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Aos gritos de "A PM parou", policiais dizem sim à greve em Itabuna (Foto Pimenta).

Policiais militares já não se encontravam em serviço em Itabuna desde a tarde desta quinta-feira, 2, mas foi somente agora à noite, após reunião com o comando do 15º Batalhão, que os policiais que atuam no município declararam oficialmente sua adesão à greve iniciada ontem em todo o Estado.
Durante a tarde, o medo de arrastões levou ao fechamento de lojas no centro da cidade (veja aqui). Na principal avenida de Itabuna, a Cinquentenário, a impressão era de que se tratava de um feriado.
Os policiais que se reuniram com o comando disseram que o retorno ao serviço está condicionado à definição de uma agenda com o governo para negociar a pauta de reivindicações.

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É zero, em Itabuna, a adesão de policiais militares à greve anunciada pela Associação de Policiais e Bombeiros (Aspra), ontem, em Salvador. A informação é confirmada tanto pelo comando do 15º Batalhão da Polícia Militar como pela Associação de Praças da Polícia Militar (APPM), regional de Itabuna.
O capitão Ferreira Lopes, subcomandante do 15º BPM, disse ao PIMENTA que não houve adesão em Itabuna e a polícia trabalha normalmente. “A greve é um ato isolado de uma associação que não tem representatividade”. Ele reconheceu que há grande insatisfação dos policiais militares com as condições de trabalho e salários. “Existe muito boato. Evidentemente que há insatisfação, mas não mudou nada em Itabuna”.
Neste momento ainda ocorre reunião entre o comando geral da PM baiana e associações de policiais militares, quando são discutidos pontos ainda não resolvidos do “Movimento Legal”. A APPM recomenda cautela. Os policiais temem que se repita agora “o erro de 2011, quando alguns PMs agiram por conta própria”.