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Agentes de saúde e de combate a endemias e os servidores municipais vão parar nesta quinta-feira, 17, em protesto contra o reajuste de 3% oferecido pelo prefeito Capitão Azevedo (DEM), na reunião ocorrida na última segunda, 14.

Os servidores municipais querem 14,7% de reajuste, mais “cesta-alimentação” de R$ 170,00 e retorno de adicionais como o de insalubridade.

Os agentes de saúde e combate a endemias querem que os salários sejam equiparados ao que repassa o governo federal para o município e também exigem equipamentos de segurança e fardamento.

Todos prometem ir às ruas nesta quinta-feira, 17, numa passeata com concentração no Jardim do Ó. O protesto será encerrado no centro administrativo Firmino Alves, sede da prefeitura.

Para a presidenta do Sindicato dos Funcionários e Servidores Municipais (Sindserv), Karla Lúcia Oliveira, o governo adotou a “enrolação” como estratégia contra o funcionalismo.

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Os servidores municipais vão para a ofensiva contra os burocratas da prefeitura de Itabuna que querem mudar o regime jurídico dos servidores de celetista para estatutário.

Os sindicatos dos Agentes Comunitários de Saúde e de Endemias (Sindiacs) e dos Servidores e Funcionários Municipais (Sindserv) realizam assembleia com os trabalhadores nesta quarta-feira (7), às 17 horas, na sede da Usemi.

A presidenta do Sindserv, Karla Lúcia, é contrária a forma como o município tem conduzido o projeto. “O sindicato exige da prefeitura que democratize as discussões”.

Josivaldo Gonçalves, do Sindiacs, considera a mudança um retrocesso, principalmente no que se refere às questões trabalhistas. “Com essas mudanças, essas ações (trabalhistas) passam a ser julgadas pela Justiça Comum, mais lentas”.

Os dois sindicatos vão para a pressão contra o prefeito Capitão Azevedo (DEM) e o secretário de Administração, Gilson Nascimento.