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Azevedo faz graça, mas está em baixa com o eleitor.

A prefeitura de Itabuna promoveu uma gastança com mídia e, pelo menos, R$ 500 mil para a Festa do Centenário. E, por isso, o prefeito Capitão Azevedo foi criticado.
Mas por trás de toda essa estratégia estava a ideia fixa do prefeito Capitão Azevedo (DEM) de melhorar a sua média com o itabunense. Os shows, claro, estavam previstos, mas a mídia, não.
Eis um dos motivos da gastança: uma pesquisa com 1.100 questionários deixou em maus lençóis o governo do democrata. Feita de 5 a 8 de julho, o levantamento feito por um instituto de credibilidade em Itabuna mostrou que apenas 22,6% avaliavam positivamente o governo do democrata.
O percentual dos que reprovam a administração foi quase o dobro: 43,7% de ruim e péssimo. Apenas 31,8% avaliam como regular o governo do prefeito itabunense. 1,9% não souberam responder. Tecnicamente, é um regular tendendo ao negativo, dado o percentual de eleitores que reprovam a gestão do democrata.

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Felipe não tinha passagem pela polícia

Felipe Oliveira Teles, 18 anos, esperava o ônibus ontem à noite, em um ponto da BR-415, imediações do bairro Nova Itabuna, quando foi alvejado por três tiros e morreu no local. O crime aconteceu a alguns metros de um posto da Polícia Rodoviária Estadual.
As primeiras informações são de que Felipe não tinha antecedentes criminais, mas ele possuía uma característica peculiar da maioria das vítimas de homicídio em Itabuna: a idade entre 15 e 29 anos. Testemunhas divergem quanto às circunstâncias do homicídio, que é  108º cometido na cidade este ano.
O assassinato acontece após oito dias de “calmaria”, período em que não houve registro de crimes desse tipo em Itabuna.
Com informações do Xilindró

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Eliane Oliveira recebeu Francisco Paulo Lins da Silva, vindo  não se sabe de onde, com a generosidade das mulheres apaixonadas.
Deu-lhe amor, uma família e até um emprego na instituição em que trabalhava.
Quando se descobriu que  Francisco viera das trevas, Eliane estava morta, covardemente assassinada pelo homem a quem amara e acolhera.
Leia mais no Blog do Thame

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Acossado por denúncias do colega Ruy Machado (PRP), o presidente da Câmara de Vereadores, Clóvis Loiola (PPS), prepara um contragolpe. Nesta manhã, determinou à sua assessora Laurinda dos Santos que investigue todas as ausências injustificadas do seu oponente, nas sessões legislativas.
O maior interesse recai sobre o período de outubro a dezembro do ano passado, quando Ruy faltou a quase todas as sessões. Neste período, o vereador do PRP foi submetido a uma cirurgia cardíaca e se afastou das atividades legislativas. Porém, não comunicou à Casa nem permitiu que o suplente, Ricardo Xavier (PMDB), assumisse a vaga no período de convalescença.
Utilizando-se do Regimento Interno da Casa, Loiola quer cassar Ruy Machado. O regimento configura as faltas injustificadas como quebra de decoro e prevê a cassação de mandato neste caso em específico. Fato é que Loiola acredita ter dado o bote certo. Só espera que a “picada” seja fatalíssima.
Como para tudo existe um porém, lá vai: Loiola terá de mobilizar em seu favor dois terços dos votos da Casa para ver Ruy sem mandato. Vai conseguir, Lhoiola?

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Vane fica no PT (Foto Duda Lessa).

Na entrevista que concedeu ao radialista Cacá Ferreira (leia mais aqui), o vereador Claudevane Leite disse que sua relação com o PT voltou aos bons tempos e que os dirigentes municipais entenderam que a sua ausência de alguns eventos do partido se deve às atribuições tanto do mandato como da direção do Instituto Renascer.
“Vane do Renascer” garantiu que continuará no PT, apesar do assédio de outras legendas. “É o melhor partido”, definiu. Além de avaliar a gestão da presidência da Câmara, Vane analisou o governo do prefeito Capitão Azevedo (DEM).
Ele fez críticas à gestão por gastar mais de R$ 500 mil para a contratação de atrações musicais que se apresentaram na Festa do Centenário. Mas, para ele, o governo está acertando os passos, depois do traumático primeiro ano. O vereador, que cultiva ótima relação com Azevedo, deu nota 5 à gestão do democrata.

