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Ninguém pense que está morto e enterrado o debate em torno dos limites territoriais entre Ilhéus e Itabuna. Entre o final deste mês e a primeira quinzena de fevereiro, estarão na área técnicos do IBGE e da Superintendência de Estudos Sociais e Econômicos da Bahia (SEI), órgão ligado à Secretaria de Planejamento do Estado. Missão: dirimir todas as dúvidas que possam existir no que diz respeito ao assunto.
As informações colhidas pelos técnicos vão compor um relatório e este será encaminhado à Comissão Especial de Assuntos Territoriais e Emancipação da Assembleia Legislativa da Bahia. Nesta, um dos que têm assento é o deputado Coronel Santana (PTN), aquele que propôs a anexação do bairro ilheense do Salobrinho ao município de Itabuna.

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O "aterro" do Itariri hoje é assim

A imagem do homem catando lixo – ou melhor, disputando os detritos com os urubus – é emblemática. Assim é o lixão do Itariri, que deveria ser um aterro, mas se tornou um amontoado de resíduos totalmente desorganizado, após anos de péssima gestão.
Nesta terça-feira, 17, o prefeito Newton Lima assinou convênio com a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), que prevê a recuperação do aterro. As obras serão realizadas pela empresa Itatiaia Engenharia e a promessa é de que terão início na próxima semana, com sua conclusão prevista para o prazo de um ano.
De imediato, a Prefeitura de Ilhéus se comprometeu a controlar o acesso de veículos e a quantidade de resíduo lançada no aterro. Uma balança existente no local, que não funciona, deverá ser recuperada para garantir a pesagem do lixo. Já a cooperativa de catadores (Coolimpa), comprometeu-se a realocar pessoas que hoje moram na área onde será tocada a obra.
Em novembro, o prefeito Newton Lima assinou termo de concessão que permite à Coolimpa utilizar a área do  aterro, pelo período de 20 anos, para a construção de galpões de triagem, separação, prensa e comércio de resíduos sólidos.

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Quatro homens foram assassinados a tiros, ontem à noite, em Ilhéus. A chacina ocorreu na localidade conhecida como Alto do Iraque, no Banco da Vitória, quando cerca de dez homens fortemente armados executaram Moisés Souza Santos, Orlei Sampaio Góes, Zaqueu Ricardo e uma quarta vítima identificada apenas como Jaziel.
Das vítimas, Jaziel e Moisés eram traficantes e as Orlei e Zaqueu seriam usuários, conforme apurou o Blog do Gusmão. Os homens chegaram em veículos de Itabuna e do bairro do Salobrinho, a menos de dez quilômetros do Banco da Vitória. Os executores também incendiaram a casa onde estavam as quatro vítimas (confira vídeo abaixo feito pela associação de policiais militares e bombeiros,a  Aspra).

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Cleber Isaac Soares (Foto Ed Ferreira).

O empresário Cleber Isaac Ferreira Soares, do Eco Resort e do Itacaré Village, é o novo secretário de Turismo de Itacaré. Nesta entrevista ao PIMENTA, ele aborda sua relação com o município que virou febre no turismo brasileiro, os projetos para a pasta e afirma acreditar que o prefeito Tonho de Anízio terá mais quatro anos de governo pela frente.
Cleber ressalta que Itacaré é o único destino do Nordeste que tem potencial “nota 10” para o turismo rural, ecoturismo e turismo de praia. Ele também aposta na sinergia Ilhéus-Itacaré.
–  Essa sinergia e a capacidade de reação do prefeito Antônio de Anízio vão transformar este eixo até o final do seu segundo governo no melhor destino do Nordeste para um turismo inteligente e não-massivo.
Confira a entrevista.
PIMENTA – Qual é sua relação com Itacaré?
Cleber Isaac Soares – Minha família está em Itacaré há um século e meio. Eu nasci em Salvador e moro em Itacará há 15 anos. Depois de formado, resolvi aproveitar o potencial das propriedades da família na região. Fomos pioneiros no Brasil na implantação de resort-condomínios com o Villas de São José, em 1999.
Como se deu sua ida para a Secretaria de Turismo de Itacaré?
Pelo lado político, agradeço a confiança depositada pelo prefeito Antonio de Anízio, que terá em mim um soldado a serviço de seu projeto. Acredito que o prefeito, que acompanha tudo no município, sabe  do nosso potencial logrado em outras áreas relacionadas também ao turismo. Mas o convite veio principalmente pelo lado técnico – e assim pretendo atuar -, após o afastamento de Diana Quadros por razões pessoais, no final do ano passado. Ela deixa uma secretaria bem-estruturada e uma equipe técnica de qualidade.
Fale de suas experiências nesse setor.
Para mim, o mais importante foi o que citei no início, o Villas de São José, projeto que trouxe para o destino Itacaré pessoas famosas e de alto poder aquisitivo, despertando mundialmente o interesse por conhecer Itacaré. Fui fundador e presidente do Instituto de Turismo de Itacaré, em 2005,  ajudamos no processo de implantação do Conselho de Turismo em 2009, implantamos e operacionalizamos os hotéis Eco Resort e Itacaré Village, ambos situados no condomínio Villas de São José, e idealizamos o projeto Vilas do Rio de Contas, que visa o desenvolvimento do ecoturismo do Rio de Contas em Itacaré.

