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O jovem Abel Silva Nunes, 16, foi assassinado nesta manhã em Itabuna. O crime ocorreu na avenida Roberto Santos, no Zizo. Dois homens numa moto deflagraram quatro tiros nas costas e cabeça da vítima, que agonizou por cerca de 30 minutos à espera de socorro.
O Samu 192 prestou os primeiros socorros e encaminhou o adolescente para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem). Abel morreu a caminho do centro cirúrgico.
De 1º de janeiro até hoje, foram registrados 34 homicídios em Itabuna, a maioria das vítimas mortas tinha ligação com o tráfico de drogas, o que não era o caso de Abel, segundo testemunhas. No mesmo período do ano passado, o município registrou 37 assassinatos.

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O número de assaltos a bancos na Bahia aumentou 120% nos dois primeiros meses de 2012, na comparação com o mesmo período do ano passado. Entre janeiro e fevereiro já foram registrados 42 ataques – entre assaltos e tentativas – em todo o estado, contra 19 ações nos dois meses de 2011.
Entre as instituições atingidas, o Banco do Brasil foi o que mais sofreu ataques,  26 no total (21 só no interior). O Bradesco foi o segundo maior alvo – 11 vezes. Santander teve três ataques e Itaú, dois.
Do total de ocorrências, três foram frustradas, 11 foram com uso de explosivos, 13 foram com maçaricos, um usou ambos e em sete ocasiões foram feitos reféns, segundo o Bahia Notícias.

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Populares observam corpo de José Lauro (Foto Oziel Aragão/Agora).

Um homem de 31 anos foi assassinado no final da manhã de hoje na rua Bela Vista, no Zizo, em Itabuna. José Lauro de Jesus Santos sofreu vários tiros de escopeta e pedradas na cabeça.
José Lauro já estava marcado para morrer. De acordo com a polícia, Lauro levou cinco tiros na última segunda (20). Levado para o Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (Hblem), ele recebeu os primeiros atendimentos e fugiu. Confirma mais  informações no Agora na Rede.

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Uma quadrilha invadiu o condomínio Joia do Atlântico, na zona norte de Ilhéus, e roubou um carro Ford Ka (NTR-7405), ano 2010-11, ontem à noite. De acordo com os moradores, quatro homens armados conseguiram entrar no condomínio, abordar os ocupantes de uma das casas e levar o veículo. O Joia do Atlântico fica às margens da BA-001, que liga Ilhéus a Itacaré.

A ação dos bandidos durou menos de 20 minutos. A polícia investiga o caso. O dono do Ford Ka solicita que informações sejam repassadas às polícias civil e militar (197 e 190).

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As Justiças Comum e Militar expediram 40 mandados de prisão contra policiais militares acusados de liderar a greve e promover “destruição de patrimônio, vandalismo e porte ilegal de armas”. Dos mandados, 24 já foram cumpridos, sendo seis deles em Itabuna.
Em Itabuna, permanece clima de revolta com a prisão dos soldados José Januário Neto, José Roberto dos Santos, Márcia Batista de Oliveira, Renata Tereza Brandão Meireles, Valéria Rodrigues Morais Silva e Wadson Andrade. Os policiais estão presos no 15º Batalhão da PM.
Os advogados dos policiais sustentam que a greve no 15º Batalhão foi pacífica. Todas as decisões foram tomadas em assembleia com participação de mais de 200 soldados e sargentos dentro do batalhão.
A APPM ofereceu assessoria jurídica aos policiais alvos dos mandados e questiona a legalidade das prisões, ocorridas de forma arbitrária no entendimento da associação. O entendimento é que, no máximo, os policiais deveriam responder a uma sindicância, inicialmente. O estado atropelou o “rito” para tentar “dar exemplo” à toda a tropa de mais de 30 mil soldados.

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Oziel Aragão | Do Agora
A Polícia Civil identificou o rapaz morto durante a madrugada de hoje no bairro Ferradas, em Itabuna. Trata-se de Marcos Rogério Santos de Oliveira, de 15 anos, conhecido como “Paulista”. O adolescente foi morto após praticar roubar moto na BR-415, trecho Itabuna-Ibicaraí
Apesar da pouca idade, ele já contava com prisões em São Paulo e Ilhéus, e  tatuagens pelo corpo referente ao Comando Vermelho.
A vítima sofreu três tiros de pistola e ao lado do corpo foi encontrado um revólver calibre 38, com balas picotadas e intactas. “Paulista” também foi reconhecido por um rapaz que prefere não se identificar, como autor de um roubo de moto.

