Concurso da PF abre mil vagas para diversos cargos || Foto Divulgação
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A Polícia Federal divulgou, nesta terça-feira (20), edital do novo concurso público para o preenchimento de 1.000 vagas em diversos cargos . As oportunidades são para delegados (120 vagas), peritos (69), agentes (630), escrivães (160) e papiloscopistas (21).

As inscrições serão abertas na próxima segunda-feira (26) e prosseguem até o dia 13 de junho. As taxas para participar do concurso variam de R$ 180,00 a R$ 250,00. Mas os candidatos que preenchem os requisitos para baixa renda podem solicitar a isenção do valor, no período de 26 de maio a 2 de junho. Os salários variam de R$ 14.164,81 a R$ 26.800,00.

As provas objetivas e discursivas estão previstas para o dia 27 de julho. Os candidatos serão submetidos a prova objetiva, prova discursiva, exame de aptidão física, avaliação médica, prova oral (para o cargo de delegado), avaliação psicológica, avaliação de títulos e investigação social.

A prova objetiva para o cargo de delegado terá a duração de 3h30min e será aplicada no turno da manhã. Já a prova discursiva terá a duração de 5 horas. A prova objetiva e a prova discursiva para os cargos de perito criminal, escrivão, agente e Papiloscopista policial terão a duração de 4h30min. Acesse aqui o edital.

Inscrições: de 26 de maio a 13 de junho

Taxa de inscrição:

a) Delegado de Polícia Federal: R$ 250,00;
b) Perito Criminal Federal: R$ 250,00;
c) Escrivão de Polícia Federal: R$ 180,00;
d) Agente de Polícia Federal: R$ 180,00;
e) Papiloscopista Policial Federal: R$ 180,00.

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O Sindicato dos Peritos Criminalísticos da Bahia divulgou nota, na qual aponta falta de habilidade do governo estadual para negociar politicamente uma saída para a crise instalada a partir da greve dos policiais militares. A entidade observa que “a sociedade baiana se encontra refém do caos”, mas discorda da “conotação marginal” que o governo dá ao movimento grevista.
Os representantes dos peritos criminais reconhecem que há exageros nas ações de alguns policiais e defende que os abusos sejam apurados, e seus responsáveis punidos pelos excessos cometidos. Mas reforça que a greve é justa e conclama o governo a sentar na mesa de negociação. De acordo com o sindicato, “as entidades de classe têm muita dificuldade de dialogar com este governo”.
A entidade avalia que a demora do governo em negociar gerou “o desfecho lamentável da greve”, que hoje completou sete dias e produziu uma situação de caos, mortes e milhões em prejuízos materiais na capital baiana e em cidades do interior.