
Este percentual não foi obtido e conhecido agora, mas em novembro, durante o Levantamento Rápido de Infestação de Aedes aegypti (Liraa). Se o motivo era esse, o governo tardou a tomar alguma atitude. A verdadeira razão do decreto: o aumento abrupto dos casos de dengue.
Itabuna registrou 571 casos de dengue entre o final de outubro e a penúltima semana de dezembro, segundo a Vigilância Epidemiológica municipal. Pior, seis deles foram de dengue hemorrágica – e apenas no bairro Santo Antônio. É situação de surto epidêmico – e alertas não faltaram.
É algo esperado numa prefeitura em que a coordenação de Vigilância à Saúde foi entregue a quem não é da área (era conhecido como fogueteiro) e os homens escolhidos para a área de combate a endemias (dengue entre elas) estão nos seus respectivos cargos por terem prestado favores políticos ao prefeito.
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Allah Góes | allah.goes@hotmail.com




