquadrada como injúria racial, na forma do Artigo 140, § 3º do Código Penal, que estabelece pena de até três anos de prisão para o autor de ofensa de conteúdo racista.