“O problema na Merenda Escolar surgiu porque a Prefeitura Municipal, devido a crise econômica que afetou duramente os municípios brasileiros, por um período de cinco meses, no ano de 2008 (hã?), não ter conseguido realizar a suplementação, acumulando um passivo em torno de 300 mil reais. O Governo Federal repassa para a Merenda Escolar a importância de R$ 0,22 por aluno lanche/dia, e o município complementa com R$ 0,13 por aluno e fornece o gás”.
Quem afirma isso é o secretário de Educação de Ilhéus, Sebastião Maciel. Em release enviado pela própria prefeitura, ele confirma informação do Pimenta na tarde dessa segunda-feira de que, apesar da tentativa de partidarizar a autoria das denúncias, nada havia sido explicado. Quem ouviu as explicações do secretário foram os vereadores da bancada da situação (clique aqui).
Sobre a veracidade da denúncia de falta de merenda nas escolas municipais, porém, não houve negativas, só embromation. Fala, secretário: “Entre a Prefeitura Municipal de Ilhéus e o Governo Federal, não há em tramitação nenhuma pendência que envolva denúncias fundamentadas, malversação ou outra que inspire desconfiança no que se refere a execução física e financeira do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Merenda Escolar)”.
O texto da prefeitura fala ainda em má-fé dos denunciantes e da atuação do Conselho da Merenda Escolar, que estaria em situação ilegal. A APPI não teria indicado seus membros e a atual composição não teria legitimidade para fazer as denúncias que está fazendo. A reunião, porém, não apontou solução para as criancinhas que torcem para que os professores consigam fazer a vaquinha da pipoca para tentar enganar-lhes a fome.
