Temos ideias e projetos para curto, médio e longo prazos.

 
O senhor assume a pasta e já com um projeto para o setor?
Temos ideias e projetos para curto, médio e longo prazos. Tomo a liberdade de incluir o segundo governo de Antônio de Anízio. A princípio, citarei alguns dos projetos que estamos amadurecendo e pretendemos expor ao prefeito e toda sua equipe e aos colegas secretários para que possamos fazer um trabalho em conjunto.
De toda essa experiência e vivência do turismo em Itacaré, quais projetos o senhor encara como fundamentais?
De forma resumida, pensamos em ações de interiorização do turismo, estimulando o turismo de aventura (rafting, rapel e a tirolesa), a inclusão social com agricultores familiares fornecendo produção para pousadas e restaurantes da cidade, o incremento de ações na área de segurança em parceria com o setor privado (videomonitoramento e rádio), projeto de saneamento e a criação de uma agenda de grandes eventos musicais para o destino. Mas gostaríamos de frisar que todas estas iniciativas só resultarão em sucesso se todos comprarem a ideia e participarem.

Itacaré é vista como um paraíso por gente de todo o mundo, mas ainda tem desafios a enfrentar nas áreas social e ambiental, por exemplo. Como superá-los?

Como um desafio possível de ser enfrentado, por termos o apoio do prefeito e sua equipe e do empresariado local. As soluções já foram testadas em destinos como Parati, Búzios, Ouro Preto, Bonito e Fernando de Noronha, para citar apenas destinos nacionais, mas a Costa Rica é o país que teve maior êxito na aplicação de turismo ecológico e rural para ter o verdadeiro desenvolvimento. Nunca esquecerei o que aprendi neste país, in loco.
Como alguém com perfil empresarial pode colaborar com o desenvolvimento de políticas públicas para o turismo?
A cabeça de empresário me dá a facilidade para trazer os colegas para apoiar as políticas públicas – seja em parcerias públicas ou apoios institucionais, em especial com os empresários ligados ao ITI,  que têm uma visão estratégica de longo prazo do destino. Além disso, a eficiência e eficácia da vida empresarial me dá o senso de urgência necessário para gerar os resultados pelos quais o prefeito me incumbiu.

Itacaré é o único destino nordestino que tem potencial nota 10 para turismo rural, ecoturismo e turismo de praia

 
Como o senhor vê o futuro do turismo em Itacaré?  Quais são as tendências para o setor nesta cidade?
Itacaré é o único destino nordestino que tem potencial nota 10 para turismo rural, ecoturismo e turismo de praia – comparado apenas a Parati. Ao mesmo tempo, está ao lado de Ilhéus, que tem o maior potencial do Brasil (ainda não explorado em seu potencial máximo) para o destino cultural, em especial com a refilmagem de Gabriela, 100 anos de Jorge Amado.  Essa sinergia Ilhéus–Itacaré e a capacidade de reação do prefeito Antônio de Anízio vão transformar este eixo até o final do seu segundo governo no melhor destino do Nordeste para um turismo inteligente e não-massivo.
O senhor já pensou em ser prefeito de Itacaré. Os projetos políticos continuam?
Minha pretensão política é clara: apoiar Antonio de Anízio para fazer a melhor gestão possível nos próximos 5 anos e colocar Itacaré no patamar que merece. O restante será consequência.
O poder público local entende a importância do turismo?
Hoje, sim, e a prova é que Itacaré nunca teve uma Secretaria de Turismo com sede, gerente de cultura, gerente administrativa, gerente de eventos… Nos governo anteriores não existia nem uma mesa para a secretaria nem uma cadeira. Antes, o secretário de Administração dispunha de parte de seu tempo para o turismo com as dificuldades que esta falta de exclusividade gera.

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Foi inaugurado hoje em Ilhéus o Balcão de Justiça e Cidadania, que irá oferecer atendimento gratuito à população local. A unidade resulta de cooperação técnica entre a Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) e o Tribunal de Justiça da Bahia e funciona no SAC, que é parceiro do projeto.
O Balcão de Justiça atenderá de segunda a sexta, das 8h às 18 horas, com alunos do curso de Direito da Uesc atuando como colaboradores. A coordenação será do juiz Helvécio Giudice Argollo, da 1ª Vara de Família de Ilhéus.

