Será aberto às 18 horas desta quinta-feira, 14, em Itabuna, o 1º Encontro Nacional de Capoeira, promovido pelo grupo Cordão de Ouro. A abertura será no auditório da FTC, com um debate sobre a capoeira como instrumento de inclusão, atividade que terá a participação de alunos da escola de capoeira Cordão de Ouro, além de uma turma especial, formada por crianças com síndrome de down. O grupo faz parte do projeto “Capoeira para Todos”, coordenado pelo Mestre Ninja.
O encontro prossegue até o dia 16, com programação tanto na FTC como no Centro de Cultura Adonias Filho. Na sexta-feira, 15, haverá oficinas e para o dia 16 foram agendados batizado, apresentação cultural e troca de cordéis.
O filme “Eu me lembro”, primeiro longametragem do cineasta baiano Edgard Navarro, é um dos que serão exibidos na primeira semana da mostra Cinemulti, em Itacaré. Será exibido um total de 11 longas e diversos curtametragens, até o final de maio.
A abertura da mostra será no dia 30, às 18h45min, no Centro Cultural Porto de Trás, e todas as exibições ocorrerão sempre nos finais de semana. Além do filme de Navarro, serão destaque um documentário sobre o capoeirista Mestre Bimba e diversas obras de sucesso do cinema nacional, como Narradores de Javé, Saneamento Básico e É proibido fumar. Os filmes serão levados a diversas comunidades, nas áreas urbana e rural de Itacaré.
Sobre o filme “Eu me lembro”, o crítico Luiz Zanin, do Estadão, afirmou tratar-se de uma “obra profundamente baiana em sua maneira de sentir e, ao mesmo tempo, totalmente universal em sua forma de expressão”.
A censura no Brasil foi fulminada com o regime militar, mas alguns fardados parecem não se lembrar disso. Segundo o site Adnews, um grupo de milicos não está gostando da novela “Amor e Revolução”, a mais nova tentativa do canal SBT, de Sílvio Santos, na área da teledramaturgia. A novela, segundo o autor Tiago Santiago, mostra “o lado terrível da ditadura e o lado lindo e romântico dos anos 60”.
O primeiro “lado” atingiu em cheio os brios da caserna, que está reagindo. Militares já promovem um abaixo-assinado, exigindo que a atração seja derrubada.
Mais curiosa é a tese levantada nos quartéis. Segundo a versão dos que defendem o fim de “Amor e Revolução”, a novela seria fruto de um acordo entre o empresário Sílvio Santos e o Governo Federal. O objetivo seria sanear o Banco Panamericano.
Se bobear, a história dos militares acaba dando outra novela…
O campo brasileiro vive um momento excepcional de produtividade em alta e forte aumento da rentabilidade. As razões são os picos históricos de preços de algumas commodities, os custos de produção em queda e o clima favorável em quase todo o país.
Os fundamentos são tão favoráveis que os produtores iniciaram uma inédita onda de antecipação de pagamentos de suas dívidas. Acostumado aos pedidos de rolagem das dívidas, o Banco do Brasil, maior operador de crédito rural do país, já registra “retornos voluntários” superiores a 10% dos empréstimos ao setor.
Movidos pela febre do consumo, interno e externo, os produtores aproveitam o cenário favorável para pagar dívidas antigas. O BB, cuja carteira rural soma R$ 75 bilhões, informa ter recebido 60% dos débitos renegociados em épocas de crise climática e de renda no período 2004-2007.
Me chamo Hélder Almeida e resido no bairro Mangabinha, mais precisamente à Rua Nossa Senhora das Graças. Meu objetivo é registrar a indignação de todos os moradores vizinhos quanto aos serviços prestados pela empresa COELBA nesse logradouro, e cobrar alguma intervenção com urgência.
Toda a vizinhança passa pelo transtorno e prejuízo de ter aparelhos danificados, falta de potência na rede elétrica para ligar chuveiros, microondas ou qualquer outro aparelho comum que demande energia de qualidade. Em minha residência já foram queimados 3 HDs e 2 fontes de computador, 1 modem, 1 tv, várias lâmpadas e diversas resistências de chuveiro. Tudo isso em menos de um ano, período em que resido nesse domicílio. Nas casas próximas, sempre há o histórico de algum objeto queimado, TVs, microondas, ar-condicionados e até mesmo refrigeradores.
O contato com a empresa já foi feito diversas vezes e por diversos vizinhos. Tanto por telefone quanto pessoalmente na central e, segundo eles, o problema já foi até identificado: seria a falta de mais transformadores para suprir a demanda. Porém nenhuma providência é tomada e tudo continua do mesmo jeito. Agora, com o período mais frio se aproximando, tudo piora com uso intensificado de chuveiros e outros aparelhos.
