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Depois de ter dito que o prefeito de Itabuna o colocou de castigo, retirando os cargos que detinha no governo, o veread0r Raimundo Pólvora não tem mais sossego. A cada votação de matéria de interesse do Executivo, a própria base governista adverte Pólvora para a devida atenção na hora de se manifestar contra ou a favor da matéria.
Sob os gritos de “olha o castigo!”, o vereador não titubeia. É governo até a alma.

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Acontece neste momento a sessão plenária da Câmara de Vereadores de Itabuna em que será apreciado o projeto de emenda ao Regimento Interno, que pode anular a eleição antecipada da Mesa Diretora. Se aprovado, o projeto tira a coroa do vereador Roberto de Souza, que seria o próximo presidente. No entanto, como o PIMENTA já adiantou hoje, existem maquinações para que Souza não fique à míngua.
O possível “ex-quase-futuro presidente” andava há pouco no plenário, brincando de fazer “boca-de-urna”. E lamentava a ausência do vereador Wenceslau Júnior (PCdoB), que está em Vitória da Conquista cumprindo obrigações profissionais com a Universidade Estadual do Sudoeste Baiano.

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Calundu de um lado, bronca do outro, ameaça de litígio judicial, guerra de liminares, rodízio de presidentes… Era essa a expectativa para o quadro que se criou na Câmara de Vereadores de Itabuna, com o projeto de emenda ao Regimento Interno, que anula a eleição antecipada da Mesa Diretora que assume em 2011.
Analisando juridicamente, há quem diga que o projeto é inconstitucional, por ofender o princípio de que a lei não pode modificar o ato jurídico perfeito. Outros sustentam que a eleição antecipada foi pura armação e, portanto, passível de ser fulminada.
Argumentos à parte, ao que tudo indica não haverá os esperados conflitos e o mais provável é que tudo se ajeite numa bela composição entre governistas e oposicionistas.
O projeto que estabelece nova data para a eleição da mesa será votado nesta quarta-feira, 24. E, de antemão, já se sabe que o futuro presidente deverá ser Milton Cerqueira (DEM), correligionário do prefeito José Nilton Azevedo.
Mas Roberto de Souza, que seria o presidente da mesa destronada, não ficará a pão e água. Na “casa do povo”, tudo sempre se ajeita…

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Loiola, à esquerda: expulsão do PPS.

O presidente da Câmara de Itabuna, Clovis Loiola, foi expulso do PPS em decisão tomada pelo diretório local da legenda. Loiola é acusado de infidelidade partidária e por desvio ético na presidência do legislativo itabunense. Quem anunciou a expulsão de Loiola foi a presidente do PPS em Itabuna, Mariana Alcântara, informa o repórter Fábio Luciano. A decisão ainda careceria de ratificação por parte da Estadual do partido.
Loiola foi julgado por apoiar a candidatura a deputado estadual de um tucano, Augusto Castro, quando a legenda, no sul da Bahia, defendia a candidatura de César Brandão, do PPS. Outro porém: o relatório da Comissão Especial de Inquérito (CEI) que investigou denúncias de corrupção na Câmara apontou “malfeitos” de Loiola.
Dentre as traquinagens de Loiola no cargo de presidente, estão envolvimento na tomada irregular de empréstimos consignados e viagens dele e a esposa, Poliana Barreto, custeadas pelos cofres públicos. O próximo alvo do diretório é o vereador Raimundo Pólvora.
Às 12h31min – A presidenta do PPS itabunense, Mariana Alcântara, informou ao Diário Bahia que a expulsão de Loiola ainda não foi sacramentada. O vereador ainda terá prazo para defesa.

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Eleito presidente da Câmara de Itabuna, por antecipação, o vereador Roberto de Souza (PR) pisou no tomate ao indicar os seus nomes para a Comissão de Transição.
Dentre os escolhidos está o dentista Rodrigo Pontes de Souza da Silva. O jovem é sobrinho do hoje primeiro secretário e, possivelmente, presidente da Casa a partir de 1º de janeiro.
E por que possivelmente?
Porque hoje a Câmara se reuniu para decidir mudança no Regimento Interno que terá, como efeito prático, a anulação da eleição antecipada de Roberto de Souza, no ano passado.
A resolução que anula o pleito foi idealizada pelos governistas, a mando do secretário Carlos Burgos e do prefeito José Nilton Azevedo. Seria votada hoje, mas Roberto entrou com emenda e a discussão ficou para amanhã. Se aprovada, a resolução “mela” a eleição antecipada. E dá o comando da Casa, de bandeja, ao prefeito Capitão Azevedo e o secretário Burgos.
Em tempo: os cargos da Comissão de Transição, num total de seis, não são remunerados.

