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A Divisão de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde de Itabuna apreendeu cerca 500 frascos de chás terapêuticos. Os produtos sem registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) foram encontrados em três estabelecimentos comerciais na Rua Ruy Barbosa, no centro da cidade.

O farmacêutico da Vigilância Sanitária, Bruno Coelho, responsável pela operação, explica que havia uma divergência na classificação dos produtos. “Estavam sendo classificados como alimento por serem apresentados no formato de chá, mas o fabricante atribuía a indicação terapêutica. Todo produto terapêutico deve ter o registro da ANVISA”, alerta.

Além da apreensão dos chás, o estabelecimento comercial notificado, o alvará sanitário suspenso e o produto incinerado. “O alvará só será liberado depois de comprovada a regularização dessa situação. Aliado a isso, também fizemos um trabalho educativo com orientações importantes sobre esse tipo de conduta”, afirma Bruno.

AÇÕES DE ROTINAS

Bruno Coelho diz que as apreensões resultaram de ações paralelas uma de rotina e outra em atendimento à denúncia sobre o funcionamento irregular de um fabricante de fitoterápicos e terapêuticos. “Na ação de rotina localizamos os produtos, no centro da cidade.

“O consumidor de produtos dessa natureza devem ficar alertas para identificar produtos terapêuticos que podem estar sendo comercializados irregularmente”, diz o farmacêutico da Vigilância Sanitária. O farmacêutico da Divisão de Vigilância Sanitária do Departamento de Vigilância em Saúde orienta o consumidor a observar detalhes importantes nas embalagens: se consta a indicação terapêutica e o registro da ANVISA e se o CNPJ corresponde à atividade descrita.

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Rua às escuras é iluminada por faróis de carros. Prefeitura não ouve clamor dos moradores.

Os moradores do final da Rua Ruy Barbosa, próximo ao Centro de Cultura Adonias Filho, reclamam que estão no breu total há mais de duas semanas. As vítimas reclamam da falta de atenção por parte da prefeitura de Itabuna.
Se os moradores estão irritados com a situação, há quem agradeça: os donos do alheio. “Neste período, já ocorreram assaltos e arrombamentos de carros e casas”, afirma uma moradora, indignada.
Alô, Azevedo!