Agentes ambientais e representantes da Prefeitura festejam um ano da Aacri || Foto Pedro Augusto/PMI
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Catadores e representantes do município comemoraram, nesta terça-feira (7), um ano de funcionamento da Central de Triagem da Coleta Seletiva, comandada pela Associação dos Catadores de Materiais Recicláveis de Itabuna (Aacri). Hoje a coleta seletiva especial cobre 30% da cidade, segundo levantamento da Secretaria de Planejamento de Itabuna (Seplan).

O processo começou com o cumprimento integral da Política Nacional de Resíduos Sólidos, por meio do fechamento do antigo lixão, em 2021, e o lançamento do Programa Recicla Itabuna, lembra Sônia Fontes, secretária municipal de Planejamento. “Hoje é dia de festa, mas também é um momento de reflexão e planejamento do futuro da associação e dos agentes ambientais, porque ainda precisamos dar um apoio muito grande aos membros da Aacri”, afirmou.

O reconhecimento da administração do prefeito Augusto Castro (PSD), como grande parceiro dos agentes ambientais, é ressaltado pela secretária Sônia Fontes. “Eles sempre deixam claro que a essência não foi apenas ter melhorado e ampliado o sistema de limpeza pública de resíduos sólidos de Itabuna, mas descobrir a vocação e dar oportunidades a cada um que vivia de forma subumana e atualmente tem qualidade de vida e sonhos futuros”, reforça a secretária.

Sônia ressalta, ainda, o papel de órgãos como a Defensoria Pública da Bahia, o Ministério Público do Trabalho e Conselho do Meio Ambiente e empresas como a Biosanear e CVR Costa do Cacau. “Essa composição e esses quase dois anos de luta e trabalho conjunto nos fez conquistar essa confiança”, afirmou.

O projeto de coleta seletiva conta com apoio das secretarias municipais de Infraestrutura e Urbanismo (Siurb), de Promoção Social e Combate à Pobreza (SEMPS), da Educação e da Saúde, Defensoria Púbica do Estado da Bahia (DPE-BA) e Ministério Público do Trabalho (MPT).

Leão deixa a SDE, que será assumida por Nelson Leão (à dir.), e vai para a Seplan || Foto GovBA
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O vice-governador João Leão deixará o comando da Secretaria de Desenvolvimento Econômico da Bahia (SDE), mas não sairá do Governo Rui Costa. Leão vai assumir a Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan), ainda hoje comandada pelo ex-senador Walter Pinheiro. Deputado estadual e ex-presidente da Assembleia Legislativa, Nelson Leal, que também é do PP (Progressistas), vai ocupar a cadeira de Leão.

As mudanças foram anunciadas pelo governador Rui Costa no início da noite desta terça (4) durante o programa Papo Correria. As nomeações de Leal e Leão serão publicadas na edição desta quarta (5) do Diário Oficial do Estado (DOE). O governador também adiantou que outras mudanças serão confirmadas ainda nesta semana.

A ida de Leal para a SDE e o remanejamento de Leão para a área do Planejamento já era esperada. O próprio vice-governador antecipou a mudança à imprensa há cerca de três meses, quando das negociações para a presidência da Assembleia Legislativa.

Nelson Leal presidia a Alba, cargo para o qual foi eleito em acordo com a base governista. O mesmo acordo de rodízio, de 2019, “dava” a presidência do Legislativo a Adolfo Menezes. O PP quis “melar” o acordo, mas Rui Costa e demais partidos da base fizeram valer o que havia sido definido há dois anos.

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A produção industrial da Bahia, ajustada sazonalmente, avançou 4% em setembro frente ao mês imediatamente anterior, após aumentos de 11,2% e 1,6%, respectivamente, em julho e agosto de 2020. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgadas nesta terça-feira (10) e sistematizadas e analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

Devido à influência da pandemia do coronavírus, na comparação com igual mês do ano anterior, a indústria baiana assinalou recuo de 1,9%. No acumulado do ano, a indústria registrou queda de 7,0%, em relação ao mesmo período do ano anterior. O indicador no acumulado dos últimos 12 meses apresentou redução de 5,8%, frente ao mesmo período anterior.