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O vereador itabunense Claudevane Leite (PT) fez as vezes de professor durante entrevista concedida na manhã desta quarta-feira, no programa do radialista  Cacá Ferreira (Rádio Nacional AM 870). O petista mandou o “aluno” Clóvis Loiola, presidente da Câmara de Itabuna, direto para a recuperação, sem direito a conselho de classe.
Na opinião de Vane, como o vereador é mais conhecido, o presidente está metendo os pés pelas mãos na gestão da casa e tem exagerado nos gastos com combustível e restaurante. As despesas já superam as do antecessor de Loiola na presidência, o ex-vereador Edson Dantas, que teve contas rejeitadas pelo TCM.
“A nota que dou a ele é 2”, declarou Vane, cuja avaliação tem o peso de ter sido feita por quem é considerado uma das figuras mais respeitadas da Câmara Municipal de Itabuna.

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Do site Cia da Notícia
O prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo, desistiu, de vez, de alterar o nome da principal avenida comercial da cidade: a avenida do Cinquentenário.
Capitão Azevedo tinha como ideia fixa o envio de um projeto de lei à Câmara de Itabuna com a finalidade de renomear a avenida de Centenário. Entretanto, o prefeito foi alvo de críticas de vereadores e diversos setores da sociedade, fazendo-o repensar seu projeto.
Mesmo assim, o prefeito Capitão Azevedo não desistiu de “batizar” outra avenida de “Centenário”. Para isso, determinou aos colaboradores a abertura de uma ampla avenida, com início na BR-101, passando pelo fim de linha do São Caetano, cortando o bairro Fonseca e São Judas, até chegar à margem do rio Cachoeira, no antigo Mutucugê.
Clique aqui e leia matéria na íntegra

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Ruy Machado quer saber aonde foi parar o dinheiro do empréstimo consignado

Definitivamente, a Câmara de Vereadores de Itabuna retomou os trabalhos em clima de guerra, tanto que já tem gente sugerindo alguma ação espiritual para espantar a energia negativa que circula naquela casa.
O fato é que, depois da intervenção branca no Departamento de Recursos Humanos, vem ocorrendo uma sucessão de problemas jamais vista. Teve briga do presidente Loiola com o diretor administrativo, troca de sopapos entre radialista e assessor do primeiro-secretário e a última pendenga envolve Loiola  e o vereador Ruy Machado.
Nesta segunda-feira, durante a abertura dos trabalhos, Machado estava à caça do presidente, ao qual dirigia adjetivos do tipo que os torcedores mais irados costumam dedicar aos árbitros de futebol.
A confusão entre os dois, segundo Machado, teria a ver com um contrato de empréstimo consignado firmado por este vereador, sendo que a Câmara faz o desconto mensalmente em seu subsídio e deveria repassar o valor à instituição financeira. Há dois meses, porém, o desconto ocorre, mas nada de pagamento ao banco.
Em consequência, Machado teve o dissabor de receber uma carta de cobrança e responsabiliza o presidente da Câmara por esse desconforto. A pergunta feita pelo inadimplente involuntário é óbvia: se o valor foi descontado e não foi para o credor, quem assenhoreou-se do numerário?

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Acusando o governo itabunense de falhar no que diz respeito ao planejamento financeiro, o Sindicato dos Servidores Municipais divulgou nota em que ameaça adotar “todas as providências cabíveis” para que a situação dos funcionários seja regularizada. Até este momento, a categoria encontra-se à espera dos salários referentes ao mês de julho.
Ontem, o secretário da Saúde, Antônio Vieira, revelou ao Pimenta que não há sequer uma previsão de quando sai o pagamento (leia AQUI). É essa a mesma situção de outros setores, exceto a Educação.
Não é demais lembrar que a Prefeitura vem sofrendo sucessivos bloqueios de recursos, por conta de um débito com o INSS, mas nem isso impediu o gasto superior a R$ 500 mil na Festa do Centenário.
“Repudiamos o descaso e a falta de planejamento da Prefeitura, mais uma vez comprometendo os salários dos servidores”, diz o sindicato na nota assinada pela presidente Karla Lúcia. Ela afirma que, entre as medidas que serão tomadas, estão a de procurar o Ministério Público e até deflagrar uma greve.

