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preco-gasolinaA gasolina terá reajuste de 4% e valerá já nas primeira hora deste sábado (30), conforme fato relevante divulgado pela Comissão de Valores Imobiliários (CVM). O diesel também terá reajuste. A majoração será de 8%.

Este será o terceiro reajuste do diesel neste ano. Antes, subiu 6,6% em janeiro e 5,4% em março. O reajuste para a gasolina e o diesel foi definido em reunião do conselho da Petrobras hoje.

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Rui Costa fala de sucessão estadual.
Rui Costa fala de sucessão estadual.

O secretário da Casa Civil, Rui Costa, disse hoje (31) que o governador Jaques Wagner anunciará o candidato do PT à sucessão estadual até o final deste ano.

A decisão, segundo Rui, será tomada a partir do diálogo com os partidos da base aliada, movimentos sociais, lideranças e prefeitos. “Juntos com todos eles será formado um juízo de valor para até o final do ano definir quem será o candidato”.

Rui Costa, que foi eleito deputado federal, é um dos pré-candidatos a governador pelo Partido dos Trabalhadores. Na disputada interna há também o secretário de Planejamento da Bahia, José Sérgio Gabrielli, o senador Walter Pinheiro e o ex-prefeito de Camaçari e ex-presidente da UPB Luís Caetano.

Por outros partidos, também pretendem se candidatar – com o apoio do governador – a senadora Lídice da Mata (PSB) e o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Marcelo Nilo (PDT). Outro nome ventilado é o do vice-governador, Otto Alencar (PSD). Rui Costa expôs o plano do PT durante entrevista ao programa Acorda Pra Vida (Tudo FM).

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Gabrielli durante evento em Itabuna (Foto Marcos Souza/Pimenta).
Gabrielli em Itabuna (Foto Marcos Souza/Pimenta).

O ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli disse que os ataques da oposição ao período em que ele comandou a estatal do petróleo têm como foco não a disputa estadual de 2014, da qual se revela pretendente a sucessor do também petista Jaques Wagner. O alvo, para ele, é a gestão da presidente Dilma Rousseff.
– Essa é uma questão nacional que nada tem a ver com a disputa local. É nacional, em relação à Petrobras. O PSDB e a oposição ao Governo Dilma estão querendo bombardear a Petrobras, e não a minha gestão. O foco não sou eu – disse em entrevista ao PIMENTA.
Gabrieli diz que a empresa saiu de um lucro médio de R$ 1,1 bilhão com os tucanos, em 2002, para R$ 25 bilhões sob o período Lula-Dilma Rousseff. E aproveita para se capitalizar. “Os cinco maiores lucros obtidos pela Petrobras foram sob a minha direção”. Para ele, os tucanos “estão falseando a realidade” financeira da Petrobras.
O secretário é um dos nomes petistas na disputa à sucessão do governador Jaques Wagner. Gabrielli é apontado como o queridinho de Lula ante nomes como os de Walter Pinheiro e Rui Costa, este último com o apoio de Wagner.
Também de olho em 2014, o homem do Planejamento iniciou périplo pelo estado há dez dias. O pretexto é discutir problemas e soluções nos quase 30 territórios de identidade da Bahia. De quebra, aproveita para vitaminar o próprio nome, colocando-se em contato com líderes políticos e comunitários, a exemplo do que ocorreu em Itabuna, no projeto “Diálogos Territoriais”, com a companhia dos deputados Geraldo Simões e Rosemberg Pinto, que defendem o nome de Gabrielli na sucessão estadual.
Confira a entrevista.
Blog Pimenta – Como esta série de diálogos pode ser útil à sociedade e ao governo?
José Sérgio Gabrielli – Esse Diálogo permite troca de opiniões sobre o que foi feito e qual é a visão que o seu território tem dos seus principais problemas. Isso vai fazer com que nós processemos essas informações e reorientemos as ações de governo, além de observar no que essa reorientação pode implicar nas ações da gestão.
BP – O que foi identificado de deficiências na atuação do Estado no Território Litoral Sul?
JSG – Senti muito uma visão de que o governo está fazendo as obras estruturantes, que as grandes questões estão sendo tratadas pelo governo, mas há uma diferença entre os pequenos e os grandes municípios da região. O governo está precisando dar um pouco mais de atenção a essas questões internas do Litoral Sul, especialmente aos municípios menores.
gabrielli jan1 foto marcos souza www.pimenta.blog.br