“Esse resultado é maior do que o nacional, que cresceu apenas 2,6% na mesma base de comparação, e reflete, principalmente, a ampliação do movimento de retorno à produção de unidades produtivas, após interrupções nas atividades por conta dos efeitos causados pela pandemia da Covid-19”, destaca o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.

No confronto de setembro de 2020 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou crescimento em sete das 12 atividades pesquisadas. O setor de Produtos químicos (10,0%) apresentou a principal influência positiva no período, explicada, especialmente, pela maior fabricação de hidróxido de sódio, policloreto de vinila (PVC) e polietileno linear.

Outros resultados positivos no indicador foram observados nos segmentos de Produtos alimentícios (9,8%), Bebidas (10,9%), Celulose, papel e produtos de papel (6,1%), Borracha e material plástico (10,6%), Minerais não metálicos (1,7%) e Equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (2,8%). A retração de 1,9% no setor vem das contribuições negativas de Veículos (-21,8%). Outros setores que apresentaram resultados negativos foram: Metalurgia(-17,6%), Extrativas (-8,1%), Couro, artigos para viagem e calçados (-8,9%) e Derivados de petróleo (-1,1).

“Importante ressaltar no acumulado do ano o resultado positivo assinalado pelo segmento de Derivados de petróleo que registrou aumento de 21,6%, impulsionado pela maior fabricação de óleos combustíveis, naftas para petroquímica e óleo diesel. Celulose, papel e produtos de papel (7,4%), também apresentaram resultados positivo”, destacou o diretor de Indicadores e Estatísticas da SEI, Armando de Castro.

ANÁLISE TRIMESTRAL

No terceiro trimestre de 2020, comparado com o mesmo período do ano anterior, a indústria baiana assinalou queda de 4,6% após declínio de 20,9% no segundo trimestre de 2020. A redução na intensidade de perda observada no total da produção industrial na passagem do segundo para o terceiro trimestre de 2020 foi explicada, principalmente, pelo ganho de ritmo dos setores de Borracha e de material plástico, de -43,3% para 3,9%; Bebidas, de -18,0% para 18,9%; Produtos químicos, de -13,9% para 6,8%; Produtos alimentícios, de -3,7% para 7,9%; e Minerais não metálicos, de -1,6% para 7,4%.

Materiais de proteção facial e álcool em gel são entregues a unidades no sul da Bahia
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O Governo do Estado entregou nesta segunda-feira (27), no sul da Bahia, 5,5 mil litros de álcool 70%, 8,2 mil máscaras de TNT e 2 mil máscaras acrílicas de proteção facial do tipo Face Shield para utilização em unidades de saúde, além de 5 mil máscaras de tecido para estudantes. Os materiais foram entregues para a Prefeitura Municipal de Ilhéus, Santa Casa de Misericórdia (Itabuna), Hospital de Base (Itabuna), Hospital Regional Costa do Cacau (Ilhéus) e Núcleo Territorial de Educação (NTE) de Itabuna.

A entrega é resultado de parceria das secretarias estaduais do Planejamento (Seplan), da Educação (SEC), de Desenvolvimento Rural (SDR) e de Desenvolvimento Econômico (SDE). “A união do setor público com o privado tem sido fundamental para que a Bahia resista à pandemia do Covid-19 e mantenha-se firme na proteção dos baianos e baianas. Essa doação para a região Sul é mais uma ação do Governo do Estado no combate ao contágio”, afirma o vice-governador João Leão, secretário de Desenvolvimento Econômico.

“São materiais essenciais para combater o avanço da pandemia do novo Coronavírus nesta que é uma região que muito tem nos preocupado. Inclusive neste final de semana tivemos a ação da Polícia Militar em Ilhéus e Itabuna, que atuou para coibir o descumprimento de decretos sobre o funcionamento do comércio. São ações distintas com o objetivo de proteger as pessoas desta doença que já contaminou três milhões de pessoas no mundo inteiro”, destacou o secretário do Planejamento, Walter Pinheiro.