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O prefeito Capitão Azevedo (DEM) pensava arrumar as malas e partir com destino a Bom Jesus da Lapa. A romaria teve de ser cancelada.
Não pegaria bem o prefeito fazendo turismo “religioso” num período em que o município está sem dinheiro para pagar o salário dos servidores – estes, coitados, sem direito a um pedacinho da rapadura.

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Há pouco, o secretário e vice-prefeito Antônio Vieira informou ao Pimenta que não há previsão sobre quando será pago o salário de julho dos servidores da Saúde. A Pasta tem cerca de 1,7 mil funcionários.
Vieira disse ter acionado as secretarias de Administração e de Finanças e se reunirá com o prefeito Capitão Azevedo (DEM), para saber “quando o salário vai ser pago”.
O blog perguntou se não havia, pelo menos, uma previsão de receita para quitar a folha, mas Vieira foi franco – e direto: “não temos previsão”. Hoje, os pagamentos da Saúde são definidos pelas pastas de Planejamento e de Finanças. E as notícias vindas de lá…

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A polícia civil foi acionada para investigar o sumiço de um feto de cinco meses no Hospital Manoel Novaes, em Itabuna.  A família prestou queixa e conta que o primeiro atendimento após o aborto espontâneo ocorreu no hospital de Ipiaú.
Fabrícia Pires e o feto foram transferidos para o Novaes, em Itabuna. A avó, Valdelice Pires, diz que a filha havia recebido alta. O feto conseguiu sobreviver, mas teria sumido na unidade de saúde.
O sumiço foi denunciado por Valdelice. O Pimenta entrou em contato com o Novaes. A instituição afirmou que emitiria uma nota de esclarecimento sobre o assunto até o início da tarde. Durante toda a manhã, a direção do hospital não retornava aos pedidos de entrevista e esclarecimentos.

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Dizer que o prefeito de Itabuna, Capitão Azevedo (DEM), está sendo disputado por diversas forças políticas não é algo muito verdadeiro. O apoio do líder itabunense está somente na mira de Jaques Wagner (PT) e Geddel Vieira Lima (PMDB), porque o próprio partido de Azevedo se tornou um terreno inóspito para ele.
Se a mágoa com Paulo Souto já era grande, virou afastamento irreversível quando o prefeito decidiu não comparecer à caminhada organizada pelo DEM/PSDB para o presidenciável tucano José Serra em Itabuna. Azevedo não se dá bem com Souto por considerar que ele tentou sabotar a sua candidatura em 2008. Ou, pelo menos, o ex-governador viu o itabunense, naquela época, como um “pangaré” sem a menor chance de chegar à vitória. E o ignorou.
Isolado em seu grupo político, Azevedo insinuou buscar abrigo junto ao PMDB, para onde já foi o ex-prefeito de Itabuna – e ex-Democratas – Fernando Gomes. Mas esse campo também ficou pequeno demais, já que o ex-prefeito tem dado indicações de que pretende ser candidato, mais uma vez, em 2012.
Sobrou o PT, que o prefeito paquera, mas não consuma o ato. Teme ficar desambientado, como alguém que de repente se apercebe numa “festa estranha, com gente esquisita”. E mais: é o partido de Geraldo Simões,que nem nos melhores sonhos do milico apoiaria sua reeleição.
O resumo é que o prefeito de Itabuna movimenta pessimamente as peças nesse xadrez, cujas regras ele desconhece. Como mau jogador, foi reduzindo as próprias opções a cada lance, até se ver totalmente envolvido pelo adversário, que só espera com paciência pelo xeque-mate. É questão de tempo.