PORTO SUL – Esse processo não está parado, está em andamento. Está mais lento que nós gostaríamos, mas não está parado.  [A lentidão] É resultado da legislação brasileira e da ação do Ministério Público Federal.

BP – A lentidão no andamento do projeto Porto Sul tem sido ponte de fortes críticas ao governo. A Bamin reivindica a cessão da área do terminal privativo. Por que essa cessão não ocorreu até agora?
JSG – Olha, existe um processo de licenciamento ambiental que está sendo contestado pelo Ministério Público Federal e pelos órgãos ambientais. Pontos foram defendidos, foram feitas várias audiências. A licença-prévia saiu e temos que atender uma série de condicionantes.  Esse processo não está parado, está em andamento. Está mais lento que nós gostaríamos, mas não está parado.  [A lentidão] É resultado da legislação brasileira e da ação do Ministério Público Federal.
BP – A cessão não pode ocorrer enquanto não sair o licenciamento?
JSG – Na licença-prévia, você tem uma série de condicionantes, que estão sendo encaminhadas. Eu não concordo com a ideia de que estamos parados. Gostaríamos de maior rapidez, mas temos limitações que fogem ao nosso controle.
BP – Agora, falando de processo eleitoral: o PT fez reunião para discutir 2014 e o nome do senhor está incluído.
JSG – Mais importante que os nomes, o PT reafirmou a legitimidade de ter um candidato a governador. Essa é a questão central. Vamos maturar os nomes e o processo de definição.  Acho que está muito cedo para definir quem é o nome, mas o partido reafirmou, corretamente, que tem condições políticas para dar continuidade ao governo Wagner, que é do PT, e vem conduzindo de forma magnânima a ampla a base de sustentação.
Gabrielli foto Marcos Souza jan2 www.pimenta.blog.br

 

Elegemos 92 prefeitos na Bahia, temos as maiores bancadas de deputados. Por isso, [o PT] tem toda a legitimidade e vários nomes a ofertar para ser o sucessor de Wagner.

 
 
BP – E a viabilidade?
JSG – O PT tem viabilidade eleitoral porque teve um milhão de votos a mais que o segundo partido mais votado na disputa a prefeito [em 2012] no Brasil, elegemos 92 prefeitos na Bahia, temos as maiores bancadas de deputados estaduais e federais. Por isso, [o PT] tem toda a legitimidade e tem vários nomes a ofertar para ser o sucessor de Wagner.
BP – Falando do senhor, o bombardeio contra os resultados da sua gestão na Petrobras não seriam um complicador na pretensão de ser o nome do PT?
JSG – Olha, essa é uma questão nacional que nada tem a ver com a disputa local. É nacional, em relação à Petrobras. Acho que o PSDB e a oposição ao Governo Dilma estão querendo bombardear a Petrobras, e não a minha gestão. O foco não sou eu.

Gabrielli foto Marcos Souza jan2 www.pimenta.blog.brA Petrobras não está em crise. Uma empresa que teve R$ 21 bilhões de lucro em 2012, [projeta] 236 bilhões de dólares de investimentos para os próximos anos e está produzindo 300 mil barris/dia no pré-sal não pode ser caracterizada como empresa em crise.