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Se estivesse vivo, Jorge Amado faria 100 anos em agosto

A equipe que organiza os eventos em comemoração ao centenário do escritor Jorge Amado tem planos ambiciosos. Além de um mega-show aberto ao público, com artistas de projeção nacional, os organizadores irão propor que no dia 10 de agosto, quando Jorge completaria 100 anos, Ilhéus se transforme simbolicamente na capital da Bahia.
Não é só. O grupo pretende fazer articulações para que a presidente Dilma Rousseff também esteja em Ilhéus durante os festejos em homenagem ao escritor, que ocorrerão de 5 a 12 de agosto.
Antes da festa, deverão ser aplicados quase R$ 8 milhões para revitalizar o Quarteirão Jorge Amado, nome do centro histórico de Ilhéus. A expectativa é de que o projeto da Prefeitura, que conta com o apoio de empresas como Bahia Mineração (Bamin), Oi e Petrobras, tenha sua execução iniciada em março, assim que terminar a alta estação.

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A Biblioteca Pública de Ilhéus tem avançado em alguns pontos. Recentemente, fechou parceria com o Rotary Club Jorge Amado, conseguindo em doação seis computadores desktop, um notebook e equipamento para acesso à internet. Também obreve recursos da Fundação Biblioteca Nacional para a renovação do acervo. Terminam aí as boas notícias e agora vêm as más:
A biblioteca ilheense tinha 17 funcionários quando estava no antigo prédio do Colégio General Osório. Desde que se mudou para uma casa alugada no bairro Cidade Nova, ficou com apenas cinco servidores, os quais deixaram de comparecer ao trabalho na semana passada, por atraso no fornecimento de vale-transporte.
Mais uma: permanece a pendência da Prefeitura com o pagamento dos aluguéis da casa onde está a biblioteca. Como este blog já informou, o dono só recebeu o primeiro mês (julho do ano passado) e nada mais…

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Malvado esse Alisson Mendonça. Em novembro do ano passado, ele deixou a Secretaria de Governo e retornou para seu mandato na Câmara de Vereadores, de onde desalojou o suplente Rafael Benevides, seu sobrinho, mas desafeto. Era vingança em razão de ataques promovidos por Benevides contra a administração Newton Lima e contra o próprio tio secretário.
Alisson esperou somente a Câmara entrar em recesso para voltar ao governo. Benevides, dessa vez, não pôde assumir o mandato porque o regimento não permite a assunção do suplente no período em que não há atividades legislativas na casa.
O recesso termina em fevereiro e é bem provável que antes disso Alisson volte ao seu mandato, e de lá não saia tão cedo.

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O radialista Erivaldo Vila Nova tirava o maior sarro da Prefeitura de Ilhéus nesta manhã, no programa “O Tabuleiro” (Conquista FM). Segundo Vila, o governo municipal inovou nas homenagens a São Sebastião, no sábado, 14.
Pela primeira vez, a lavagem da escadaria da catedral de Ilhéus foi sem carro-pipa. Água, só a de cheiro das baianas.
De acordo com Vila Nova, o carro-pipa disponibilizado pela Prefeitura  tinha buracos no tanque. O veículo chegou cedo, mas até a festa começar toda a água escoou pelas rachaduras.
Como o calor estava forte, a água fez falta e o povo ficou na secura. O santo também não deve ter gostado.

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Alisson Mendonça foi visto coladinho no prefeito durante a Lavagem das escadarias da Catedral de São Sebastião, no sábado, 14. Teria aproveitado para lavar roupa suja com água de cheiro? (Foto Andrei Sansil)

Informações do Blog do Gusmão dão conta de que Alisson Mendonça deverá em breve deixar a Secretaria de Governo da Prefeitura de Ilhéus. Mendonça teria perdido a queda de braço travada com o secretário de Finanças, Jorge Bahia.
A informação é de que o titular da Secretaria de Governo sofre boicote de Bahia, tido como eminência parda da administração Newton Lima.
Além de Mendonça, os secretários Alexandre Simões Saúde), Murilo Brito (Ações Regionais) e Fernando Hughes (Administração) também enfrentariam a má-vontade de até mesmo gestos de sabotagem do homem que gerencia o cofre da Prefeitura.

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Conexões de Guy Valério com o além:
“Ontem, primeira sexta feira 13 do ano, meia noite em ponto, o telefone toca.
Assustado, pois quase estava pegando no sono, era ela, Madame Beatriz.
Dizia que tinha acabado de tirar o véu negro que encobria a sua bola de cristal, e que reluziu de imediato um luz azul, intensa e forte, que aos poucos foi esmaecendo, e mostrou para ela um homem e uma mulher disputando a Prefeitura de Ilhéus.
Eu que estava sonolento, fiquei esperto e assustado, pois nada indica esta solução.
Matutei até as 2 horas da madruga, e não consegui estabelecer um raciocinio lógico.
Como ainda falta bastante tempo, para uns, vamos ver se a nossa vidente consegue enxergar algo atrás das portas”.