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Seguranças do Jequitibá Plaza Shopping, em Itabuna, flagraram uma adolescente de 14 anos marcando programa pela internet. Ela estava numa lan house montada num dos quiosques do shopping.
Uma equipe de segurança, após monitorar os passos da internauta, acionou a polícia militar para efetuar a apreensão da menor, segundo o Radar Notícias. A menina foi entregue à família.
Conforme o shopping, este seria um caso único de prostituição infantil no estabelecimento. Pelo programa, a menina cobrava entre R$ 5,00 e R$ 20,00, a depender do tipo de sexo desejado pelo cliente.

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A Comissão Disciplinar do Interbairros 2010 decidiu suspender o atleta Rildo Santos Dantas por um ano, após julgar o caso de agressão ao árbitro Zenildo Santos.
Rildo desferiu um soco no rosto do árbitro durante a partida Banco Raso x Vila Anália, pela quarta fase da competição de futebol amador. Com a punição, o atleta não poderá participar do Interbairros 2011.
A equipe do Banco Raso também foi punida, mas já estava desclassificada por ter perdido o primeiro jogo por 4 a 2 e feito só 0 a 1 na partida de volta.
No próximo domingo, 28, começam as semifinais do Interbairros, com os jogos São Pedro x Vila Anália e Lomanto x Califórnia, no estádio Luiz Viana Filho. A primeira partida está marcada para as 8h30min.

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Do Diário Bahia
Os servidores municipais de Itabuna, que estavam em estado de greve até ontem (22), suspenderam a decisão após reunião em que o prefeito Nilton Azevedo (DEM) parcelou em duas vezes as dívidas com horas extras e gratificações que haviam sido cortadas. Uma parte do pagamento deve ocorrer no final de novembro e a outra em dezembro. “Esperamos que ele cumpra”, ressalva Karla Lúcia Oliveira, presidente do Sindserv, sindicato da categoria.
Ela explica que no encontro Azevedo também se comprometeu a enviar à Câmara, dentro de 20 dias, um projeto de lei que regulamente o desdobramento da carga horária dos funcionários dos programa de Agentes Comunitários de Saúde (PAC) e Saúde da Família (PSF), de 30 para 40 horas.
Ainda conforme ficou definido, no início de dezembro o Executivo vai apresentar ao sindicato a minuta da proposta de adequação das gratificações para fiscais. Entretanto, está certo que os cortes não mais ocorrerão. “Aguardamos a folha de pagamento para ver se será cumprido o que foi proposto”, reforça Karla Lúcia.
Ela esclarece, também, que a situação dos vale-transportes, que vinham sendo descontados e não repassados, também está resolvida. Se algum servidor não recebeu, avisa, deve comunicar.
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O que parece ser uma boa ação da Prefeitura de Itabuna vai custar o padecimento de muitos pais de família. Por meio de convênio com a Secretaria de Justiça e Direitos Humanos, o governo municipal contratará internos do Conjunto Penal para o serviço de varrição de rua. Sem dúvida, uma excelente iniciativa em prol da inclusão social dos detentos. Mas… Como diz o ditado, “o diabo mora nos detalhes”.
Segundo fonte do Pimenta, no bojo do convênio um poderoso secretário do poder público municipal (o que dizem ser o prefeito de fato) beneficiará a empresa de um amigo. E a “bondade” já está tendo outro péssimo efeito colateral: os atuais funcionários da varrição serão demitidos.
É “filantropia” pura!

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O Itabuna Esporte Clube participará da Copa São Paulo de Futebol Júnior, que acontece em janeiro do ano que vem, mas a presença da equipe na competição não será bem do jeito que a torcida gostaria.
Segundo informações do meio da cartolagem, o presidente do Itabuna, Ricardo Xavier, vendeu a participação do clube a um empresário maranhense, que deseja vestir uma equipe daquele Estado com as cores do time sul-baiano.  O negócio, de acordo com os rumores, gira em torno de R$ 80 mil, mas o Itabuna diz que está recebendo apenas R$ 25 mil nessa transação.
O time da terra do babaçu jogará com o uniforme e o nome do Azulino, mas não terá absolutamente nenhum vínculo com a cidade. Será uma espécie de “Itabuna do Paraguai”, só que do Maranhão…
A reportagem do Pimenta tentou entrar em contato com Xavier por celular, mas não conseguiu. Um diretor do Itabuna informou que o negócio realmente foi fechado com uma equipe maranhense, chamada Marília, e o Azulino entrará na parceria com o nome e seis atletas. Outros 19 serão da equipe que entra com a grana.

