Diz o senso comum que as esquinas foram reservadas a quem nada tem a fazer – ou a quem vive de fazer vida. Depende do lugar e do ângulo de quem fala do que se vê. Se for na esquina da praça Adami com a avenida do Cinquentenário, por exemplo, pode-se visualizar um belo e histórico painel que retrata a civilização cacaueira.
Ontem e hoje, por exemplo, a visão da obra de arte não se dá por inteiro, para desgosto de Genaro de Carvalho, Luiz Conceição, Cyro de Mattos e outros tantos. Não é camelô, ambulante ou qualquer outro “ante” nem banca de jornal. O que tira a visão é uma faixa (bem escrita que só!) colocada e autorizada pela prefeitura de Itabuna, aquela mesma que agiu para tornar o painel livre aos olhos de todos.
Uma pena.

