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"Pai, livrai-nos desses políticos estúpidos! Amém!"

O Pai Nosso obrigatório do vereador Gurita, chancelado pelo prefeito Newton Lima, foi o assunto mais comentado na semana por estas plagas e alhures, pois ultrapassou as fronteiras ilheenses e mais uma vez divulgou a inesgotável capacidade dos conterrâneos de produzir besteiras.
Sucede ao ato legislativo, sancionado pelo Executivo, um festival de argumentos tolos, emitidos por gente do governo, inclusive a ilustre secretária da Educação, que deveria – pelo cargo que ocupa – preocupar-se um pouco mais ao abrir a boca. Sim, porque uma estupidez proferida por um educador é sempre mais grave.
Como a questão se transformou também num debate entre religiosos e agnósticos, cristãos e ateus, é preciso ressaltar que o menos importante nessa discussão é exatamente o aspecto religioso. Não se trata de ser contra o Pai Nosso ou contra Deus, pois a celeuma se resolve na base da lei. Aliás, da Constituição Federal, a chamada lei maior.
Pela Constituição, na qual se assenta o Estado brasileiro e que é o eixo de todo o ordenamento jurídico, este é um país laico onde vigora a liberdade religiosa. Todos são livres para professar sua fé, mas ninguém pode ser obrigado a adotar ritos de qualquer religião.
Não importa que o vereador Gurita ou este blogueiro admire a ideia de que as crianças rezem o Pai Nosso em sala de aula. Essa é uma questão de preferência, de afinidade, mas não pode ser convertida em lei, pois esta será inconstitucional, pelo menos até que mudem o ordenamento jurídico.
As escolas precisam de muitas coisas, entre elas novos recursos pedagógicos para estimular os alunos e prepará-los de fato para a vida; mais incentivo aos educadores, em termos financeiros e de formação; melhor estrutura; mais interação com a comunidade… Podem precisar também de muita oração, mas isso pode ser no máximo uma opinião e nunca uma norma.
A tal lei do Pai Nosso obrigatório, além de inócua, pode até criar repulsa nas crianças, que em geral não se dão muito bem com imposições. Lei inconstitucional e burra, portanto. Não deveria ter sido proposta, muito menos aprovada pela Câmara de Vereadores e menos ainda sancionada pelo prefeito, que ficou de saia justa no genuflexório depois de referendar a “guritada”.

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Moradores do bairro Banco da Vitória, em Ilhéus, estão indignados com a Prefeitura e especialmente com a Secretaria Municipal de Saúde. O motivo é a situação da unidade de saúde existente na comunidade, que há algum tempo já funcionava precariamente e nesta sexta-feira, 13, simplesmente fechou as portas sem que os usuários tivessem recebido qualquer tipo de informação ou satisfação.
Os moradores exigem não só a reabertura, mas que a unidade de saúde passe a funcionar em condições decentes, com instalações adequadas (algumas salas têm problema de infiltração e servem de morada para morcegos) e profissionais em número suficiente para atender à demanda.

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A turma boa do Teatro Popular de Ilhéus não cansa de encher de orgulho o ilheense que entende o valor da cultura.
Somente neste janeiro, o TPI responde sozinho por três excelentes notícias: foi indicado para o principal prêmio do teatro brasileiro, o Shell; tem espetáculo selecionado para o Festival de Teatro de Curitiba e será um dos temas de uma série de documentários da Sesc TV.
Em 2011, o Teatro Popular brilhou em palcos cariocas e paulistas, obtendo destaque junto ao público e à crítica especializada. E continua com a agenda cheia de compromissos no sudeste este ano, com o espetáculo “O Inspetor Geral”.

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Vigilância condenou estado de freezers e geladeiras da creche

Com base em uma inspeção da Vigilância Sanitária, a Prefeitura de Ilhéus condenou as instalações e as condições de funcionamento da Creche Meira, que atende 500 crianças em um imóvel situado na Praia do Marciano, bairro do Malhado. O relatório produzido pelo governo define o nível de higiene do estabelecimento como péssimo e denuncia a creche por estar funcionando com alvará sanitário vencido desde 2008.
Entre as irregularidades constatadas, estão falta de asseio na cozinha, com freezers e geladeiras em condições precárias, banheiros fora dos padrões exigidos para estabelecimentos do tipo e bebedouro com água direto da torneira, sem filtro. Os problemas foram identificados em duas inspeções, sendo que na primeira a creche foi autuada e teve prazo de vinte dias para sanar as deficiências apontadas, o que não ocorreu.
A direção da creche, em contrapartida, denuncia a Prefeitura por abandonar a rua onde funciona o estabelecimento.