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Essa dupla atravessou boa parte do centro da cidade, numa manhã de trânsito caótico, costurando entre carros e ônibus, com essa inusitada carga inflamável e explosiva, um botijão de gás. O carona, além de se equlibrar com o botijão, ainda conferia o celular. Seria uma consulta ao GPS? Se no centro ocorre absurdos como esse, imagine na periferia...
Juracy Magalhães, 11h:15min. Essa dupla atravessou boa parte do centro da cidade, nessa manhã de trânsito caótico, costurando entre carros e ônibus, com uma inusitada carga inflamável e explosiva, um botijão de gás. O carona, além de se equlibrar com o botijão, ainda conferia o celular. Seria uma consulta ao GPS? Se no centro ocorrem absurdos como esse, imagine na periferia…
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Lojistas das áreas centrais de Itabuna estão apreensivos com a falta de manutenção de bocas-de-lobo e bueiros. A chuva rápida de hoje de manhã mostrou a ameaça iminente. As tampas de bueiro não foram páreo para a força das águas, que invadiam as calçadas da Avenida do Cinquentenário e da rua Almirante Barroso.

Carros reduziam a velocidade e pedestres esperavam a chuva passar para poder seguir caminho no cruzamento da avenida com a Almirante Barroso.

A chuva não era forte, durou menos de 10 minutos, mas foi o suficiente para provocar o quadro abaixo. Que a Emasa e a Secretaria de Desenvolvimento Urbano arregacem as mangas. Do contrário, vai ter (muita) gente no prejuízo.

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Cruzamento da Cinquentenário com a Almirante Barroso virou 'lagoa'.
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O MEC autorizou, por meio da portaria número 1321, de 1º de setembro, o funcionamento do curso de Enfermagem na Unime, em Itabuna.

O curso tem previsão de começar já no primeiro semestre de 2010, e oferecerá 150 vagas, sendo 50 no turno matutino e 100 no vespertino. O próximo vestibular da instituição, em 25 de outubro, já oferecerá Enfermagem como opção.

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Pense num absurdo.

Pensou?

Em Itabuna, um supervisor de combate à dengue denunciou uma agente que falsificava relatórios e dava como inspecionadas casas que não recebiam a sua visita (a dela, claro!).

Agora, imagine uma situação dessas no município campeão de dengue em todo o estado. Se o leitor pergunta o que fez a coordenação de combate a endemias (dengue, no caso) e o secretário municipal de Saúde, Antônio Vieira…

Lá vem o mais o absurdo: Vieira decidiu punir o denunciante, que desmascarou a prática da agente, munido de provas substanciais e robustas. Mas nada disso adiantou. Vieira foi impiedoso. Com o denunciante, claro.

Em tempo: Itabuna registrou mais de 14 mil casos de dengue apenas em 2009.

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Itabuna terá orçamento de R$ 280.117.664,72 em 2010, de acordo com projeto de lei lido nesta quarta-feira, na Câmara de Vereadores. O montante é R$ 56 milhões superior ao deste ano (R$ 224,9 milhões). De acordo com a assessoria de comunicação do Legislativo, a Câmara divulgará edital estabelecendo os prazos de tramitação do projeto de lei orçamentária. Além de vereadores e entidades, cidadãos também podem apresentar emendas ao Orçamento 2010.

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Que Eunápolis está entre os municípios baianos que mais crescem nos últimos anos, não há dúvida. E surge mais um dado importante para reforçar essa imagem. Ontem, enquanto era assinado contrato para a construção de 992 casas do programa Minha Casa, Minha Vida em Itabuna, Eunápolis assegurava início imediato e recursos para 1.500 moradias no programa federal de habitação.

Outro exemplo: Itabuna ainda anunciava intenção de ter uma loja do Carrefour, o Atacadão, e Eunápolis já acelerava. A loja foi inaugurada há quase dois meses. O que estaria faltando à velha “Tabocas”?

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Finalmente, após oito longos anos, parece que sairá a reforma do calçadão da Ruy Barbosa, no centro. O projeto de reforma é ensaiado desde o início da gestão de Geraldo Simões (2001-2004), e teve outras ‘ameaças’ no último governo de Fernando Gomes. Agora, parece que sai do papel.

Nem o secretário da Indústria e Comércio, Carlos Leahy, ‘se solta’ ao comentar sobre a reforma. “Até novembro sairá o piso. O restante, vamos fazer em seguida. Nossa vontade é aprontar para o período natalino. Vamos trabalhar”.

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Hoje seria realizada a segunda votação do decreto legislativo que obriga o governo a fazer o ressarcimento integral (25 dias, no mês de julho) do contestado aumento  na tarifa de água.

A primeira votação foi na semana passada, quando o governo levou a melhor, em uma sessão em que estiveram ausentes os vereadores Ricardo Bacelar (PSB), Gerson Nascimento (PV), Milton Cerqueira (DEM) e Ruy Machado (PRP).

