
A poucos mais de um mês de sentar na cadeira de prefeito de Ilhéus, o ortopedista Mário Alexandre tem uma fratura exposta para resolver: a situação dos cabaneiros das praias da zona sul de Ilhéus.
Depois que a Secretaria do Patrimônio da União deu 30 dias para passar o trator nas cabanas, Marão não dormiu mais. Principalmente porque a SPU responsabilizou diretamente o governo municipal pela negligência em ações que evitariam o desmonte das estruturas.
Em uma atitude inesperada, o médico decidiu que pedirá socorro ao futuro prefeito de Itabuna (sabe Deus quem será…). Segundo ele, como os itabunenses estão entre os principais usuários das cabanas ameaçadas, é justo que a cidade vizinha colabore com a solução. “Vamos pedir esse apoio para viabilizar o plano de gestão integrada, que há 13 anos não anda nem desanda”, antecipa Marão.
O prefeito eleito diz que também estuda um projeto de gestão compartilhada de outras áreas dominadas pelos “papa-jaca”, tais como a Ponta da Tulha e o Mamoan. A medida é vista com preocupação pelo vice-prefeito Zé Nazal, defensor ferrenho de cada naco da soberania ilheense.





















