Do PIMENTA
O mercado de trabalho de Itabuna terminou setembro com saldo de 403 empregos, diferença entre as 1.568 admissões e 1.165 demissões, informa o Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego.
A maior contribuição para o crescimento dos empregos formais na cidade veio do comércio, que registrou 211 postos de trabalho a mais do que em agosto. A indústria contribuiu com saldo de 75 vagas, seguida da construção civil, com 52. Os segmentos de serviços e agropecuária também tiveram resultados positivos, com 41 e 24 postos a mais na comparação com o mês anterior.
O número total de carteiras de trabalho assinadas no município fechou o mês passado em 41.589, sendo mais da metade nos serviços (21.679). Depois, vem o comércio, com 11.666 empregos. Indústria, construção e agropecuária têm 5.361, 2.334 e 549, respectivamente.
ILHÉUS
A vizinha Ilhéus fechou setembro com 1.231 admissões e 1.137 desligamentos, um saldo de 94 postos de trabalho formais. Tiveram resultados positivos serviços (81), construção (70) e indústria (19). Na comparação com agosto, agropecuária (-9) e comércio (-67) ficaram no vermelho.
O estoque de empregos da Terra da Gabriela é de 30.788. A exemplo de Itabuna, a maior parcela é dos serviços, que mantêm 14.793 postos de trabalho.
BRASIL
As duas maiores cidades do sul da Bahia seguem tendência do mercado de trabalho nacional, que tem a menor taxa de desemprego (5,6%) da série histórica iniciada em 2012.
Apesar da diminuição do desemprego, um em cada três trabalhadores do Brasil atua na informalidade. Esse contingente chega a 38,7 milhões de pessoas, segundo dados do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (Cesit), da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
A renda média mensal dos trabalhadores brasileiros é de R$ 3.484, conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

