Em momentos críticos, a tensão nas tomadas oscila entre 55 e 75 volts, quando deveria ser fornecido algo em torno de 110 volts. Isso faz com que todos os aparelhos elétricos em uso acabem sofrendo danos.
Estamos movendo uma ação no Ministério Público contra a empresa, mas todo esse processo demanda tempo. Enquanto isso, o serviço continua de péssima qualidade e nós consumidores sofremos com o descaso. Espero que haja alguma resposta por parte da COELBA e alguma providência seja tomada após essa queixa ser veiculada neste blog, que possui acentuado prestígio na nossa região.
Tempo de leitura: < 1minutoRenato Cunha, do Gambá, aprova a mudança, mas pede cautela
Ambientalistas que fazem parte de ONGs baianas e nacionais veem a decisão do Governo do Estado de alterar a localização do projeto Porto Sul como um avanço. Para os que vinham resistindo ao empreendimento na Ponta da Tulha, a opção de construir o porto em Aritaguá “reforça a importância do embasamento técnico para viabilizar a infraestrutura necessária ao crescimento do País de forma sustentável”.
Apesar de aprovarem a mudança, os ambientalistas ainda cobram cautela. “Deve-se considerar a extensão dos impactos de um complexo dessa dimensão para a região”, afirma Renato Cunha, do Grupo Ambientalista da Bahia (Gambá).
Cunha salienta que há “muitas dúvidas em relação à nova localidade” e acrescenta que as ONGs estão abertas “a discutir com a sociedade e com o governo essa possibilidade (de construção do porto em Aritaguá)”,
Nesta terça-feira, 12, o Governo do Estado publicou no Diário Oficial o decreto de desapropriação de uma área de aproximadamente 4.800 hectares, que será destinada ao Complexo Intermodal. Dentro do projeto, está inserido o terminal portuário da empresa Bahia Mineração.
O capitão Guilherme Eleutério da Silva, 34, e o tenente Everton da Silva Rabelo, 29, morreram em um acidente nesta manhã, no quilômetro 150 da Linha Verde (BA-099). Os policiais militares estavam em um Siena Vermelho, placas JMR-1424, quando um dos pneus estourou e o carro capotou. Eles se deslocavam para o município de Conde, onde ocorreria troca de comando da unidade da corporação.
Os tenentes Valter Barbosa de Souza Júnior, Carla Souza de Oliveira e Luciano Belazzi de Oliveira também estavam no Siena e saíram feridos. Os três estão internados no Hospital do Conde e não correm risco de morte. Um dos oficiais feridos no acidente, Valter Júnior, é itabunense e filho do radialista Valter Barbosa.
Um aluno de 17 anos foi flagrado, na tarde de terça-feira (12), portando arma de fogo na Escola Municipal Anésia Guimarães, no bairro de Pequi, em Eunápolis, a 668 km de Salvador, região sul do estado. De acordo com a polícia local, a arma era calibre 32 e estava sem munição.
O delegado Marivaldo Felipe afirmou que os professores comunicaram a situação à polícia após denúncia de colegas de classe.
Marivaldo Felipe informa que já foi aberto um Termo de Ocorrência Circunstanciado por porte ilegal e que o adolescente foi liberado e encaminhado para a casa dos avós, com quem vive.
O advogado Sânzio Peixoto obteve, na Justiça Federal, o direito de permanecer inscrito nos quadros da OAB. Sua inscrição havia sido cancelada por determinação do presidente da subseção estadual da Ordem, Saul Quadros.
O presidente entendeu que havia incompatibilidade entre o exercício da advocacia e do cargo de coordenador do Núcleo de Direitos Humanos e Penas Alternativas da Secretaria Estadual de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos. Por essa razão, excluiu Peixoto.
O fato ocorreu em meados de fevereiro, poucos dias após o advogado ter um desentendimento com a juíza da Vara do Júri e Execuções Penais de Itabuna, Cláudia Panetta. Na ocasião, Sânzio Peixoto foi defendido pelo presidente da OAB em Itabuna, Andirlei Nascimento.
O presidente local da Ordem também condena a postura da subseção baiana. Segundo ele, o papel da OAB é o de dar apoio institucional e somente punir o advogado quando este deixe de cumprir os seus deveres éticos e profissionais. “Ao que consta, não é o que aconteceu com o advogado Sânzio Peixoto”, argumenta Nascimento.
