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Do Política Livre
Uma eventual eleição da ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, para a Presidência em 2010 seria um “acontecimento duplamente simbólico e lisonjeiro para a democracia brasileira”, segundo o jornal francês Le Monde de quarta-feira. “Imaginemos o que Dilma representa: uma mulher, pela primeira vez presidente, oito anos depois da eleição de um operário”, justifica o diário.
Em um artigo que traça o perfil e a trajetória política da ministra, o Le Monde a apresenta como a ex-militante radical de esquerda que hoje tem a reputação de “dama de ferro” e que é a mais provável candidata do Partido dos Trabalhadores (PT) nas eleições presidenciais do ano que vem.
O Le Monde lembra, no entanto, que apesar da imensa popularidade de Lula, a vitória de Rousseff em 2010 não está garantida. “Ela possivelmente terá como adversário um homem de peso, José Serra, governador de São Paulo e ex-rival derrotado por Lula em 2002″.

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O senador César Borges ratificou a sua posição no tabuleiro político baiano agora e em 2010. Numa entrevista exclusiva concedida ao site Jornal Bahia Online, ele fez pesadas críticas ao governador Jaques Wagner e afirma que as oposições terão apenas um – e só um – candidato na disputa pelo Palácio de Ondina no próximo ano.
– O melhor nome para lançarmos a governador é aquele que consiga ampliar o leque de alianças para além de suas bases ideológicas. Algo que o governador Jaques Wagner fez muito bem na sua eleição e nós não fizemos, nas eleições passadas, estreitando demais nosso leque ideológico e facilitando sua vitória.
Confira a íntegra da entrevista no site.

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Veja como é a vida. Há alguns dias o Pimenta informou que o prefeito de Itororó, Adroaldo Almeida (PT) encaminhou à Câmara projeto de Lei concedendo aos professores reajuste salarial para adequar os vencimentos ao Piso Nacional, implantado pelo Mnistério da Educação. O prefeito, todo feliz, anunciava o salário de R$ 950,00 como um benefício para os profissionais da educação e um avanço de seu município na relação com o funcionalismo.
O problema é que a situação mudou. De R$ 950, o piso nacional do magistério foi elevado este mês para R$ 1.132,40, para uma jornada de 40 horas. Quem trabalha 20 horas tem direito a receber metade desse valor, R$ 566,20. O prefeito disse, à época, que o piso é uma conquista dos professores junto ao governo Lula, e ele queria que isso fosse seguido em seu município. Como fica a situação agora, nesses tempos de receitas minguadas? Retira o projeto da Câmara e faz os ajustes necessários ou deixa para seguir o exemplo em outra ocasião?
Em tempo: nessa sexta-feira (24), profissionais da educação em todo país vão parar as atividades para protestar pela implantação do piso nacional. Em Itabuna, os dois sindicatos que representam a cetegoria (API/APLB e SIMPI) aderem ao movimento.
O SIMPI diz que vai fazer isso em apoio à luta da categoria, embora estivesse “desobrigado” da atividade, já que não é filiado à Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), o que é o caso da API. Os dois sindicatos promoverão debates sobre o tema – a API em sua sede, na praça Adami, e o SIMPI, na Casa do Educador.

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Em uma grande cidade do sul da Bahia, não se fala em outra coisa. Estaria se tramando uma articulação entre um advogado com fome de cargos e uma empresária que costuma ser eminência-parda na Prefeitura. O objetivo seria criar situações de desgaste para o atual prefeito, fazendo-o escorregar em sucessivas cascas de banana, até o tombo final. A dupla, pelo que consta, está insatisfeita com o chefe do executivo e tem preferência pelo vice.
A conferir…