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A Câmara de Vereadores de Itabuna realmente se tornou um caso de polícia. Na tarde desta segunda-feira, 22, durante a sessão das comissões técnicas, o líder do governo, Milton Gramacho (PRTB), pediu a palavra para anunciar o seguinte: o projeto de emenda ao Regimento Interno, que altera os pontos relativos à eleição da nova Mesa Diretora, despareceu.
Ninguém sabe, ninguém viu, nem se imagina como um projeto pode sumir assim de repente.
Diante da situação inusitada, os presentes à sessão riram desconfiados. E há quem aposte em algum acerto para jogar água fria na fervura do legislativo municipal. Ou seja, uma mão pode lavar a outra… Na lama!

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O diretor de Obras da prefeitura de Itabuna, José Pascoal Alves de Brito, é tido como homem de confiança do prefeito Capitão Azevedo (DEM). No sábado 13, caiu em desgraça quando a polícia apreendeu um caminhão na rodovia Ilhéus-Itabuna, carregado de material. A carga era transportada para a casa de praia do diretor de Obras.

Pascoal concedeu uma entrevista ao PIMENTA. Ao se defender, disse que existe um grupo que está “armando” contra ele. Diz que o material de construção apreendido lhe pertence. Ou foi comprado por ele ou é fruto de doação, feita há mais de 60 dias. As notas de doação e fiscal o desmentem, pois foram emitidas há menos de 30 dias. Acompanhe a entrevista em que sobrou até para o secretário de Administração, Gilson Nascimento.
O sr. é acusado de desvio de material. Como o sr. explica essa situação?
O material é meu e provo isso com as notas. Não tinha bloco em cima de caminhão. Havia pedaço de bloco que foi doado a mim. Há mais de 60 dias que esse material estava guardado.
Como o sr. explica um caminhão guardado na prefeitura, mesmo pertencendo a particulares?
Esse caminhão não é da prefeitura. Ele presta serviços [ao município]. No fim de semana, ele estava disponível. Eu carreguei o caminhão [na ADEI] porque o motorista não tinha como guardar na casa dele. De manhã, carregamos o veículo e o motorista viajou.
E aí acontece a prisão.
É. Meia hora depois eu tô sabendo que o caminhão foi apreendido. Mas eu estava com as notas. O pessoal foi preso injustamente. As pessoas não tinham nada a ver, estavam apenas ajudando. Eram três pessoas, exclusive (sic) um de menor.

Eu considero isso uma ação criminosa e irresponsável. Tenho certeza que o relatório não terá nada que me comprometa.

Houve armação?
Se eles dizem que estavam me investigando, eu considero isso uma ação criminosa e irresponsável de quem provocou. Tenho certeza que o relatório não terá nada que me comprometa, pois sempre honrei o meu nome. Não tem nota fiscal nenhuma que prova que a prefeitura mandou pra lá.
O senhor fala em armação, mas quem teria o interesse de prejudicá-lo?
Eu não posso citar nomes, porque eu não tenho provas.
Existe disputa entre o senhor e o secretário de Obras, Fernando Vita?
Não. Eu sempre me dei bem com o secretário. A imprensa está aí dizendo que isso tem a participação do secretário Gilson. Eu quase fico sem acreditar porque a minha relação com ele é muito boa.
Como assim?
Todos os pedidos que o secretário fez a mim, eu atendi. Eu tenho bilhetes lá, assinados por ele, com pedidos de materiais fabricados nessa marcenaria comunitária. Eu quero que essas pessoas prova (sic) que a prefeitura comprou material e colocou lá.

Meu salário é de R$ 3 mil. Eles ganham muito mais do que eu e ficam colocando essa imagem triste em cima do cidadão.

Então, o sr. seria inocente?
Eu tenho consciência de que eu não fiz nada de errado. Meu salário é de R$ 3 mil. Eles ganham muito mais do que eu e ficam colocando essa imagem triste em cima do cidadão. Sábado, se eu vou na delegacia, eu seria até preso. Eu sou inocente. Falo isso com muita consciência.

O material apreendido era todo para a casa de praia?

Não era ainda para concluir, mas para fazer três paredes para cobrir [a casa na zona norte de Ilhéus]. Num canteiro, eu tenho telha e material usado para fazer cobertura para ver se eu posso rebocar e passar o  final de ano lá.
O sr. citou o nome do secretário Gilson. O sr. acha que ele tem participação nesse caso?
Não posso confirmar, até pela relação que nós sempre teve (sic). Eu acho um absurdo que Gilson tenha planejado isso. A Justiça vai apurar. Se foi ele, ele vai ter que pagar o preço. Eu confirmo que a ação foi irresponsável, criminosa. A imprensa tá dizendo que foi ele quem fez a açaão. Eu não quero acreditar nisso.
O senhor teve algum contato com o secretário após o episódio?
Não. Eu não quis me manifestar. A gente nesse momento fica muito abatido, abalado.
O senhor se reuniu a portas fechadas com o prefeito. Qual foi o teor dessa conversa?
Eu falei com ele por telefone. Ele falou que eu estava afastado do canteiro (ADEI) e disse que depois da apuração a gente conversaria. Ele é o gestor e tem que apurar mesmo. Eu tenho certeza que a verdade vai prevalecer.