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Nas entrevistas concedidas a duas emissoras de televisão ao meio-dia de hoje, o governador Jaques Wagner disse acreditar que a greve dos policiais militares chegue ao fim, no máximo, até amanhã.
O governo acenou com o pagamento da Gratificação de Atividade Policial (GAP), nível IV, a partir de novembro deste ano. Os grevistas, no entanto, exigem pagamento da GAP V, que representaria pouco mais de R$ 2 mil.
Wagner, no entanto, fala em pagamento da GAP V a partir de 2014. Segundo ele, o pagamento da gratificação representaria, de início, peso de R$ 170 milhões no orçamento estadual. E recorreu à Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) para afirmar que não teria como pagar a gratificação de nível V agora.
O movimento grevista e representantes do governo estão reunidos desde as 10h30min na capital baiana. Embora ainda não tivesse informações da reunião ocorrida nesta manhã de terça (7), o governador foi otimista. “Acredito que saíremos ainda hoje do movimento”. As negociações são mediadas pelo arcebispo de Salvador, Dom Murilo Krieger, e pelo presidente da OAB baiana, Saul Quadros.

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Manuela Berbert | manuelaberbert@yahoo.com.br

Está faltando prudência e equilíbrio de todos os lados envolvidos, e é o povo quem está sendo penalizado. Greve é um direito do trabalhador sim, mas greve armada é rebelião.

Assistindo às cenas do que aconteceu no Centro Administrativo da Bahia (CAB) na manhã de hoje, segunda-feira, o meu sentimento foi de vergonha: vergonha do que se transformou o direito de reivindicação dos Policiais Militares, vergonha do comportamento de alguns profissionais da imprensa e vergonha da inércia do Governador que, não cedendo, não ‘desmonta o circo’.
Diante dos episódios que afligem a população desde o início da paralisação parcial da Polícia Militar, no último dia 31, clamo por um diálogo construtivo.  Os prejuízos à população e aos setores produtivos são incalculáveis. Em pleno verão, quando deveríamos estar produzindo e recebendo milhares de turistas, estamos assistindo a autoestima do baiano ser devastada a cada matéria divulgada pela imprensa.
Transformaram a Bahia num campo de guerra e estão transmitindo para o mundo. Saques, ocorrências policiais graves e confrontos, em minha opinião, excedem os limites aceitáveis em manifestações. Está faltando prudência e equilíbrio de todos os lados envolvidos, e é o povo quem está sendo penalizado. Greve é um direito do trabalhador sim, mas greve armada é rebelião. Acho que a causa maior dessa luta perdeu as forças à medida que virou baderna. Chega!
Não tenho dúvidas de que houve incapacidade do governo em evitar que se instalasse o caos. O que também não entendo é um partido que se fez em greves desqualificar reivindicações e partir para o ataque, recorrendo à Força Nacional. Passando do ponto ou não, Governador, o senhor está sendo arrogante antes e durante a crise. A sua obrigação institucional e moral é negociar. Se não sabe, pede pra sair!
Manuela Berbert é jornalista e colunista do Diário Bahia.

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O Sindicato do Comércio de Itabuna (Sindicom) distribuiu nota em que orienta os lojistas a trabalharem normalmente nesta segunda-feira (6), baixando as portas apenas às 18h, “a fim de fazer com que os trabalhadores cheguem às suas residências ainda com o dia claro pois estamos em horário de verão”. A nota é assinada pelo presidente da entidade, José Adauto Vieira, e o vice, Eduardo Carqueija Júnior.
Apesar de orientar o comércio a funcionar até as 18h, os dirigentes alertam para que todos “estejam atentos para qualquer movimentação anormal e que neste caso fechem seus estabelecimentos”.
Adauto e Carqueija Júnior observam, em nota, que há anos Itabuna vem convivendo com “crescente violência” e que “toda a agitação ocorrida na última quinta feira (2), demonstrou-se fruto de boataria irresponsável e inconsequente. Nenhum arrastão, nenhuma ocorrência grave envolvendo o comércio ou comerciários foi registrada”.
O Sindicom avalia como acertada a decisão de funcionamento “normal”, pois, afirmam os dirigentes, “não se registou nenhuma ocorrência envolvendo empresas ou trabalhadores”. Os dirigentes ainda alfinetam a diretoria do Sindicato dos Comerciários de Itabuna:
– A solicitação feita pelo sindicato dos comerciários de fechar o comércio mostrou-se infundada e leva-nos a uma reflexão: por que uma entidade apoia uma greve que coloca em risco os seus representados? É justo que os empresários, geradores de empregos e pagadores de tributos, tenham que arcar com os prejuízos? Como arcar com nossos compromissos financeiros, pagamento de salários inclusive, sem que as nossas empresas realizem suas operações?
Clique no “leia mais”, abaixo, e confira a íntegra da nota.
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Líderes do movimento de paralisação dos policiais militares elaboraram nova proposta para o Governo. Nela, os manifestantes abriram mão de quatro dos sete pontos de reivindicação que movimenta a greve.
A exigência agora é pelo pagamento da Gratificação por Atividade de Polícia (GAP) IV e V, que seriam recebidos em parcelas. O grupo também pede anistia administrativa e revogação das prisões dos 12 líderes do movimento.
O Governo não negocia pois acredita que os policiais estão cometendo excessos. Neste momento, o comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, coronel Alfredo Castro, concede entrevista coletiva à imprensa, no quartel dos Aflitos para falar sobre a situação do movimento grevista. Informações do Correio da Bahia.

