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O posto era isento de pagamento de impostos porque atenderia apenas aos taxistas, mas cometeu crime ao vender combustível a terceiros. Entre os clientes, políticos ilheenses, mototaxistas e taxistas clandestinos.
As bombas do posto também funcionavam sem informar valor, mas apenas quantidade de combustível vendida. O posto também não forneceria nota fiscal e era registrado em nome de terceiros.


















