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Os alunos da rede municipal de ensino de Iguaí, no sudoeste da Bahia, estão com o ano letivo totalmente comprometido. É que desde 14 de setembro os professores estão em greve, reivindicando a aprovação do estatuto e do plano de carreira da categoria, implantação do piso salarial e pagamento de um abono que é fruto de acordo firmado em 2009.
Indiferentes às reivindicações, o prefeito Ronaldo Moitinho e sua secretária da Educação, Elineusa Protázio, ainda não abriram um canal de diálogo com os professores. Com isso, a greve está prestes a completar dois meses.
A situação é condenada pelo Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Estado da Bahia e mereceu repúdio da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que externou “irrestrito apoio” à greve.

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Seis integrantes do MST estão presos na cadeia pública de Iguaí, no sudoeste baiano, acusados de porte ilegal de armas. A prisão foi efetuada pelo delegado Teodoro Neto, policiais e os donos da Fazenda Lagedo, Fabiani Borges e Delson Moura.

Segundo a polícia, os sem-terra iriam ocupar a fazenda, armados. A versão, conforme o deputado estadual Valmir Assunção, é contestada pelos detidos. Foram presos na operação os trabalhadores rurais Antônio Marcos Barbosa dos Santos, 37, Fábio dos Santos Silva, 30, Flávia Silva, 30, Jailton Alves Brito, 37, Márcio da Silva Brito, 37, e Walter Rubens de Jesus Santos, 41.

O adolescente F.S.S., de 17 anos, e o pai, Joilson Jesus Santos, foram detidos e liberados logo em seguida. Advogados do MST vão tentar o relaxamento da prisão dos sem-terra e a anulação do flagrante, segundo Lúcia Barbosa, coordenadora do MST.

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Segundo informa o blog Xilindró Web, um caminhão tombou numa curva que liga Iguaí a Poções, no sudoeste baiano. O acidente feriu, pelo menos, 10 pessoas. As primeiras notícias dão conta de uma pessoa morta. Parte das vítimas do acidente está sendo atendida no Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), em Itabuna.

A direção do hospital proibiu profissionais de saúde de liberar informações sobre o acidente e a lista de vítimas atendidas por lá. Confira cobertura no Xilindró.

Atualizado às 13h24min

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O entra-não-entra de suplentes após a PEC dos Vereadores tem criado situações inusitadas por todo o País. Imagine, então, na Bahia.

Os presidentes das câmaras municipais têm sido consultados e trocam informações a todo instante. “Boto ou não boto?” é a dúvida atroz dos legisladores-presidentes.

Ontem, o dirigente da Câmara de Vereadores de Itabuna, Clóvis Loiola, foi consultado pelo colega “Nedo”, do pequeno município de Iguaí.

– E aí, Loiola, boto ou não boto? Como é que está aí?

Do outro lado da linha, Loiola disparou:

– Meu interesse era tirar parte dos vereadores que já existem e não aumentar – disse, secamente, o vereador.

A ligação estava no viva-voz. E “Nedo” era acompanhado por dois interessados na questão. Por acaso, os suplentes que seriam beneficiados caso a PEC fosse retroativa, valesse para o pleito de 2008.