MÁSCARAS

As máscaras de tecido fornecidas para o NTE, para que estudantes da rede estadual e suas famílias possam fazer uso do vale-alimentação estudantil com mais proteção nos supermercados,  fazem parte do lote de 200 mil unidades que começaram a ser distribuídas, na capital e no interior, a partir da última sexta-feira (24). São 50 mil unidades, fruto do edital estadual para fabricação de máscaras artesanais, e 150 mil máscaras arrecadadas pela Associação Comercial da Bahia (ACB). O NTE também recebeu 5 mil frascos (500 ml) de álcool em gel.

Já as máscaras do tipo Face Shield são equipamentos de proteção individual para uso nas unidades de saúde, extremamente seguras, de dupla proteção, reutilizáveis, e que evitam o contato com gotículas, salivas e fluídos nasais que possam atingir o rosto, o nariz, a boca e os olhos dos profissionais.

Soja foi um dos produtos responsáveis pelo bom desempenho || Foto Alberto Coutinho/GovBA
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As exportações baianas avançaram 8,3% em março, em comparação a igual mês do ano passado, atingindo o valor de US$ 568,8 milhões. As informações foram analisadas pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria de Planejamento (Seplan).

Em termos de volume, as exportações de produtos baianos tiveram aumento de 26,6%, já que são, em sua maioria, as commodities, que possuem menos elasticidade em relação à demanda mundial. Em contrapartida houve desvalorização média de 14,5% nos preços, maior declínio mensal desde novembro de 2019.

“Embora o mercado global esteja passando por uma retração devido ao avanço da pandemia do coronavírus, os volumes embarcados de soja, celulose e derivados de petróleo resistiram e registraram crescimento de 32,8%, 39,3% e 20,9%, respectivamente, garantindo o desempenho positivo no mês”, destacou o secretário estadual do Planejamento, Walter Pinheiro.

No trimestre, as exportações baianas alcançaram US$ 1,8 bilhão, o que representa um aumento de 1,6% ante o primeiro trimestre do ano passado. O volume (quantum) teve aumento de 21,1%, mas os preços médios acusam redução de 16,1%, sempre comparados a igual período do ano anterior. As maiores desvalorizações ocorreram nos setores de papel e celulose (-23,5%), petroquímicos (-15,1%), metalúrgicos (-43%) e minerais (-25,7%), por ordem de importância na pauta.

As importações, entretanto, alcançaram US$ 444,9 milhões, com queda de 34,6% e que atingiu de forma generalizada todas as categorias de uso. O recuo reflete a desvalorização cambial e o impacto inicial da covid-19 na demanda doméstica, além dos efeitos da pandemia no fluxo logístico e de abastecimento. No primeiro trimestre, as importações baianas acumulam US$ 1,31 bilhão, 30% inferior ao mesmo período de 2019. O volume recuou 25,4%, enquanto os preços médios tiveram queda de 6,3%.

Safra de cacau de 2020 deverá ser quase 5% mais alta que a do ano passado
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A safra do cacau na Bahia para este ano de 2020 está estimada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 110 mil toneladas, correspondendo a uma alta de 4,8% na comparação com a safra de 2019. A informação faz parte do segundo Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA) relativo ao mês de fevereiro, cujas informações foram sistematizadas e analisadas nesta terça-feira (10), pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia vinculada à Secretaria do Planejamento (Seplan).

O levantamento do IBGE estimou a produção baiana de cereais, oleaginosas e leguminosas para este ano em torno de 8,8 milhões de toneladas, o que representa uma expansão de 6,1% na comparação com 2019. Em relação à área plantada, o IBGE projeta avanço de 0,4% na comparação anual, registrando uma extensão de cerca de 3,1 milhões de hectares.

