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O governador Jaques Wagner falou ontem com a imprensa sobre os rumos do governo, sem o PMDB. Ele criticou a postura do ex-aliado e afirmou que tem apostado na unidade e no bom senso, enquanto o partido do ministro Geddel Vieira Lima preferiu investir na divisão.

“Na política, você avança juntando e não espalhando”, disse Wagner. Ele frisou que ontem mesmo começou a discutir as substituições das vagas abertas com a saída do PMDB (secretarias de Infraestrutura, Indústria, Comércio e Mineração e Ciência Tecnologia e Inovação, além de aproximadamente 500 cargos nos escalões inferiores).

O governador assegurou que o governo não muda, pois “o comando é único”.

Clique AQUI e ouça o pronunciamento na íntegra.

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Mardes teria jogado a toalha.
Mardes teria jogado a toalha.

O prefeito cassado Mardes Monteiro, de Buerarema, apostava numa virada de jogo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Contava, para isso, com uma certidão emitida pela Câmara de Vereadores que dizia ter sido ilegal a votação que condenou suas contas do período de prefeito entre janeiro e junho de 2005.

A estratégia até que deu certo no judiciário local, mas, ao abrir espaço para o contraditório, os ministros do TSE receberam documentos que comprovam que as contas foram julgadas pelos vereadores.

Há dois dias, o prefeito cassado deu sinal de que não mais acredita em uma virada no processo: desocupou o imóvel utilizado como residência em Buerarema, a conhecida Casa Verde. Um caminhão-baú levou todos os pertences da família para Itabuna.

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Trecho de artigo postado no blog POLÍTICA BAIANA COM DEDO NA FERIDA, do jornalista Antônio do Carmo (para ler o texto completo, clique AQUI):

“Geddel não tinha força nenhuma. Basta ver sua votação pífia eternamente na Bahia antes de se aliar com Wagner.

Era igual a Juthay. Justiça seja feita apenas em termos de votação e inexpressividade, porque do ponto de vista de personalidade são diferentes e não quero agredir Juthay no terreno pessoal igualando-os.

GEDDEL PASSOU O PRIMEIRO MANDATO DE LULA NA OPOSIÇÃO RADICAL.

Viu em Wagner uma oportunidade de crescer. Foi aí que ele teve muito mais do que deu com seu inexpressivo PMDB”.

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Quem pode ficar no prejuízo com o divórcio entre PT e PMDB na Bahia é a comunidade ribeirinha da Bananeira, em Itabuna. Entenda: depois que o Pimenta publicou a foto de um menino daquele bairro “brincando de computador” no meio do lixo, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Governo do Estado se sensibilizou.  E a coordenadora do Programa de Inclusão  Sociodigital do governo baiano, Rúbia Carvalho, prometeu instalar um Centro Digital de Cidadania na Bananeira.

Ocorre que ontem o doutor Ildes Ferreira, que era o titular da Sect, entregou seu pedido de exoneração, finalizando o desembarque peemedebista do primeiro escalão do governo Wagner. Rúbia Carvalho, que é indicação do PMDB (deputado federal Raymundo Veloso) deve tomar o mesmo rumo.

Se os substitutos mantiverem aquele compromisso, a Bananeira agradece…

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O cidadão sai para se divertir, tomar uma cervejinha e, do nada, se vê com uma arma apontada para a cabeça. A cena está cada vez mais comum em Itabuna. Em uma semana, pelo menos dois bares foram assaltados. No dia 1º foi o Bar América, na avenida Juracy Magalhães e, nessa madrugada, o Sheik Bar, na Beira Rio, no centro.

No caso do Bar América, a polícia prendeu Aiala Paiva dos Santos, que ainda portava parte do dinheiro subtraído do estabelecimento. Já no assalto ao Sheik, não se teve o mesmo sucesso. Os dois elementos estavam armados e fugiram rapidamente em uma motocicleta, que não teve sequer a placa anotada. Além da empresa, quem estava no bar também foi saqueado.

A lei da madrugada, que limitava o horário de funcionamento de estabelecimentos como bares e restaurantes, foi modificada em Itabuna. O novo texto – lei 2.059 –, estabelece o compromisso dos proprietários de garantir a segurança dos clientes e funcionários, para que os locais possam ficar abertos madrugada adentro.

Mas essa obrigatoriedade só vale para o período entre as 2 e 6 horas da manhã. O assalto no Sheik ocorreu por volta de 1 hora da madrugada. É caso de segurança pública, mesmo.

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70-mm

Essa semana a coluna 70 Milímetros analisa o filme Milk – A voz da liberdade, do diretor Gus Van Sant. O colunista Leandro Afonso se rende à simplicidade e à objetividade da fita. Não que só isso baste. Mas, porque dessa fluidez aparece límpido o talento de quem tem – caso mais que evidente de Sean Penn.

Em Itabuna, o filme pode ser locado nas boas casas do ramo – nas ruins também, claro, mas lá a cópia tem grande chance de ser pirata. Você pode ficar com a sensação de que ‘naquele pedacinho’ em que a gravação deu um salto estaria a chave para ‘entender’ a obra.

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A troca de comando na secretaria da Educação não deve trazer maiores dores de cabeça ao governo, no que se refere à distribuição dos cargos. Fonte do próprio governo assegura que a mudança se dará apenas no âmbito do gabinete do secretário. “Os cargos na estrutura da secretaria são indicações dos deputados, e da cota do próprio PT. O governo não quer mexer neles”.

Bem melhor – pelo menos, um prejuízo bem menor – para Wagner do que se o secretário fosse indicado por algum neo-governista, como o PP, ou mesmo o PDT, que está arrastando a asa pro lado do Palácio de Ondina. Esses tem a indigesta mania de exigir secretarias no velho e bom estilo ‘porteira fechada’. Ou seja, todos os cargos para si.

Na terça-feira (11) o secretário Adeum Sauer fará – “de forma republicana”, reforça a fonte -, a transmissão do cargo ao sucessor Oswaldo Barreto. A mudança é apenas de nomes – no máximo de concepção de trabalho -, já que ambos são petistas.

Para quem torcia pela queda de alguns dirigentes de Direcs, a realidade é essa. Pelo menos por enquanto.