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Pelo menos uma escola em Ilhéus adiou o início do ano letivo em uma semana devido à greve na polícia militar. O Colégio Vitória informou há pouco que seguirá orientação do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino Particular do Estado da Bahia. As aulas começarão no dia 13, “quando a situação de normalidade já deverá estar restabelecida”. O Colégio Vitória é dos mais tradicionais de Ilhéus.

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Valéria Ettinger | lelaettinger@hotmail.com

Vai se delineando um quadro de uma sociedade psicologicamente abalada, medrosa e doente, incapaz de perceber que a raiz do problema está além da garantia de um efetivo policiamento, pois esse é, apenas, um paliativo

O artigo 5º, parágrafo 1º da Constituição Federal dispõe “in verbis”: As normas definidoras dos Direitos e Garantias Fundamentais têm aplicação imediata. Isso quer dizer que todos os Direitos Fundamentais garantidos por nossa Constituição poderão ser evocados a qualquer momento, não sendo diferente com o Direito de Greve.
No entanto, essa mesma Constituição limita o uso desses direitos, a partir de normas reguladoras, visto que alguns direitos poderão atingir o indivíduo e serem negativos para sociedade. Por esta razão, a Greve é considerada um Direito com eficácia limitada, requerendo uma ação legal do Estado para o seu exercício. Ora, em sendo um Direito Fundamental não poderá ser cerceado pela omissão legal do Estado, visto que implicará em uma violação das Garantias Constitucionais.
Ocorre que a Constituição diferenciou o Direito de Greve dos trabalhadores regidos pela CLT, dos chamados servidores públicos, ou seja, em virtude das especificidades dos serviços públicos e de suas implicações sociais, a norma reguladora da greve dos servidores públicos seria diferente da norma reguladora dos servidores celetistas.
Todavia, os nossos legisladores somente disciplinaram a greve dos trabalhadores celetistas, o que tem gerado uma distorção no exercício desse Direito, seja através de abusos provocados pelos grevistas, bem como pelo próprio Estado que interpreta a sua omissão como uma não-garantia do Direito.
Entendo como devidas as reivindicações dos Policiais Militares, sobretudo, porque não foram cumpridas conforme acordo, anteriormente, firmado com o Estado. Mas deve-se levar em consideração a função que se presta, pois a sociedade não pode ficar deficitária de um serviço essencial. Não estamos vivendo em tempos de guerra para estarmos sitiados em nossas casas e sermos tolhidos da nossa liberdade.
A omissão do Estado em regulamentar o Direito de Greve dos servidores públicos gera distorções no exercício desse Direito, refletindo, negativamente, na sociedade. Numa hora dessas o bom-senso deve imperar, tanto do lado dos grevistas, quanto do lado do Estado para resolver o problema.
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O ex-policial militar Marco Prisco disse ao jornal O Globo que o governador Jaques Wagner financiou o movimentou grevista de 2001. Filiado ao PSDB e pré-candidato a vereador na capital baiana, Prisco é o líder da paralisação da PM que ocorre agora com Wagner no poder. Ele lembra que foi perseguido e ameaçado de prisão pelo governo do carlista César Borges. A greve foi a mais caótica da história e registrou a morte de um policial militar grevista.
O coordenador do movimento também sustenta que, além de Wagner, também apoiaram o movimento de 2001 os deputados federais Nelson Pellegrino (PT), Daniel Almeida (PCdoB) e Portugal (PCdoB), a prefeita de Lauro de Freitas, Moema Gramacho (PT), a senadora Lídice da Mata (PSB) e o presidente do PSC, ex-deputado Eliel Santana.
Prisco está na lista das 12 prisões preventivas decretadas contra líderes do movimento grevista. Outro é o soldado Augusto Júnior, que trabalha e lidera a greve em Ilhéus e coordenada ações da paralisação em Itabuna. Augusto concedeu entrevista ao Blog do Gusmão.

