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Algo inusitado aconteceu neste domingo, 15, na bela Lagoa Encantada, em Ilhéus. Cerca de 200 visitantes chegaram ao local pela manhã, utilizando-se da linha de transporte coletivo da empresa São Miguel. A ideia era voltar na parte da tarde,  mas a empresa mandou apenas um veículo para o retorno, o que impossibilitou atender tantos passageiros. Houve tumulto, gente querendo tocar fogo em ônibus e a confusão só terminou após as 23 horas, quando a São Miguel mandou mais um ônibus para transportar os turistas, apertados como em uma lata de sardinha.
Apesar da beleza da lagoa, teve gente que saiu dizendo que jamais pisará novamente naquelas bandas. O lugar é bonito de se ver, mas – para quem não tem transporte próprio – chegar é difícil e sair, contando com os ônibus da São Miguel, é missão quase impossível.

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Apreciador de uma polêmica, o comunicólogo Emílio Gusmão agora terá que dividir seu tempo entre os petardos que dispara em seu blog e as atividades do mestrado em Cultura e Turismo da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc), no qual acaba de ser aprovado.
O novo mestrando terá como projeto a Puxada do Mastro de São Sebastião. “É uma festa riquíssima em simbolismo e que representa a diversidade de nossa cultura”, justifica.
Gusmão afirma que está bastante feliz com a aprovação e, modesto, atribui o resultado mais à persistência do que ao talento. Quem conhece o profissional, mesmo as “vítimas” e talvez principalmente elas,  sabe que ele possui as duas qualidades.

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Não, o ônibus do vereador Jailson Nascimento não foi sorteado no quadro "Lata Velha"

O veículo que transporta o primeiro reality show itinerante do Brasil chegou esta semana a Ilhéus e ficará estacionado nas imediações da Catedral de São Sebastião até sábado, dia 18.
A presença da atração da Band deixou o secretário do Turismo ilheense, Paulo Moreira, no maior contentamento. Para ele, esta é mais uma grande oportunidade de divulgar a cidade.

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Apesar da impressionante pujança econômica da região oeste da Bahia, ancorada na produção de grãos, é de fato no litoral que ainda se concentra o maior interesse dos investidores. Ontem (dia 09), quando foi apresentado o Plano Diretor do Porto Sul, o secretário estadual do Meio Ambiente, Eugênio Spengler, falou sobre o assunto.
De acordo com Spengler, 92% dos investimentos previstos para a Bahia nos próximos anos estão concentrados numa faixa de cem quilômetros a partir do litoral. Todo o restante do estado fica apenas com 8%. O secretário defendeu a ampliação de políticas para o desenvolvimento do semi-árido, a fim de reduzir a distorção.
Falando especificamente sobre o Porto Sul, Spengler chamou de “mentirosos” aqueles que apregoam a incompatibilidade desse projeto com o desenvolvimento do turismo. “Temos hoje 35 grandes empreendimentos turísticos em processo de licenciamento na Bahia e essa região continua despertando bastante o interesse do setor”, declarou o secretário.

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O péssimo atendimento oferecido em diversos bares e restaurantes continua a ser um obstáculo ao desenvolvimento do turismo em Ilhéus. E isso explica porque um lugar com tantas belezas e tamanho potencial ainda tem um setor turístico capenga.
Exemplo: nesta terça-feira, 7, um cidadão foi com a família e amigos ao Batuba Beach. Pediu cerveja, tira-gosto, o papo rolava numa boa quando, de repente, o garçom aparece com a conta.
O cliente: “mas eu não pedi conta nenhuma”. E o garçom: “eu sei, mas é que eu estou encerrando o meu expediente”, resposta que deixou todos na mesa estupefatos. Eram 3 horas da tarde.
A vítima desse exemplo cabal de amadorismo já decidiu não voltar mais ao estabelecimento onde foi vítima. Isso porque o cidadão é ilheense. Se fosse um turista, deixaria de voltar à cidade.