Peixoto diz que o Estatuto da Advocacia aponta os casos em que a ocupação de determinados cargos é incompatível com o exercício da profissão. Ele argumenta que a prova de que ele não infringia o Estatuto é que vários outros coordenadores do Núcleo de Direitos Humanos são advogados. O próximo substituto de Peixoto no cargo, Ilo Rocha Gomes, militaria na profissão.
O contribuinte itabunense tem só até o próximo dia 20 para pagar o IPTU com desconto de 15% ou em cota única. Mesmo no caso de parcelamento, a primeira vence também no dia 20.
E se for pagar em cota única depois do dia 20, a vítima tem de recorrer ao setor de Tributos da prefeitura. A sede de faturar provocou chiadeira de dezenas de contribuintes.
As cadeias deveriam servir para ressocializar e, se a realidade tivesse alguma consideração pelas leis, os egressos do sistema penal seriam sujeitos melhores do que no momento em que se tornaram clientes das penitenciárias. Mas o costume é ver os ex-detentos voltarem a cometer crimes, visto que a maioria dos presídios funciona como um depósito de seres humanos, onde se deixa de lado esta condição e o tratamento é o que seria bem indicado a bestas-feras.
Se cumprissem sua função, as prisões poderiam ser importantes na vida de muitas pessoas que, pelos descaminhos da vida, vieram a cometer algum delito. Para elas, a pena serviria de fato como um momento de refletir e se arrepender, de aprender uma profissão, de sentir falta da família e reconhecer o seu valor.
Como menosprezam o papel de recuperar, as cadeias se tornaram lugares malditos, reservados aos que são vistos como “párias” da sociedade, os indesejáveis, os excluídos. É nas celas que estes são simplesmente separados do mundo, não para se ressocializar, mas para livrar os demais de sua presença.
É só pesquisar em um bairro periférico para ver quantas famílias têm pelo menos um de seus membros encarcerado. Na periferia, isso é até normal, fala-se com naturalidade sobre o assunto, alguns lamentam, mas quase ninguém se constrange. Infelizmente, a miséria também provoca esse conformismo com o infortúnio, mas a sensibilidade é maior entre os clientes eventuais e esporádicos da Casa de Dete (um dos apelidos da Casa de Detenção).
Não é à toa o rebu que se deu quando um professor de Direito em Itabuna ilustrou sua aula com exemplo infeliz, no qual citou, inadvertidamente, a estada do pai de uma aluna, hoje vereador, em uma das celas do Complexo Penitenciário de Bangu, isto em passado já longínquo. O professor não sabia que o político era pai de sua pupila e se viu numa saia justa daquelas, as coisas esquentaram e já se fala que o vereador opera para que o autor da menção desonrosa perca o emprego na faculdade.
À filha, melhor seria admitir o vetusto deslize paterno e afirmar com toda altivez que o genitor já pagou o que devia à sociedade e hoje é um cidadão recuperado, que cumpre seus deveres e está plenamente reintegrado à sociedade. Mas a jovem, sabe-se lá por que, preferiu atacar o professor, que pode não ter sido feliz no exemplo, mas também não faltou com a verdade. E esta pode até doer, mas não vale nada quando fica escondida.
Ricardo Ribeiro é um dos blogueiros do Pimenta e também escreve no Política Et Cetera.
O comércio sul-baiano voltou a sofrer com o derrame de cheques roubados. Muitas empresas aceitam cheques no pagamento de produtos ou serviços sem fazer a devida consulta.
Estelionatários têm usado como principais vítimas pequenas empresas, que não costumam ser associadas a sistemas de proteção ao crédito. Somente na hora da compensação é que as vítimas descobrem que, na verdade, trata-se de cheque roubado.
Tiririca candidatou-se a deputado dizendo que “pior do que está, não fica”. Enganou-se. Graças a ele, o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-SP), deu-se conta de que não devia ir à Espanha às custas do dinheiro da Viúva para assistir ao jogo do Real Madri contra o Barcelona, neste sábado.
Na segunda-feira, o palhaço anunciou que devolveria os R$ 971 que cobrou à Câmara pela sua hospedagem no Porto d”Aldeia Resort, em Fortaleza. Até então, Marco Maia achava natural que o dinheiro público patrocinasse seu passeio. Ontem, mudou de ideia e pagará as despesas. Parabéns.
O genial jornalista americano Henry Mencken ensinou que “consciência é a voz interior que nos avisa que alguém pode estar olhando”. Foi a influência da consciência coletiva sobre as consciências individuais que estimulou a atitude imediata de Tiririca e um pouco tardia de Maia.
