Sede social do Grapiúna, na Juca Leão, é avaliada em R$ 12 milhões || Foto Expressão Única
Tempo de leitura: < 1 minuto

Associados do Grapiúna Tênis Clube (GTC) acionaram o Ministério Público Estadual (MP-BA) na tentativa de barrar eleição da nova diretoria de um dos mais tradicionais clubes sociais de Itabuna. Pascoal Santos Freire, hoje vice-presidente, e Zito Sergal, ex-presidente, acusam o Ademar Brandão Filho, “Dema”, e o presidente do Conselho do GTC, Luiz Eça, de manobra para evitar a renovação da diretoria.

Pascoal e Zito pediram ao MP-BA a adoção de medidas para barrar a eleição, porque restou apenas 10 dias para inscrição de chapas e a eleição de uma nova diretoria. O pleito está marcado para o próximo domingo (10), mas não houve publicidade necessária da abertura de prazo de inscrição de chapas nem da própria eleição.

MANDATOS VENCIDOS

Eça e Dema prorrogaram os seus respectivos mandatos, vencidos em maio do ano passado, sem a convocação de assembleia, “ferindo o Estatuto do Clube”, denunciam Pascoal e Zito. Eles defendem uma nova data para que haja tempo hábil para formação de chapas. E, além disso, permitir que sócios inadimplentes possam quitar pendências e se tornarem aptos a participar do processo, seja como candidato ou como eleitor.

Associados ouvidos pelo PIMENTA defendem nova data para a eleição. Seria necessário, avaliam, pois permitiria discussão sobre o patrimônio atual do clube e necessária prestação de contas por parte dos atuais dirigentes.

O Grapiúna está encravado numa das áreas mais nobres de Itabuna. A sede é avaliada em mais de R$ 12 milhões. Hoje, o clube teria passivo de cerca de R$ 1 milhão, relativo a dívidas trabalhistas, e sofre com ações na Justiça.

Deixe aqui seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado.