Obras do Centro de Cultura de Itabuna devem ser concluídas em julho
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Após paralisações de obras e embargos do Corpo de Bombeiros nos últimos oito anos, o Centro de Cultura Adonias Filho, de Itabuna, deverá voltar a receber espetáculos no início do segundo semestre de 2022. O espaço cultural está sendo requalificado e a previsão é de que as obras sejam concluídas a tempo de serem inauguradas no aniversário dos 112 anos de Itabuna, em 28 de julho.

Retomada em março passado depois de quase dois anos de paralisação, a reforma é tocada pela Emko Construtora, vencedora da mais recente licitação feita  pelo governo baiano. A requalificação é supervisionada pela Superintendência de Patrimônio (Supat), da Secretaria Estadual de Administração (Saeb).

O investimento para atender as normas de segurança e acessibilidade inclui substituição de todo telhado e forro, instalação de novas poltronas e piso na Sala de Espetáculos, modernização das redes elétrica e hidráulica, revisão da rede de drenagem e esgoto.

A reforma prevê, ainda, a criação de saídas de emergência, adequando o espaço cultural às normas de segurança e acessibilidade, conforme já divulgado pela Secretaria Estadual de Cultura (SecultBA), responsável pelo equipamento.

Obras do CCAF devem ser concluídas até o final de julho

MAIS SEGURO E CONFORTÁVEL

Quando reaberto, o CCAF contará com novos sistemas de som e de iluminação. Para reforçar a segurança e conforto de profissionais e do público, ganhará um gerador e casa de gás externa, além de climatização.

O PIMENTA buscou ouvir o coordenador do Centro de Cultura Adonias Filho, George Lessa, mas a entrevista não foi permitida pela Secretaria de Cultura do Estado (SecultBA).

Anfiteatro também passa por melhorias

MOBILIZAÇÃO

A reforma foi retomada depois de mobilização de setores da cultura grapiúna e de intervenção do líder do Governo na Assembleia Legislativa, Rosemberg Pinto (PT), que fez a solicitação ao governador Rui Costa. A obra estava parada desde o primeiro semestre de 2020, quando a empresa que venceu teve o contrato rompido devido à morosidade, conforme alegou o governo.

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