O presidente da Câmara informou que decidiu custear sua viagem para “acabar com qualquer dúvida” em torno do episódio. Não ficaria “dúvida” alguma. Ele queria ver um jogo de futebol, acompanhado de dois colegas (Romário de Souza Faria e Eduardo Gomes) e dois assessores, conseguiu um convite do parlamento espanhol para visitar a instituição e estaria tudo acertado se a iniciativa não tivesse caído na boca do povo. Muito simples, o doutor queria viajar às custas da Viúva e decidiu fazer o que farão todos os outros espectadores do jogo: pagará pela própria diversão. Acreditar que ele não percebeu a diferença entre pagar a viagem com dinheiro do seu bolso ou com o da bolsa da Viúva seria duvidar de sua inteligência.
Marco Maia entrou na vida pública pela porta do sindicalismo metalúrgico. À primeira vista, representa uma geração de jovens idealistas que ralaram na oposição até a vitória de Lula, em 2002. Nem tanto. O doutor começou sua militância partidária em 1985. Oito anos depois, o PT conquistou a prefeitura de Porto Alegre, na qual se manteve até 2001. Desde 1993, ele passou apenas um ano longe do poder municipal, estadual ou federal.
Na Câmara, Maia celebrizou-se ao isentar a Agência Nacional de Aviação Civil de qualquer responsabilidade na crise do apagão aéreo de 2010. Reincidiu na fama quando enfiou numa Medida Provisória um cascalho que prorrogava os contratos dos pontos de comércio instalados nos aeroportos nacionais. (O contrabando foi vetado pela presidente Dilma Rousseff.) A conexão do deputado com a aerocracia pode ser percebida também na sua iniciativa de incluir no orçamento da Viúva uma dotação de R$230 mil para a Abetar, entidade que defende os interesses das empresas de transporte aéreo regional.
Por mais que o PT goste de se apresentar como campeão das causas dos fracos e dos oprimidos, seu comissariado mostra que assimilou, exerce e gratifica-se com os piores maus costumes dos poderosos. A doutrina do mensalão (“fizemos os que todos fazem”) contaminou a retórica dos comissários adicionando-lhe um incontrolável ingrediente de cinismo. Se todos fazem o que fazem, eles investiram-se no direito de fazer o que bem entendem. Às vezes, dá bolo.
Tempo de leitura: 2minutosMarleide é acusada de enganar o MP (Foto Jornal Bahia Online).
O Conselho Municipal de Saúde de Ilhéus deliberou, por 11 votos a 3, pelo rompimento do contrato do município com a Fundação Estatal Saúde da Família (Fesf). A decisão aconteceu durante reunião ocorrida ontem (12), no auditório do antigo SESP.
A Fesf foi criada pela secretário de Saúde do Estado, Jorge Solla, para facilitar a formação de equipes do Programa Saúde da Família (PSF). Os municípios reclamam das dificuldades para atrair profissionais da área, devido aos altos salários normalmente pagos, principalmente aos médicos.
A fundação contrata pela CLT, livrando as prefeituras dos encargos trabalhistas e da constante fiscalização do ministério público, que não admite o ingresso de servidores sem o crivo dos concursos.
Ilhéus aderiu à Fesf em 2009. Entre abril de 2009 a dezembro de 2010 foram repassados à instituição, cerca de um milhão e cinquenta e dois mil reais. O dinheiro veio do Ministério da Saúde para essa finalidade.
A Fesf contratou apenas 9 profissionais (4 médicos, 3 enfermeiros e 2 dentistas) para quatro unidades do PSF (Salobrinho, Iguape, Conquista e Sambaituba). Conselheiros suspeitam que os salários dos 9 profissionais estejam sendo pagos pela secretaria de saúde, apesar do repasse feito pelo município (mais de 1 milhão).
Durante a reunião, onde foi aprovado o fim do vínculo com a Fesf, a ex-secretária de saúde, foi acusada de ter firmado o contrato com a fundação sem o conhecimento do Conselho Municipal de Saúde. Marco Lessa, vice-presidente do CMSI, acusou Marleide de ter enganado o Ministério Público Estadual, ao garantir à promotoria que os conselheiros aprovaram o contrato.
Faleceu há pouco no Hospital São Lucas, em Itabuna, o empresário João Azevedo Leal, 55, que atuava no ramo de auto-escola e era irmão do prefeito José Nilton Azevedo.
João, que lutava contra um câncer, será sepultado nesta quinta-feira, 14, em horário ainda a ser comunicado pela família. O prefeito se encontra em Brasília e desmarcou compromissos para voltar imediatamente a Itabuna.
O corpo do empresário está sendo velado no SAF, ao lado do cemitério do Campo Santo.