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O arquiteto Fred Costacurta apresenta neste momento, na Prefeitura de Ilhéus, o seu projeto de revitalização da Lagoa Encantada. A proposta, capaz de transformar um dos lugares mais belos de Ilhéus (mas desprezado) em um ponto turístico viável e atrativo, conta com o apoio da empresa Bahia Mineração (Bamin).
O projeto está sendo amplamente discutido com a participação de entidades diversas, como a Associação do Turismo de Ilhéus (Atil), e também junto à comunidade. Além de investimentos em infraestrutura, a ideia também inclui um aspecto fortemente ligado à educação ambiental.

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A Associação de Turismo de Ilhéus publicará no próximo dia 30 de agosto o edital com as chapas inscritas para a eleição da entidade. Em assembleia, ficou decidido que a escolha do novo presidente vai acontecer a 5 de outubro.
O atual comandante da Atil, Luiggi Massa, deixa o cargo e a esperança de uma renovação não apenas no comando, mas também nas atitudes da associação.

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O arquiteto Fred Costacurta, da Parkia Consultoria, zanzou por oito anos com seu projeto de revitalização da Lagoa Encantada, na zona norte de Ilhéus. Uma proposta grandiosa, capaz de inserir no mapa do ecoturismo internacional uma região belíssima, mas absurdamente ignorada.
Costacurta disse ter procurado, ao longo de todo esse tempo (quase uma década!) uma série de instituições do poder público – do estado e do município – e em nenhuma delas encontrou o apoio necessário ao projeto.
Recentemente, o arquiteto decidiu exibir o plano à iniciativa privada, que costuma ser muito mais rápida do que os governos para enxergar o que é bom e agir. A empresa procurada pelo homem da Parkia foi a Bahia Mineração, que construirá um terminal de embarque de minério na região da Ponta da Tulha, também no litoral norte ilheense. A Bamin solicitou de pronto que a Parkia formatasse a proposta para que as ações pudessem ser empreendidas.
Pode-se dizer que o projeto, apresentado hoje em uma reunião da Associação do Turismo de Ilhéus (Atil), está quase “redondinho”. No setor hoteleiro, prevalece o entendimento de que a revitalização da Lagoa Encantada será a primeira grande ação planejada em prol do turismo ilheense, um setor no qual sempre prevaleceu o improviso e o amadorismo.
Finalmente, parece que essa história começa a mudar.

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Há uma boa notícia para os moradores da Lagoa Encantada. Trata-se de um projeto patrocinado pela Bahia Mineração e executado pela Parkia Consultoria, do arquiteto Frederico Costacurta.
A proposta engloba planejamento para investimentos que farão a Lagoa Encantada se tornar de fato um lugar viável para o turismo ecológico, com a criação de roteiros e toda uma infraestrutura voltada a esta atividade econômica.
O projeto é interessantíssimo, porque garante um desenvolvimento sustentável para uma comunidade que sempre esteve esquecida e onde a maior ameaça não é a possibilidade de crescimento, mas sim o abandono.

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Enquanto anda por aí com ideias mirabolantes, como transplantar a imagem do Cristo da Praia da Avenida para o Morro de Pernambuco e colocar a balsa Ivete Sangalo numa linha entre a Baía de Todos os Santos e Ilhéus, o secretário de Turismo município, Paulo Moreira, dá de ombros para coisas mais importantes.
Nesta quarta-feira, por exemplo, desmbarcou na cidade uma frota de embarcações que fazem um cruzeiro da Argentina até o arquipélago de Fernando de Noronha. Havia uns cem barcos atracados no Iate Clube, onde os navegadores e suas famílias procuraram se refazer das longas horas no mar.
Um dos participantes do cruzeiro quis saber se na cidade havia secretário de turismo e na hora percebeu-se um indisfarçável constrangimento. O secretário nem sequer tinha conhecimento da presença dos ilustres visitantes.
Detalhe: esse cruzeiro é bastante tradicional e reconhecido como um dos mais importantes da América do Sul.