 
BP – Mas não refletiria no nome do senhor e nas suas pretensões?
JSG – Eu venho afirmando claramente que a Petrobras não está em crise, não está com problemas. Uma empresa que teve R$ 21 bilhões de lucro em 2012, [projeta] 236 bilhões de dólares de investimentos para os próximos anos, que está fortemente caminhando para crescer na produção e já está produzindo 300 mil barris por dia no pré-sal não pode ser caracterizada como uma empresa em crise. Essa é a questão central. Estão falseando a realidade [da Petrobras].
BP – Como se explica o fato de a empresa deixar de ser a de maior valor do Brasil?
JSG – Mas ela foi a de maior valor comigo. Os cinco maiores lucros obtidos pela Petrobras foram sob a minha direção. Eles estão comparando com 2008, quando eu era presidente. Por que não comparam com 2002, quando eles mandavam na Petrobras e o lucro era de R$ 1,1 bilhão e, agora, o lucro médio dos últimos anos é de R$ 25 bilhões?
BP – Retornando à disputa de 2014, o senhor acha que o nome a ser escolhido na base terá como vencer diante das insatisfações regionais com o governo estadual?
JSG – Olha, as eleições de prefeito demonstraram que o PT teve um milhão e 100 mil votos na Bahia. O PMDB elegeu pouco mais de 40 prefeitos, o PSDB elegeu 9. A base do governo elegeu 340 prefeitos. Então, não vejo como o eleitor está demonstrando que é contra o governo.

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Deputado diz que Gabrielli realizou administração progressista na Petrobras
Deputado diz que Gabrielli realizou administração progressista na Petrobras

O deputado federal Josias Gomes (PT) utilizou seu blog para fazer uma defesa veemente do correligionário José Sérgio Gabrielli, secretário do Planejamento da Bahia e um dos possíveis nomes para a sucessão de Jaques Wagner.
Gabrielli vem sendo criticado pela oposição em virtude do contrato feito com uma consultoria americana para elaboração do projeto de análise da ponte Salvador — Itaparica. Pelo serviço, o governo baiano pagou R$ 40 milhões, com dispensa de licitação.
Josias Gomes vê nos ataques uma tentativa de fragilizar o nome de Gabrielli. Para o deputado, o secretário, que comandou a Petrobras, foi responsável por “uma das administrações mais progressistas” da estatal.
Sobre a atuação do correligionário no Planejamento, Gomes afirma que Gabrielli “vem colaborando com o ritmo desenvolvimentista do governo de Jaques Wagner”.

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LÍNGUAS BLINDADAS CONTRA OS BÁRBAROS

Ousarme Citoaian | ousarmecitoaian@yahoo.com.br

Com o crescimento da informática, o inglês expandiu-se, consagrando seu império com a invasão de línguas indefesas como o português do Brasil. Se a gentil leitora pensa que isto é regra mundial, não vá pensando, pois não é. O francês e o português de Portugal (não sei de outras ocorrências, mas suponho que as há) usam uma espécie de blindagem contra os bárbaros: seus vocabulários não têm a tolerância da Casa d´Irene, onde qualquer palavra estrangeira entra sem pedir licença. Ouvi de um linguista dos mais novidadeiros que toda língua sem as portas abertas a tais contribuições está condenada à morte. Duvido. Se fosse assim, o português de Camões já teria batido as botas, de braço dado com o francês de Gustave Flaubert.

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Mouse é “rato” em Portugal e na França

O termo online não foi absorvido por aquelas línguas, como ocorreu aqui: o francês diz “em linha” (en ligne); o português, também.  Outro exemplo: mouse, em Portugal, virou rato; na França, souris (rato); o inglês site é, em terras d´além-mar, sítio; entre os franceses, idem (site). Uma lembrança anterior à informática me sopra a palavra nylon: o francês conservou a grafia, mas adaptou a pronúncia para… nilón! São línguas que se respeitam e se defendem. Tivemos aqui, lá pelo início dos oitenta, discussão a propósito de falarmos Sida (Síndrome de imunodeficiência adquirida) ou Aids (Acquired immune deficiency syndrome), venceu a segunda, de goleada. Colonizados acham que até doença fica chique, desde que in English.

