
Para O. C., ninguém tem de prender-se à lista oficial dos críticos (da mesma forma com a lista dosmais vendidos), mas permitir-se o prazer da própria descoberta. Ao Pimenta, o colunista disse já ter lido “quase tudo” de Agatha Cristie, muito Connan Doyle (Sherlock Holmes), Raymond Chander, Ross Macdonnald e outros. “Nem só de Hemingway, Sthendal, Guimarães Rosa, Dostoiévski e Machado de Assis se faz o prazer da leitura”, brincou.
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Uma resposta
Meu caríssimo professor O.C, peço desculpas mas a “noblesse oblige” discordar do nobre amigo para dizer que a vida é muita curta para ser desperdiçada com best-sellers.
Angustia-me o fato de a vida ser curta e a arte longa, uma vez que não terei tempo de ler – e reler – todos os clássicos que valem as penas em que foram escritos.
E quanto ao livro do Philip Roth a vós recomendado, e confundido com best-seller, eu diria que a citada obra me encantou tanto quanto “O Retrato do Artista Quando Jovem” James Joyce, outro preciosíssimo livro.
Nada de best-seller há nele. Por falar nele, voltarei hoje mesmo à leitura. Cordiais saudações.