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Como se estivesse diante do Conde Drácula, Moreira empunha um crucifixo para o fotógrafo (foto Emílio Gusmão)

Em entrevista ao Blog do Gusmão, o secretário do Turismo de Ilhéus, Paulo Moreira, procurou eximir o governo de responsabilidade pelo seu estranho projeto de “transplantar” a estátua do Cristo Redentor, da Praia da Avenida Dois de Julho para o Morro de Pernambuco. Segundo Moreira, foi “apenas uma ideia” dele, que sente ter sido “mal-interpretado”.
Na mesma conversa com o blogueiro, o homem apresentou mais um produto de sua imaginativa cachola: ele está se esforçando para que o ferry-boat Ivete Sangalo realize uma viagem para Ilhéus a cada semana. Observa que haveria riscos (no mínimo de enjoo dada a agitação do mar ao longo da rota), mas ainda assim está sendo estudada a viabilidade econômica do projeto.
Com propostas “fantásticas” desse tipo, Moreira está longe de resolver os problemas do turismo ilheense. Mas quem sabe ele mesmo se torne uma atração turística e folclórica.
CONFIRA A ENTREVISTA

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A imagem do Cristo também pode ser vítima do secretário

O secretário de Turismo de Ilhéus, Paulo Moreira, que hoje é também conhecido como “O Esquartejador do Cristo”, está com uma pendência com trabalhadores que atuaram na segurança dos festejos juninos.
Os prejudicados já procuraram Moreira diversas vezes e não obtiveram nenhuma sinalização positiva. Enquanto não paga o que deve, o secretário dedica seu precioso tempo a ideias mirabolantes, como a de fatiar a imagem do Cristo e transferi-la da praia da Avenida Dois de Julho para o Morro de Pernambuco.
É dose!

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Há certa polêmica instalada em Ilhéus, que coloca Porto Sul e turismo em polos antagônicos, como se um não pudesse conviver com o outro. Por outro lado, comenta-se que diversos empresários estão somente aguardando sair o licenciamento ambiental do projeto para construir seus hotéis na região norte ilheense. Acreditam eles que, longe de prejudicar, o porto atrairá negócios, gente e dinheiro, beneficiando inclusive a hotelaria.
Nesse sentido, é emblemático o outdoor colocado esta semana em diversos pontos de Ilhéus. Com “assinatura” de dois dos principais hoteis da cidade – além de CDL, Maçonaria e Rotary -, a peça expõe em letras garrafais: “Queremos o Porto Sul. Precisamos de empregos!”.
A verdade é que as divergências em torno do Complexo Intermodal Porto Sul começam a mudar de foco. Em vez dos tradicionais “contra” e “a favor”, estão engrossando a voz os que apoiam o projeto, exigindo porém que os impactos ao meio ambiente sejam minimizados.

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Começa na noite desta sexta-feira (30), o 3º Festival do Guaiamum, na Vila Juerana, litoral norte de Ilhéus. O evento é divulgado pela Secretaria de Turismo, cujo titular, Paulo Moreira, considera a programação da maior importância para destacar o potencial turístico e gastronômico do local.

O entendimento da relevância, no entanto, não implica em ajuda efetiva aos verdadeiros organizadores do festival. Na Vila, as reclamações contra a Setur são numerosas.

Segundo os diretores da Amorviju (Associação dos Moradores da Vila Juerana), a mudança na data do festival foi provocada pelo descumprimento de um compromisso da Setur de apoiar a atividade. Isso gerou prejuízos financeiros para comerciantes que já haviam preparado os estoques para receber  os visitantes.

Como o prometido apoio foi negado de última hora, a Amorviju também está tendo que se virar para pagar as bandas que vão animar a Juerana até domingo. A venda de camisas a R$ 20,00 (dá direito a cinco cervejas) é uma das formas que a turma arranjou para conseguir o dinheiro.

Até mesmo  limpeza das ruas e praça da vila, pintura de pontos de ônibus e postes e produção de faixas para divulgação estão sendo custeadas pela associação de moradores.

Segundo a Amorviju, nessa parceria eles estão entrando com tudo e a Prefeitura somente com a pose na foto.

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Após três anos e meio, o empresário Paulo Moreira volta ao comando da Secretaria Municipal de Turismo de Ilhéus. Ele tomou posse, discretamente, ontem à noite, no gabinete do prefeito Newton Lima.

Como informou com exclusividade este blog, Moreira era o candidato mais forte à vaga e assume com o apoio do trade turístico. Dono da Gabriela Turismo e filiado ao PSB, ele já comandou a Pasta em 2007, no governo do prefeito cassado Valderico Reis.