Os jogos de 2016 serão “paraolímpicos”

Há poucos anos, o governo resolveu chamar a Petrobras de Petrobrax, tontice abortada a tempo. Agora, o Comitê Olímpico Internacional (COI) inventou o termo paralímpico, em substituição a paraolímpico, mas o ministro Aldo Rebelo, dos Esportes (ardoroso defensor da língua portuguesa), subiu nas tamancas e convenceu a presidenta Dilma a não adotar essa bobagem, de sorte que em todos os documentos e peças publicitárias para 2016 o governo grafará Jogos Paraolímpicos, e não Paralímpicos, como querem os novidadeiros. João Ubaldo Ribeiro também desceu a ripa em paralímpico, mas, mesmo assim, é possível que a coisa pegue, pois a TV Globo (que criou o récorde) parece que já adotou a nova moda. Eu, sem brilho, mas sem medo, sou contra.

A PREMONIÇÃO DE FERNANDO LEITE MENDES

Tocam a campainha na casa de Fernando Leite Mendes, no Rio, ele vai atender. Era um fotógrafo do Correio da Manhã, confuso e, pelo sotaque, português: “– O senhor Júlio está?” “– Aqui não mora nenhum Júlio”. O homem saiu, e logo voltou. “– Perdoe-me a insistência, mas eu qu´ria falar com o senhor Júlio de Castilhos…”  “– Ah, o doutor Júlio de Castilhos não sabia que o senhor viria procurá-lo e morreu há exatamente 60 anos, em 1903. Se soubesse, talvez tivesse esperado”.“– Ora, pois, então esta não é a Rua Dr. Fernando Leite Mendes?” “– Ainda não, mas deverá ser daqui a 60 anos”. Fernando virou nome da rua, 48 anos depois (a história é contada pelo jornalista Sebastião Nery).

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Alberto Hoisel: “Lei, te emendes!”

Em não identificado momento dos anos sessenta, Alberto Hoisel, grande poeta satírico e boêmio juramentado de Ilhéus, está “fazendo o Rio de Janeiro”, em companhia do amigo e não menos boêmio Fernando Leite Mendes. Na boite Night and Day (1º andar do Hotel Serrador),  então o endereço dito obrigatório da boemia de bom gosto, Alberto, entre um gole e outro, anota num guardanapo esta bela quadrinha, com um trocadilho que é um achado: “Lei! Tu sempre foste errada,/ Por isso ninguém te entende…/ E sem que faça piada, / Eu te digo: ´Lei, te emendes!…´” (a história está em Solo de trombone – ditos & feitos de Alberto Hoisel, de Antônio Lopes). Faltou dizer que FLM é nome de rua também em Salvador, onde nasceu.

A FALTA QUE FAZ O DICIONÁRIO “POÉTICO”

Uma amiga me inquire a respeito de palavras “poéticas” – se há termos adequados para escrever poesia. Pelo que entendo, não. Dizer que sim seria admitir a existência de um dicionário apropriado para os poetas, de sorte que bastaria adentrar a livraria, comprar a última edição revista, atualizada e ampliada, depois sair por aí desembestado a escrever sonetos, elegias, odes, éclogas, epopeias, versos concretos, abstratos, brancos, pretos (ou afrodescendentes?) e o que mais nos desse na telha. Isto já nem seria um dicionário, mas uma usina de talentos, fabricando, como em desenfreada linha de montagem, drummonds, camões, cecílias, florbelas e bilacs à mancheia (para fazer o povo pensar).

