
Coordenadora geral dos eventos, a professora Ana Paula Trovatti Uetanabaro, da Uesc, explica que a Indicação Geográfica (IG) “é uma proteção de direito relativo à propriedade industrial que produtores ou prestadores de serviços podem requerer quando determinada região geográfica é reconhecida por seus produtos ou serviços de reputação, qualidade ou características intrínsecas à origem”.
Um produto artesanal ou agroindustrial, observa, pode estar intimamente relacionado com atributos geográficos (clima, solo e métodos de cultivo) e ou de conhecimento (saber fazer).
A programação começa às 9h desta terça com minicursos sobre a legislação brasileira, internacionalização e outros temas relacionados. A palestra de abertura está prevista para as 19h, com a Maria Antonieta Quinta-Queimada (Portugal), que abordará “A economia das Indicações Geográficas protegidas”.
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