
A crise felizmente não bateu às portas da Fundação Itabunense de Cultura e Cidadania (Ficc). Se por aí muitos reclamam da falta de dinheiro, esse problema não existe no órgão municipal responsável pelo desenvolvimento de projetos culturais, o que pode ser verificado por meio de alguns números recentes.
Para se ter uma ideia da fartura, nos três primeiros meses deste ano, a Ficc pagou R$ 480 mil somente em despesas com palco e cobertura (toldo). Mais da metade desse valor (cerca de R$ 260 mil) foi liberada no mês de março, o último da gestão do ex-presidente Roberto José, que se desligou da fundação para entrar na disputa eleitoral.
Em compensação, se dinheiro não é motivo de dor de cabeça na Ficc, o mesmo não pode ser dito com relação à Secretaria de Desenvolvimento Urbano (Sedur). O órgão se encontra impossibilitado de realizar operação tapa-buracos na cidade porque o governo não pagou um débito de R$ 220 mil com a empresa que fornece material para a produção do asfalto. E os motoristas bem sabem como se encontram as ruas da cidade…
Longe de questionar a importância da cultura e das ações da Ficc. Porém, a mais singela noção de prioridade indica que há algo de errado nessa divisão dos recursos públicos.
atualizada às 12h48













Após sete horas de sessão, o Supremo Tribunal Federal (STF) negou hoje (15) cinco ações contestando a votação do pedido de abertura de processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff, previsto para domingo (17). A sessão começou às 18h e terminou à 1h.





Itabuna recebeu hoje (13) aproximadamente 30% das unidades da vacina para a campanha contra a gripe H1N1. A remessa foi feita pela Secretaria da Saúde da Bahia (Sesab), que recebeu as doses do Ministério da Saúde.