As palavras estão à nossa disposição

Na falta desse livro mágico, é tratar de combinar palavras, extraindo-lhes ritmo, imagem, som e, às vezes, fúria. Vejam que elas são as mesmas à disposição de todos, e apesar disso não há em cada esquina um Castro Alves. É questão de saber usá-las. Algo parecido acontece com as notas musicais: são apenas sete (se abstrairmos os bemóis e sustenidos), mas sua combinação oferece os mais surpreendentes efeitos: de tão poucos recursos é possível fazer arrocha, “música baiana”, jazz, samba, Tom Jobim e a Quinta Sinfonia de Beethoven, para não citar muitos exemplos. A Quinta, aliás, me soa adoravelmente simples, ao menos no início do primeiro movimento – a parte que todo mundo conhece.

O destino (ou a morte) batendo à porta

A anedota de que as quatro notas que abrem a peça (tente sol-sol-sol-mi) significariam o destino (ou a morte!) batendo à porta carece de valor científico: um ex-secretário do velho Ludwig, aspirante à notoriedade, teria inventado estas e outras inverdades a respeito do músico, após o desaparecimento deste. Outra curiosidade: as três notas iniciais (três sons breves e um longo) correspondem à letra V no Código Morse. Não por acaso, a Quinta foi executada pela BBC de Londres, em 1965, logo após a morte de Winston Churchill – o estadista britânico usava o V (de Victory/Vitória) como gesto de incentivo a todo foco de resistência à agressão nazista.

(O.C.)

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Quando participou da solenidade de apresentação do conjunto de uniformes do Itabuna em janeiro, o prefeito Capitão Azevedo (DEM) prometeu ajuda ao time na disputa do Baianão 2012. A promessa foi feita para uma plateia selecionada e diante de microfones de emissoras de rádio locais. Ontem, Ricardo Xavier, presidente do clube, afirmou que nada pingou até agora. O prefeito está inadimplente com o Itabuna.
Mas Azevedo não está sozinho na lista dos devedores, conforme Xavier. À relação, juntam-se Petrobras e Ambev (Brahma), que expõem placas de publicidade no estádio Luiz Viana Filho (Itabunão). Por enquanto, tá tudo no “0800”. E o dinheiro da Embasa, R$ 150 mil prometidos? Também não…
A mídia esportiva local sugere que o prefeito Azevedo, pelo menos, trabalhe para que um grupo de empresas invista no Azulino, numa operação para evitar que a vaca não fique – de vez – no brejo. Sim, ficar, pois ontem o time assumiu a lanterna do Baianão (relembre).
O não-cumprimento da promessa do prefeito é visto como resultado de “picuinhas” políticas. Talvez também seja reflexo das “picuinhas” o fato de o placar eletrônico do Itabunão, inaugurado em julho do ano passado, até agora não funcionar, mesmo estando já na décima rodada do Baianão 2012.
Tá feio, senhores.

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Rosemberg defende Gabrielli como nome do PT em 2014 (Foto Marcos de Souza/Pimenta).

Amigo pessoal do ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, o deputado estadual Rosemberg Pinto classificou como “surpreendente” a recepção que o ex-gestor teve hoje em Salvador.
Rosemberg, que não esconde o desejo de ver Gabrielli como o nome do governo em 2014, destacou as centenas de pessoas no aeroporto de Salvador e a presença expressiva de deputados e prefeitos baianos. “Surpreendeu a todos essa manifestação espontânea das pessoas”.
Apontando como um dos líderes da movimentação para que Gabrielli seja candidato ao governo baiano em 2014, hoje Rosemberg disse que antes é preciso tratar de 2012. “Tá muito longe. Precisamos ampliar nosso número de prefeitos (para mais de 100)”, afirmou.
Para 2014, lembrou, é necessário fazer grande exercício de diálogo com os aliados. “Mas é lógico que Gabrielli é um nome, mas a sucessão estadual deve ser discutida a partir de 2013”, afirma. Segundo ele, Gabrielli ficou impressionado com a recepção que teve hoje em Salvador.
– Gabrielli recebeu também grande demonstração de apoio político com deputados como Marcelino Gallo, Zé Neto, Pellegrino, a prefeita Moema Gramacho, os prefeitos de diversos municípios sulbaianos, de Itororó, Itapetinga, Ibicaraí.
Rosemberg observou que o PT tem vários nomes para 2014, mas enfatiza que Gabrielli leva maior vantagem por ter sido testado em nove anos na Petrobras, um e meio como diretor financeiro e sete anos na presidência. “Mas, repito, o momento não é o ideal para debater sucessão. [O ideal] É depois de 2012”.
Dentre os deputados que estiveram na recepção a Gabrielli, o itabunense Geraldo Simões (PT) afirmou nunca ter visto algo parecido para quem “não tem mandato e acaba de sair da direção de uma empresa”.

