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Dizendo-se mal atendido, o cliente de um banco americano foi à Justiça. Ele pede uma indenização não de outro, mas de muitos outros mundos, impossível de ser paga: US$ 1 septilhão, 784 sextilhões de dólares.

Não há dinheiro no mundo para a indenização. Seria preciso juntar a economia de 21 bilhões de planetas terra para chegar a essa cifra. No sistema numérico mundial, esse é um “iota”, uma das unidades de medidas dos grandes números, gigantescos.

Mal atendimento. Foi essa a justificativa do cliente para levar o Bank Of America, o maior banco dos Estados Unidos à Justiça, a uma corte em Nova York.

Pense em Bill Gates com sua fortuna de US$ 50 bilhões de dólares. Com o que pede o cliente do banco seria possível ter não um, mas 5.427 planetas terra cheios de Bill Gates. As informações são do Jornal da Globo.

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Informa o Política Et Cetera (acesse aqui) que a guilhotina no PT de Itabuna está afiadíssima. A mãe de uma ex-petista que aceitou cargo no governo de Capitão Azevedo (DEM)  é a nova vítima da tal guilhotina. Dona Genália Araújo Santos era supervisora numa escola estadual em Itabuna e foi exonerada do cargo “a juízo da autoridade”.

A princípio, a causa da exoneração foi o fato de Dona Genália ser a mãe de Cristiane Araújo Santos. O ato de exoneração está publicado no Diário Oficial de 17 de outubro. Agora já pensou se os pais fossem responsáveis por todos os atos de seus filhos adultos e bem crescidos?

Dona Genália era conhecida na Mangabinha como “a petista”, mais de sessenta anos de vida. A maldade contra a educadora sexagenária é atribuída à diretora da 7ª Diretoria Regional de Educação (Direc), Miralva Moitinho, como ato de vingança contra a sua ex-colaboradora Cristiane Araújo.

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O controverso presidente da Associação de Turismo de Ilhéus, Luigi Massa, anda sempre envolvido em polêmicas. Na coletiva do Panamericano de Surfe, na quinta passada, disse que o evento será importante para a cidade, mas não terá significância para a rede hoteleira.

E largou lá sua teoria. Disse que surfista não tem dinheiro para ficar em hotel. Instalou-se um mal-estar entre organizadores. Massa mostrou desconhecer que estarão em Ilhéus os tops do surf das três américas, detentores de bons patrocínios – e não vêm sozinhos.

A competição acontecerá pela primeira vez no Brasil, na praia de Batuba (Olivença), e terá transmissões ao vivo pela internet e canais esportivos de tevê. Se liga, Luigi.

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O sujeito entra num supermercado como o Bom Preço, cheio de câmeras de segurança, e furta um pacote de presunto fatiado, um pacote de queijo mussarela, um pacote de pão e um pacote de hambúrguer de carne bovina.

Pra acompanhar, como estava ‘fácil’, resolveu pegar também quatro brahmas, e um pacote de bolo de aipim – certamente para presentear a mamãe.

A aventura foi na manhã de ontem. Ou é muito chinfrim, ou era muita vontade de comer um sanduíche. Claro, foi flagrado e preso, como o são quase todos os ladrões pés-de-chinelo.

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Agulhão F. não gostou do comentário do prefeito Azevedo em relação à vereadora Rose Castro (“O que ela fez, não se faz” – veja aqui). Segundo o trovador, basta olhar os jornais para saber que a traição faz parte da lógica partidária. “Só quem não sabe disso é Azevedo, porque se faz de tolinho”, brinca:

Trair tem o mesmo jeito
que tem o verbo coçar,
e sabe bem o prefeito
que é bastante começar…
Começa e não para mais,
é só coçar uma vez,
por isso, se Rose fez
o que Rose fez… se faz!…
Traição, se bem conheço,
é o caminho da desgraça:
como se fosse cachaça,
só precisa de começo
pra atingir a embriaguez,
por isso, se Rose fez,
eu cá não a desmereço,
pois todo político faz…
Ainda inexperiente,
Rose tá “virando gente”
e vai fazer muito mais.!…
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Daniel Thame | www.danielthame.blogspot.com

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É de causar estranheza da reação de alguns setores, Igreja Católica à frente, a uma frase bobinha do presidente Lula, acerca de uma hipotética aliança de Jesus com Judas, caso o Redentor retornasse a Terra e, em vez de redimir os homens do pecado, separar os bons dos maus, levar os bons para o Reino dos Céus e encaminhar os maus para o fogo eterno dos infernos; resolvesse exercer algum cargo público de relevância, presidente da República, por exemplo.

Useiro e vezeiro em usar metáforas, geralmente com o futebol, Lula justificou alguns acordos que faz para manter a governabilidade dizendo mais ou menos o seguinte:

– Se Jesus fosse presidente, teria que fazer acordo até com Judas…

Judas Iscariotes, como todos sabem, foi o discípulo que, segundo os Evangelhos, traiu Jesus e, com um singelo beijo, entregou-o aos romanos.

A traição de Judas talvez ficasse em segundo plano na História caso o povo, já naquele tempo com uma vocação inacreditável para votar errado, instado por Pôncio Pilatos a escolher entre Jesus e Barrabás (um ladrão, precursor de uma considerável parcela de políticos), não tivesse optado por Barrabás.

Escolheu o ladrão!

E lá foi Jesus para o sacrifício da crucificação e posterior ressurreição, alçado à condição de principal personagem da Humanidade em todos os tempos, base de uma religião que atravessou dois milênios.

E lá foi Judas, virar sinônimo de traição, malhado e escorraçado ano após ano, vilipendiado como símbolo de tudo o que há de ruim no mundo.

Em sendo Judas o que foi, o que Lula fez foi apenas uma brincadeira sem maiores conseqüências, falando numa linguagem que todo mundo entende.

À pergunta de alguns jornalistas sobre alguns políticos com os quais se aliou para manter a tal governabilidade, certamente se referindo a José Sarney, Renan Calheiro e Fernando Collor de Melo, Lula usou a metáfora de que até Jesus teria que se aliar a Judas para governar o Brasil.

Como se sabe, o Congresso Nacional, sem o qual ninguém consegue governar, não é nenhum colégio de freiras carmelitas ou seminário de monges beneditinos.

Algum incauto que cometesse a imprudência de promover ali uma espécie de Santa Ceia, correria o risco de, na hora de repartir o pão e compartilhar o vinho, não encontrar nem pão nem vinho, devidamente surrupiados por algum dos “Judas” que por lá se proliferam.

Lula não disse nada que não seja senso comum e nem mesmo os “Judas” vestiram a carapuça ou sentiram-se ofendidos, visto que não são dados a essas aleivosias. O negócio deles é acumular o pão e o vinho (aqui, recorreremos à metáfora lulista) e o povaréu que se dane.

Daí que, não faz sentido esse reação de setores da Igreja Católica, como se Lula tivesse cometido um sacrilégio digno da Santa Inquisição.

De mais a mais, caso Jesus realmente voltasse a Terra sem aviso prévio, mais do que com a profusão de Judas na política e em outras áreas, certamente ficaria chocado como o seu Santo Nome é usado em vão.

Inclusive por aqueles que, por dever de fé e oficio, deveriam zelar pela sua imagem e sua verdadeira mensagem.

Amém!

Daniel Thame é jornalista e blogueiro