E foi justamente por causa da ausência do vereador Roberto de Souza que o decreto não pôde ser votado pela segunda vez, hoje. Pelo regimento da Câmara, a ausência do proponente impede a realização da votação da matéria. Mas o governo, que tinha a vitória como certa, se vingou.

Quer pegar o parlamentar pelo bolso. O líder do governista na Casa, Milton Gramacho (PRTB), cobrou do presidente da Mesa Diretora, Clóvis Loyola, o corte no ponto do vereador faltoso. O presidente prometeu “cumprir a lei”, o que significaria uma mordida de 25% nos vencimentos de Souza.

Resta saber como ficarão os salários dos que faltaram na primeira votação – fala-se, aqui, dos que não deram justificativa. O imbróglio está longe do fim. Para entender o ‘processo’, clique aqui e aqui.

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Giltânia Menezes: luta é para garantir a qualidade dos projetos

A gerente de Desenvolvimento Urbano da Caixa, Giltânia Menezes, é o que se pode chamar de guardiã da qualidade do programa Minha Casa, Minha Vida em Itabuna. Com seu jeito delicado, esconde uma tenacidade que aflora nas negociações com as construtoras interessadas no programa, que é financiado pelo governo federal – dinheiro público, amigos – por meio da Caixa Econômica Federal.

O Pimenta teve dois dedos de prosa com a ‘beque central’ do programa em Itabuna, durante a cerimônia de assinatura do contrato de R$ 40,5 milhões, ontem à noite. E ela não dá mole, mesmo. “Temos brigas memoráveis com as construtoras, mas são para garantir a melhor qualidade possível dos imóveis”. Sobre o Minha Casa, Minha Vida, leia também o bate-papo com a coordenadora nacional do programa, Maria del Carmen, publicada aqui no blog há duas semanas. Confira, a seguir, a conversa com Giltânia Menezes.

Qual o diferencial dessas casas do programa, em termos de qualidade, em comparação com outros projetos que o governo financiava até pouco tempo atrás?

A qualidade, em si, dos projetos já é um grande diferencial. Mas nós temos brigas memoráveis com os construtores para garantir projetos mais humanos, que atendam às necessidades dos beneficiários, como áreas de lazer, espaços para prática de esportes. Tem que ser um projeto que garanta uma convivência e integração entre as pessoas que vão participar.

E tudo isso está previsto nesse projeto que foi assinado hoje?

Com certeza. Imagine que nesse projeto que aprovamos para 992 casas no São Roque, serão cerca de cinco mil pessoas morando numa mesma área. Essas pessoas tem necessidades específicas, mas todas necessitam desses equipamentos de lazer, como quadra de esportes, campo de futebol, parque infantil.

O que é levado em conta para se aprovar um determinado projeto e não outro?

O que buscamos e não abrimos mão é um projeto que priorize a humanização dos espaços, ofereça imóveis dignos e respeite as pessoas. Não é porque são imóveis subsidiados pelo governo que devem ser indignos. E nesse aspecto, lutamos pelo máximo. O programa já exige que as casas sejam construídas em áreas urbanizadas, próximo ao comércio, com acesso a farmácia, postos de saúde, supermercados entre outros equipamentos urbanos.

Existe um protocolo ou o construtor que oferecer o melhor projeto leva?

A gente tem uma máxima que diz o seguinte: se for projeto para quem ganha na faixa dos quatro a dez salários mínimos, essas especificações vão ser as que o mercado assimilar. Mas quando é para quem ganha de zero a três salários, é o governo quem determina a qualidade mínima a ser exigida. Claro que lutamos para elevar isso, e aí entra a nossa capacidade de negociação.

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Dirigentes da CDL, Sindicom e ACI com o Senac, hoje.
Dirigentes da CDL, Sindicom e ACI com o Senac, hoje.

A implantação de uma unidade fixa do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) em Itabuna foi discutida há pouco, no Hotel Tarik, por por representantes de entidades empresariais e a assessora do Senac, Angélica Leahy.

A reunião foi puxada pela Associação Comercial e Empresarial de Itabuna (Acei), que convidou o secretário de Indústria, Comércio e Turismo, Carlos Leahy, para participar das discussões, além de representantes do Sindicom e CDL.

Segundo adiantou ao Pimenta o presidente da Associação Comercial, Eduardo Fontes, o primeiro passo será conseguir um espaço físico para a instalação definitiva do Senac no município.

– O Senac virá, e a única dúvida até aqui é onde será instalado. Vamos tentar com a prefeitura um espaço físico.

O Senac oferecerá vários cursos de qualificação profissional. Segundo Carlos Leahy e Eduardo Fontes, alguns dos cursos são de hotelaria, bar e restaurante, manicure, cabeleireira, estética, corte e costura (alta costura e moda praia) e informática voltada para trabalhadores das áreas de atendimento e recepção.

