
Os médicos do Samu 192 de Ilhéus decidiram nesta noite deflagrar greve por tempo indeterminado, a partir do dia 1º de fevereiro. Eles reivindicam isonomia salarial, melhores condições de trabalho e pagamento de férias atrasadas.
O diretor-regional do Sindicato dos Médicos da Bahia (Sindmed), Teobaldo Magalhães, afirma que os profissionais do Samu ilheense não têm reajuste salarial desde a implantação do serviço de urgência no município, em 2005.
Os profissionais recebem R$ 3,4 mil por mês e querem salário de R$ 7 mil. Teobaldo cita exemplos de municípios de porte semelhante ao de Ilhéus e que pagam entre R$ 6 mil e R$ 8,8 mil aos médicos do Samu 192, caso de Eunápolis, no extremo-sul baiano.
Durante a greve, afirma Teobaldo, o Samu vai funcionar com 30% do quadro de médicos, atendendo à legislação. Os profissionais prometem realizar ato público em frente ao Palácio Paranaguá, na próxima quinta (27), às 15h.
Os médicos também reclamam das condições de trabalho. “Os carros estão sucateados e faltam até ataduras e luvas para trabalharmos”, disse o dirigente em entrevista ao PIMENTA.











O apelido “papa-jaca” é uma forma levemente pejorativa e até mais jocosa com que os itabunenses são chamados, sobretudo pelos vizinhos ilheenses. Pois foi esta uma das alcunhas que o juiz da 4ª Vara Cível, Valdir Viana, utilizou com a intenção de desqualificar o advogado Andirlei Nascimento, presidente da subseção local da OAB.


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