“Este é um resultado expressivo para nossa produção agrícola, inclusive com expansão da área plantada, fruto das políticas acertadas do governo do Estado para o setor. Destaque para a produção de algodão, cacau, feijão e soja, com contribuição decisiva para este crescimento. Com isso, a Bahia ficou entre os quatro estados com as variações mais acentuadas nas estimativas das produções”, ressaltou o secretário do Planejamento do Estado, Walter Pinheiro.

As projeções indicam uma produção de mandioca de 963 mil toneladas, mantendo-se estável em relação à safra passada. O algodão teve sua produção projetada em 1,5 milhão de toneladas, representando uma alta de 1,7%, em relação à safra anterior. A área plantada de 350 mil hectares corresponde a uma expansão de 5,4% na mesma base de comparação.Leia Mais

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Indústria baiana avança mais de 7% em abril || Foto Mateus Pereira/GovBA
Em abril de 2019, a produção industrial (de transformação e extrativa mineral) da Bahia, ajustada sazonalmente, avançou 7,4% frente março. As informações fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal, analisadas em âmbito estadual pela Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), autarquia da Secretaria de Planejamento do Estado (Seplan).

No confronto de abril de 2019 com igual mês do ano anterior, a indústria baiana apresentou leve recuo de 1,2%, acima do nível nacional (-3,9%) e com apenas três das 12 atividades pesquisadas assinalando queda da produção. A principal contribuição positiva foi em Metalurgia (52,4%), influenciada, principalmente, pela maior fabricação de barras, perfis e vergalhões de cobre e de ligas de cobre.

“Apesar do cenário econômico nacional não se apresentar favorável, o resultado da produção industrial baiana, em abril, sinaliza melhora, na margem, na maioria dos segmentos industriais. Este resultado é consequência de intensas articulações e de políticas públicas do Governo do Estado para estimular a produção industrial na Bahia. Vale destacar que o resultado da Bahia foi bem superior ao nacional, que ficou em 0,3%, sendo a Bahia responsável pelo segundo maior avanço do país”, avalia o secretário do Planejamento do Estado, Walter Pinheiro.

Outros setores que tiveram resultados positivos foram Derivados de petróleo (4,2%), Extrativa mineral (9,6%), Alimentos (4,7%), Minerais não metálicos (18,0%), Borracha e material plástico (5,9%) e Bebidas (13,0%).

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gabrielli
Gabrielli: prestação de contas.

O secretário estadual de Planejamento, José Sérgio Gabrielli, abrirá, nesta sexta, 22, às 8h, no auditório da Unime Itabuna, os “Diálogos Territoriais”, evento realizado pelo governo baiano e espaço para prestação de contas à população. Autoridades municipais, representantes do empresariado e dos movimentos sociais poderão fazer críticas e apontar correções de rumo da ação estadual no Litoral Sul.

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O deputado federal Zezéu Ribeiro assumirá a Secretaria Estadual de Planejamento (Seplan) no próximo dia 4 (sexta), às 10 horas, em solenidade na Fundação Luís Eduardo Magalhães.

Arquiteto e urbanista, Zezéu assume em lugar de Alberto Valença e após licenciar-se do mandato para o qual foi reeleito em outubro passado. Ele foi escolhido pelo governador Jaques Wagner há dez dias, mas preferiu somente assumir após tomar posse para um novo mandato na Câmara Federal, dia 1º.

Zezéu tem atuação destacada no parlamento federal como membro da Comissão de Desenvolvimento Urbano e coordenador da bancada parlamentar do Nordeste desde 2007.

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Prestes a deixar a Secretaria de Planejamento da Bahia, Walter Pinheiro deverá ser substituído por um quadro de sua própria equipe. Estão cotados o sociólogo Edson Valadares, chefe de gabinete da Seplan, e o economista Paulo Henrique de Almeida, professor da Ufba e atual superintendente de Planejamento.

Valadares entra na disputa com ligeira vantagem, dado o trânsito livre no governo e o fato de ter sido responsável pela elaboração do plano estratégico das secretarias e do PPA Participativo. Em todo caso, os dois nomes são da estrita confiança de Pinheiro, que deseja priorizar a continuidade dos projetos.