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Foi suspensa a abertura das propostas técnicas das agências de publicidade que disputam a conta da prefeitura de Itabuna. A abertura estava prevista para esta quarta, 7. Uma das agências desclassificadas na fase de habilitação de documentação, a Publix, entrou com recurso contra o resultado da primeira etapa concorrência de R$ 1,8 milhão.

Na fase de análise de documentação, foram habilitadas apenas as agências Ok Comunicação, Ativa Propaganda (ambas de Feira de Santana), Rocha Comunicação e Tourinho Publicidade (estas, de Salvador). A abertura das propostas ocorrerá após julgamento do recurso.

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O Pimenta publicará, a partir desta semana, um diagnóstico do sistema de saúde de Itabuna. A realidade é dura. Relatos, números revelam que o setor regrediu nos últimos nove meses. Os dirigentes municipais se perdem em brigas internas (e públicas!).

A rede é afetada por uma total falta de controle que atinge a ponta, quem mais precisa: o cidadão dependente do atendimento oferecido pelo SUS. O retrato obtido a partir de levantamentos em unidades básicas de saúde e do relato sofrido de pacientes-vítimas comprovam que o município conseguiu piorar o que já era ruim.

O quase-fim das filas nas unidades de saúde revelou-se uma quase-farsa. Se não isso, sobraram intenções, faltaram ações. As pessoas saíram das filas visíveis nas unidades de saúde para aguardar o atendimento determinado pela central de regulação. A espera agora é em casa. Espera-se por uma ligação que nunca acontece. A ida ao posto de saúde é seguida de frustração.

Pacientes com suspeitas de câncer esperam até mais de três meses para fazer uma biópsia. O drama é seguido de um calote milionário que atinge a rede de serviço, desemprega pessoas e deixa a cidade (ainda) mais doente.

Os problemas são muitos e impedem o município de retornar, à gestão plena da saúde, perdida em setembro do ano passado. Mais do que apontar problemas, a intenção é apresentar caminhos para uma melhora do sistema.

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O projeto de 992 apartamentos dos conjuntos residenciais Pedro Fontes I e II, do programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, fez o prefeito Azevedo sorrir de orelha a orelha. Mais que isso, fez o velho capitão ver estrelas.

Não é pra menos. O município não vai entrar com um centavo na construção das casas, mas vai levar um lucro enorme. O projeto, de R$ 40,5 milhões, será totalmente financiado pelo governo federal, através da Caixa. Quem vai inaugurar as obras, daqui a um ano?

Diante desse mamão com açúcar, Azevedo não resistiu. “No começo era só crise, dengue, só tinha notícias ruins. Agora a estrela brilhou, e podemos faturar as coisas boas”, comemorava, hoje à noite, durante a cerimônia de assinatura do mega contrato da FM Construtora com a Caixa.

As obras começam no início da próxima semana, com a contratação de cerca de mil trabalhadores, no próprio local, no bairro São Roque. “O escritório será no próprio canteiro. Todos terão carteira assinada”, afirmou Fernando Sampaio Melo, da FM Construtora.

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Será assinado, daqui a pouco, às 19 horas, no escritório de negócios da Caixa Econômica Federal, o contrato de construção de 1.000 unidades habitacionais do programa Minha Casa, Minha Vida. As casas serão construídas próximo aos bairros Antique e São Roque.

O programa do governo federal disponibiliza moradias a preços subsidiados para três categorias de beneficiários (famílias que tem renda de zero a três salários mínimos, as que ganham de três a seis e as da faixa dos seis a 10 salários).

Cada uma deve atender a alguns requisitos, como nunca ter possuído residência, além de alguns critérios sociais, como número de filhos, para as da faixa de zero a três salários. O contrato, no valor de R$ 40 milhões, será executado pela FM Construtora.

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Jairo: feriado e reflexão em Itabuna.
Jairo: feriado e reflexão em Itabuna.

O itabunense vai poder curtir dois feriadões prolongados em outubro. Um acordo firmado entre empregados do comércio e o sindicato patronal, avalizado pelo prefeito Capitão Azevedo (DEM), antecipa de 30 para 19 de outubro o feriado do Dia dos Comerciários. Além desse feriadão, o outro é o da próxima segunda-feira, 12, Dia da Padroeira do Brasil.

O decreto que antecipa do Dia dos Comerciários ainda será publicado pelo município. Os empregados do comércio local vão participar de um dia com torneio de futebol (o Caixeiral) e shows musicais, no Itabuna Esporte Clube. Os eventos serão promovidos pelo Sindicato dos Comerciários.

Jairo Araújo, presidente do sindicato, antecipa que o dia marcará o lançamento da campanha salarial da categoria. Neste ano, os comerciários pregam redução da jornada de trabalho, mais empregos e melhor piso salarial. Jairo promete jogar duro contra empresas que não respeitar o feriado.