Líder do governo Rui Costa cutuca oposição baiana: "BolsoNeto"
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O deputado estadual Rosemberg Pinto (PT) afirmou que a iminente falta de diesel para o abastecimento do mercado interno, denunciada pela Federação Única dos Petroleiros (FUP), é consequência direta do desmonte que o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL) impõe à Petrobras. “Não é justo a gente ter óleo, capacidade de refino e a população pagar mais caro por isso”, declarou o líder do governo Rui Costa, nesta quarta (25), em sessão extraordinária da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba).

De acordo com a FUP, o risco de desabastecimento se anuncia para o início do segundo semestre deste ano, motivado pela escassez da oferta de diesel no mercado internacional num contexto em que os estoques mundiais já estão baixos. O Brasil é autossuficiente na produção de petróleo, mas importa cerca de 25% do diesel que consome, segundo a Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustível (ANP).

Ex-diretor sindical dos petroleiros, Rosemberg afirma que a gestão do governo Bolsoanro desmontou o parque de refino da Petrobras, além de ter mantido a paridade por preço de importação (PPI) para definir os preços dos combustíveis vendidos ao consumidor brasileiro, política iniciada em outubro de 2016, após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT).

O deputado também se referiu à oposição ao governo Rui Costa, que, segundo ele, tenta culpar o governador pelos preços dos combustíveis, como se esse fosse um problema exclusivo da Bahia. “A política de preço do Governo Federal com relação ao petróleo deve ser modificada. Todo dia eu digo, a responsabilidade é de alguns que elegeram este presidente e hoje têm vergonha de dizer que é aliado dele [Bolsonaro]”.

Na sua fala, Rosemberg também associou Jair Bolsonaro ao grupo do pré-candidato a governador ACM Neto (UB), chamado por ele de “BolsoNeto”.

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