Intercorrência pode afetar abastecimento de água de Itabuna, segundo a Emasa || Foto de Arquivo
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Chuvas e ventos fortes danificaram a rede de energia elétrica da Estação de Captação de Água Bruta da Empresa Municipal de Águas e Saneamento (Emasa), no povoado de Rio do Braço, distrito de Banco do Pedro, em Ilhéus. O temporal ocorreu na madrugada desta quarta-feira (21) e provocou a paralisação da unidade, que faz parte do sistema de abastecimento de Itabuna.

Levantamento técnico da Emasa identificou danos em mais de 125 metros da rede elétrica. O impacto comprometeu quatro postes, quebrou três cruzetas e rompeu cabos de energia, o que inviabilizou o funcionamento da estação.

Segundo o superintendente de Extensão e Operação da Emasa, Anderson Alves, a empresa montou um plano de ação para recuperar a rede, que é mantida pela autarquia municipal. As equipes atuam de forma contínua, mas ainda não há prazo determinado para a conclusão dos serviços em razão da gravidade dos estragos.

O superintendente informou que o incidente ocorreu em um trecho aberto, sem interferência de galhos ou vegetação. Ele avalia que, além da força dos ventos, a queda de um raio pode ter contribuído para os danos, mesmo após a limpeza da faixa da rede, feita em dezembro.

Com a paralisação, a captação de água na unidade deve cair entre 15% e 20%, o que pode provocar atraso no abastecimento de Itabuna. A Emasa informa que a Estação de Captação de Nova Ferradas opera plenamente, garantindo o funcionamento da principal Estação de Tratamento de Água, no bairro São Lourenço.

A previsão da empresa é restabelecer a operação da estação afetada até o fim desta quarta-feira (21). Enquanto isso, a Emasa orienta a população a adotar o uso racional da água e evitar desperdícios.

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Torres eólicas do Campo Largo começam a ser montadas em Umburanas

As primeiras torres do Complexo Eólico Campo Largo, em Umburanas, na Bahia, começaram a ser instaladas pela Engie Brasil. De acordo com a empresa, equipes trabalham em diferentes estágios de instalação de 18 torres. A previsão da Engie é de que as obras sejam concluídas em outubro deste ano. Cada torre tem 89 metros de altura e estão sendo fabricadas em Jacobina.
“A montagem eletromecânica representa uma etapa significativa da segunda metade da obra, pois engloba todos os componentes principais, como torre, nacelle, hub e pás. Ela complementa a fase anterior, ou seja, os guindastes utilizam as plataformas e as torres de aço são encaixadas nas fundações de concreto nas quais trabalhamos durante todo o ano de 2017”, destacou o gerente da obra, Murilo Boselli.
Torres de aerogeradores mudam paisagem de município baiano

De acordo com Boselli, quando a montagem dos componentes principais de algumas torres estiver finalizada, será iniciado o comissionamento dos aerogeradores, fase na qual eles serão testados e, logo após, a energia começará a ser gerada”. Na primeira fase, o Complexo Eólico Campo Largo, em Umburanas e Sento Sé, contará com 121 aerogeradores, com capacidade total instalada de 326,7 MW, devendo começar a operar comercialmente em janeiro de 2019.
No Brasil, segundo Boselli, a Engie é a maior produtora privada de energia elétrica no País, operando uma capacidade instalada de 10.898,8 MW em 31 usinas em todo o Brasil, o que representa cerca de 6% da capacidade do País.
O grupo também atua na área geração solar distribuída e oferece serviços relacionados à energia, engenharia e integração de sistemas, atuando no desenvolvimento de sistemas de telecomunicação e segurança, iluminação pública e mobilidade urbana para cidades inteligentes, infraestruturas e a indústria de óleo e gás. Contando com 2.100 colaboradores, a Engie teve no Brasil em 2017 um faturamento de R$ 7 bilhões.