Se o problema das drogas é uma preocupação social da maior gravidade, em Itabuna o tratamento que o governo municipal confere ao Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) vai totalmente na contramão do que deveria ser a postura correta do poder público.
O Caps, que é mantido com verbas federais, é menosprezado pelo secretário municipal da Saúde, Antônio Vieira, que não disponibiliza os recursos mínimos para a prestação de um serviço digno. E ainda existem situações absurdas, como o funcionamento em um imóvel precário (o telhado ameaça desabar), de péssima localização e pelo qual o erário desembolsa um aluguel mensal de R$ 4.500,00.
Outra: um veículo (Kombi), que deveria ser usado para o deslocamento de pacientes do Caps, tem servido ao transporte de material de construção e até de animais. Um absurdo total!










Um morador do bairro Vila Anália, na periferia de Itabuna, ligou para o programa Patrulha Geral, apresentado por Fábio Roberto na Rádio Nacional AM, e discorreu sobre as agruras de sua comunidade. Observou que os principais problemas são os buracos e a falta de iluminação nas ruas. O cidadão contou ter levado a situação ao conhecimento do secretário de Administração Gilson Nascimento e ouvido deste um papo muito estranho.






Ederivaldo Benedito comentava há pouco, no Bom Dia Bahia (Rádio Nacional de Itabuna), sobre o encontro que avaliou a reativação do aeroporto local. O comunicador demonstrou ceticismo diante da possibilidade, expressando um redondíssimo “duvidê-ó-dó” e acrescentando que em Itabuna “ocorre muita reunião para avaliar o que não se fez e planejar o que não se vai fazer”.