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O ajudante de pedreiro Arlécio Carlos de Oliveira, 33 anos, acabou assassinado no bairro São Caetano, nesta madrugada de sábado. Foi o quinto homicídio registrado em Itabuna desde o anúncio oficial de greve na Polícia Militar no município, ocorrido na noite da quinta-feira (2).
Arlécio foi assassinado a golpes de faca e teve o pescoço quase degolado. O corpo do ajudante de pedreiro está no Departamento de Polícia Técnica (DPT). Ocorreram quatro homicídios nas primeiras 12 horas após a deflagração da greve dos militares em Itabuna.
O sexto homicídio ocorreu há pouco na região da Califórnia. O homem ainda não foi identificado. Ele foi morto em frente à central de mototáxi onde trabalhava. Populares aguardam a chegada da polícia técnica para fazer o levantamento cadavérico.

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Policiais saem do batalhão e fazem carreata em Itabuna (Foto Gilvan Rodrigues/Pimenta).

Cerca de 300 policiais militares aguardavam, por quase duas horas, o desfecho da reunião de porta-vozes com o comandante do 15º Batalhão da Polícia Militar. Auxiliados por membro da Força Sindical e do ex-policial Fabrício Ribeiro (Fabrício Ninja), os militares se aglomeravam na entrada do batalhão e na área interna.
Às 19h20min, comemoração: “ô, a polícia parou”. Acabavam de assistir a um telejornal estadual que trazia informações do movimento na capital baiana. Comemoravam. Mas as atenções se voltavam para o gabinete ao lado.
Intervalo no BA-TV. Retorna. Agora as notícias são regionais. Um grupo de aproximadamente 100 policiais volta a se aglomerar em torno de um aparelho televisor de 40 polegadas, dentro do batalhão. Flashes do que foi o dia em Ilhéus e Itabuna.
Turistas, nativos em Ilhéus. Entrevista com uma mulher que teve a câmera roubada. “Ué, isso acontece todo dia”, comenta um policial pra lá de desconfiado do noticiário. “Eles tão com o governo”, completa outro.
Agora, Itabuna. Imagens não conseguiam sintetizar o corre-corre no centro da cidade onde nasceu Jorge Amado. Os policiais voltaram os olhares, novamente, para o prédio ao lado. Nada.
O REGRESSO DE WAGNER E A INTERNET
Notícia mesmo só viria 40 minutos depois. Os representantes dos policiais voltaram falando de um governador que prometia reabrir negociações. Era Jaques Wagner após retornar da viagem ao “paraíso” de Fidel Castro. Sim, Cuba.
Professor, didático, o líder dos policiais, “importado” de Ilhéus, instruía a tropa sobre como agir. Em tempos de internet, o conselho: usem o Facebook, e-mails. “Essa greve é bem diferente de 2009, gente. Hoje, nós temos a internet, mais facilidade se comunicar”, ensinava. Um dos alertas era acompanhar o Bizu de Praça, “atualizado constantemente”.
Sindicalista que auxiliava os policiais “dava a letra”:
Viaturas recolhidas das companhias para o batalhão (Foto Gilvan Rodrigues/Pimenta).

– Gente, (sic) vamos usar a internet, o Facebook. Assim, a gente tem um canal e também pauta a imprensa – observava. O “Face” e o Twitter são ricas fontes de pauta.
Terminada a “assembleia”, uma das lideranças escolhidas para conversar com o comando concede entrevista ao PIMENTA. E afirma:
– A polícia vai agir só em extrema urgência. A partir de agora estão todos aquartelados. Todas as viaturas, inclusive das companhias, foram recolhidas para o 15º Batalhão da PM.
Na verdade, nem todas. Parte ainda estava nas companhias, mas foram recolhidas à medida que avançava a carreata dos policiais pelos principais bairros e avenidas de Itabuna. Cerca de 150 carros saíram do batalhão e circularam pela cidade.
“RADICAIS” E MAIS ORGANIZADOS
A ordem é clara: atendimento somente a ocorrências graves e prioridade a hospitais, complexo policial e conjunto penal. Mesmo com a greve, diz a liderança, a preocupação será com a sociedade naquilo que possa representar maior perigo ao cidadão.
O governo tem suas formas de pressão, mas pode estar diante de uma greve bem diferente daquela ocorrida em 2009. E as diferenças começam na “paciência” com a gestão – depois de promessas não cumpridas – e com o fator comunicação (internet, pois!). Mas há outra, a organização. A associação mais radical do movimento, a Aspra, contagiou os demais grupos.