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Os amigos do “Zé Sérgio” vão recepcioná-lo nesta terça-feira, 14, às 12h30min, no Aeroporto de Salvador. Com direito a faixas e fanfarra.
Zé Sérgio é o ex-presidente da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, substituído no cargo pela engenheira Maria das Graças Foster. Os amigos o definem como alguém simples e avesso a honrarias e ostentações, que, mesmo “dirigindo a maior empresa do país, não deixava de sentar com os companheiros no Largo do Rio Vermelho, de bermuda e sandália havaiana, para jogar conversa fora”.
Depois de receber o Zé, no aeroporto, o grupo segue com ele para o Clube 2004, na Praia de Armação, para uma festa regada a cerveja. Os amigos do Zé frisam que a loira gelada é “por conta de cada um”.

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O ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli concedeu entrevista ao jornal A Tarde, edição desta segunda, e discorreu sobre os nove anos na diretoria da estatal brasileira, política baiana e governo Wagner.
O repórter João Pedro Pitombo pergunta ao economista como avaliou as críticas de adversários como ACM Neto e Geddel Vieira Lima. Sobre o deputado federal – que o chamou de incompetente, Gabrielli afirma que a obra de ACM Neto foi destruir o DEM.
Geddel comparou Gabrielli a um piano de cauda, que talvez não tivesse espaço no governo baiano devido ao tamanho. Gabrielli, talvez lembrando do físico rechonchudo do oponente, das derrotas do peemedebista e do cargo que o peemedebista ocupa na Caixa, tascou:
– É melhor ser um piano de cauda, que é uma coisa boa e bonita, do que ser um barril de gás vazio numa dispensa, que não tem o que fazer.

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Se tem uma coisa que hoje parece certa é que José Sérgio Gabrielli, demitido da Petrobras, não passará nem perto da candidatura a governador da Bahia em 2014. Caso tal ideia já tenha pairado pela cabeça do governador Jaques Wagner, certamente se desfez pela fragilidade de Gabrielli, tanto no aspecto político quanto administrativo.
Em artigo publicado hoje no jornal A Tarde, Samuel Celestino lembra uma definição do velho Toninho Malvadeza para políticos da marca de Gabrielli. “É inelegível”, dizia o velho, e não porque existisse qualquer óbice na justiça eleitoral, mas simplesmene porque o sujeito não tinha voto mesmo.
Se politicamente é um zero a esquerda, administrativamente Gabrielli também não é lá essas coisas. Deixa a Petrobras, de certa forma, pela porta dos fundos e sem prestígio. Não saiu porque quis, para dar prioridade a um projeto político, mas sim porque a presidente Dilma Rousseff já o queria fora do cargo há um bom tempo.
A repercussão do anúncio no mercado financeiro, altamente positiva, com impacto nas bolsas, foi uma demonstração de como o investidor via a gestão de Gabrielli na Petrobras. Um sinal claro de que ele não está com essa bola toda para almejar a condição de candidato à sucessão de Jaques Wagner.
De fato, hoje o chefe da Casa Civil, Rui Costa, encontra-se muito mais próximo de Ondina, pelo patrimônio político acumulado no período em que atuou como secretário das Relações Institucionais, eleito em seguida para deputado federal com expressiva votação. Agora, Costa amplia sua aproximação com prefeitos e lideranças regionais, acumulando combustível para 2014.
E combustível é algo que Gabrielli, definitivamente, não tem mais.