O secretário [Vita] deu entrevista dizendo que a [obra da] Cinquentenário não tinha nada a ver com ele.  O secretário abandonou a obra.

O senhor era tido por Azevedo como um homem de confiança. Com essa denúncia, como é que o prefeito está lhe vendo nesse momento?
A colocação não é bem essa. O prefeito entendeu no cidadão Pascoal o profissional cuidadoso e dedicado. Ele me deu condição de trabalho. Para você ter ideia, o secretário [Fernando Vita, da Sedur] deu entrevista dizendo que a [obra de revitalização da avenida do] Cinquentenário não tinha nada a ver com ele.  O secretário abandonou a obra. Eu e minha equipe assumimos a obra. Pascoal é o homem de ação do prefeito. Enquanto alguns secretários iam descansar, Pascoal estava na rua.
O senhor acha que retorna ao cargo?
Quem põe a mão no arado não pode olhar para trás, tem que olhar pra frente. Voltar ou não vai depender do prefeito.

Mesmo sendo investigado há quatro meses, o senhor sustenta que é inocente?

Essa coisa de que eu estava sendo investigado… Como é que vai investigar um homem que está no campo acompanhando “pião”? Isso é mais uma versão para criar uma nova armação. Isso não procede.

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Cena inusitada foi vista pelo Pimenta na manhã deste domingo, 21, no centro de Itabuna. Ao entrar na agência do Bradesco que funciona na avenida do Cinquentenário, um dos blogueiros responsáveis por esta fábrica de notícias deparou com uma senhora de sessenta e poucos anos, acompanhada (poderia dizer “fortemente armada”)  de um vistoso pitbull.
A senhora, na maior tranquilidade, realizava suas operações no caixa eletrônico com uma mão e segurava precariamente a fera com a outra. A presença do “Mordida”, aliás, certamente garantia a segurança da cliente, que assim intimidava larápios e vigaristas que costumam assediar velhinhas nas agências bancárias.
O problema é para os demais clientes, já que cachorro não distingue canela de ladrão e de gente de bem. É também oportuno mencionar a fraquíssima segurança nos caixas eletrônicos dos bancos nos fins de semana, o que acaba obrigando cada um a tomar conta de si. Mesmo que seja com um pitbull.

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O Rio Cachoeira, de passado glorioso e de inglório presente, está às portas da morte.
Assassinado por aqueles que deveriam preservá-lo.

Daniel Thame
Esqueçam os poemas, as canções, os quadros.
Esqueçam os artistas que, cada qual com sua arte, o eternizaram.
Esqueçam o passado.
E, muito provavelmente, esqueçam o futuro.
Porque não há futuro diante de uma morte tantas e tantas vezes anunciada.
O Rio Cachoeira, dos poemas, das canções e dos quadros, agoniza.
O Rio Cachoeira, de passado glorioso e de inglório presente, está às portas da morte.
Assassinado por aqueles que deveriam preservá-lo.
Poemas, canções e quadros podem exaltar belezas, mas não salvam rios.
Não salvaram o Rio Cachoeira.
Porque a salvação do Rio Cachoeira depende de ação, quando o que se verifica na realidade é a completa omissão.
Sobram promessas e escasseiam realizações que possam evitar o fim eminente.
A morte do Rio Cachoeira, tantas vezes anunciada até como maneira de alertar as pessoas, agora parece inexorável.
Porque cada dia que passa é um dia a menos num processo de salvação que não chega nunca.

Mergulhões nadam no rio poluído. "Bolhas" denunciam "qualidade" da água (Foto Zeka/Pimenta).

O Cachoeira hoje é um rio fétido, sujo, quase um insulto à natureza, ela que foi tão generosa a ponto de dar a Itabuna um rio caudaloso, de águas vibrantes, como a cidade que ele viu nascer, um século atrás.
O rio que era orgulho, agora se transformou em vergonha, não por sua própria culpa, por culpa dos que, durante décadas, o maltrataram.
Seu leito tornou-se um canal de esgotos, suas margens transformaram-se em depósito de lixo.
As garças ainda resistem, mas já dividem espaço com os urubus.
O rio vivo é cada vez mais um rio sem vida, triste legado às novas gerações.
A cidade assiste, impassível, a morte de um rio que a viu nascer e crescer.
Como se a morte de um rio fosse um processo natural, inexorável.
Não é.
Porque o que está ocorrendo com o Rio Cachoeira não tem nada de natural.
É um assassinato.
Frio, cruel e desumano.
Salvemos o Cachoeira.
Se é que ainda há tempo para isso…
Daniel Thame é jornalista, blogueiro e autor de Vassoura.