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A atual diretora de Gás e Energia da Petrobras, Maria das Graças Silva Foster, foi indicada pelo presidente do Conselho de Administração  da estatal e ministro da Fazenda, Guido Mantega, para ser a nova presidente da companhia.
Segundo comunicado divulgado pela empresa nesta segunda-feira, 23, o Conselho apreciará a indicação em reunião no próximo dia 9 de fevereiro.
Ela vai substituir José Sérgio Gabrielli, que tem aspirações políticas e pode concorrer ao governo da Bahia em 2014. Segundo uma fonte do governo baiano, o governador Jaques Wagner (PT) já convidou Gabrielli para ocupar uma secretaria do Estado, mas não estava claro se ele não teria que cumprir uma quarentena.
A diretora, mais conhecida como Graça Foster, é próxima da presidente Dilma Rousseff, tendo sido cotada para assumir o cargo de ministra-chefe da Casa Civil. Informações d´A Tarde.

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O presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli vai deixar o cargo depois de seis anos, segundo informações da colunista do G1 Cristiana Lôbo. Quem deve substituí-lo é a atual diretora da área de Negócios de Gás e Energia, Maria da Graça Foster. A troca deverá ocorrer no dia 13 de fevereiro, próxima reunião do Conselho Administrativo da Petrobras.
Segundo a repórter, Gabrielli vai tirar uns dias de descanso e depois vai se integrar ao governo baiano. O atual presidente da estatal é um dos principais nomes cogitados pelo PT para a sucessão do governador Jaques Wagner em 2014.

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Preparem-se concurseiros! Levantamento feito pelo portal G1 aponta para a oferta de, pelo menos, 43 mil vagas em concursos públicos nos níveis federal, estadual e municipal neste novo ano.
Algumas das vagas já previstas são as do Banco do Brasil, Caixa, Petrobras e polícias Federal e Rodoviária Federal. Somente as polícias oferecerão 2,7 mil vagas com salários que variam de R$ 3,5 mil a R$ 13,3 mil, a depender do cargo em disputa. O edital do concurso ainda não foi publicado. Clicando no “leia mais” você confere os concursos previstos.
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Depois da Petrobras confirmar em 2009 a existência de gás natural na bacia do Jequitinhonha, entre Una e Canavieiras (relembre aqui), a Agência Nacional de Petróleo (ANP) autorizou a Queiroz Galvão a iniciar as prospecções no litoral sulbaiano em busca de petróleo na camada pré-sal.
De acordo com o Blog do Thame, os equipamentos para o trabalho estão sendo desembarcados nesta quarta (3) no Porto de Ilhéus. A Petrobras já havia confirmado petróleo em Canaveiras e os estudos não foram adiante devido a problemas técnicos. A Queiroz Galvão iniciará agora o estudo de viabilidade econômica. A bacia do Jequitinhonha integra o bloco BM-J-3 de explorações.

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Da coluna Raio Laser (Tribuna):

A baixa visibilidade do Carnaval baiano na mídia nacional, em especial na Rede Globo, consumiu as pestanas este ano de patrocinadores e dos agentes públicos preocupados com o que pode acontecer com a festa, principalmente no próximo ano, caso providências urgentes não sejam tomadas no sentido de melhorar sua performance para além dos circuitos carnavalescos.

A queda de participação popular nos blocos e a repetição de fórmulas musicais que já não geram a mesma empolgação do passado foram melhor percebidas este ano, fruto, principalmente, da constatação de que, caso a Petrobras (gerida pelo baiano José Sérgio Gabrielli) não tivesse entrado como patrocinadora, dificilmente a festa poderia ter sido viabilizada nos moldes em que ocorreu. Portanto, o máximo de atenção é necessário.