Anízio: votação expressiva para os seus candidatos.
Tonho de Anízio, ex-prefeito de Itacaré, saiu fortalecido, destas eleições, para o seu projeto de retorno ao comando do município da Costa do Cacau em 2016. Não foi candidato, claro, mas deu votação considerada expressiva a quem ele apoiou.
O deputado federal Ronaldo Carletto (PP) obteve 1.614 votos no município, sagrando-se como o mais votado. Anízio apoiou dois nomes para deputado estadual, ambos do PSD: Ângela Sousa, com 1.448 votos, e Robério Oliveira, 532.
Ele agradeceu a votação aos seus candidatos e disse que os resultados obtidos reforçam o compromisso com a cidade e “dão forças para um futuro bem melhor para Itacaré”.
Anízio ainda cita os resultados das campanhas majoritárias. Dilma Rousseff obteve 64,62% dos votos válidos, enquanto Rui Costa, eleito governador, alcançou 58,75%. Já o senador eleito, Otto Alencar, obteve 60,53%.
Ainda sem partido, a tendência é que Anízio filie-se ao PSD.
O comunista Davidson Magalhães não conseguiu se eleger deputado federal, mas avalia que os mais de 65 mil votos obtidos no dia 5 de outubro o credenciam a atuar como liderança no campo da esquerda no Sul da Bahia. Nesta entrevista concedida ao PIMENTA, o ex-presidente da Bahiagás demonstra otimismo com a possibilidade de assumir uma cadeira na Câmara Federal, após a composição do governo Rui. Por enquanto, afirma que a prioridade é eleger Dilma Rousseff no segundo turno. Sobre as sinalizações das urnas para Itabuna, onde Rui Costa perdeu, Davidson defende a reorganização das forças de esquerda em nome do “projeto maior”. Numa referência ao deputado federal petista Geraldo Simões, que não se reelegeu, o comunista diz que alguns líderes regionais precisam “calçar as sandálias da humildade”. Leia abaixo os principais trechos: PIMENTA – Como você analisa seu desempenho nas eleições? Davidson Magalhães – Eu considero uma vitória, principalmente no contexto em que ocorreu esse processo eleitoral. Foi uma eleição bastante disputada, na qual houve uma queda de votos muito grande, e mais uma vez a região confirmou uma característica de pulverização de votos. Nós tivemos aqui muitos candidatos de fora sendo votados e isso reduziu muito a possibilidade de uma eleição concentrada. Terminou saindo do sul da Bahia, de novo, um único deputado federal eleito, o que é mais um prejuízo político para a região. Foi reduzido o número de deputados estaduais e não se ampliou o número de federais. PIMENTA – Chegou-se a se ensaiar na cidade um movimento em defesa do voto regional… DM – É um prejuízo porque ficam vários segmentos aqui fazendo o discurso do voto para fortalecer a região e na “hora H” esses mesmos segmentos, por interesses menos nobres, terminam contribuindo com a pulverização dos votos. Seguimos como uma região que tem uma pulverização de votos muito acentuada, o que termina por debilitar nossa representatividade política. PIMENTA – Essa debilidade pode chegar ao ponto de comprometer projetos estruturantes sinalizados para o Sul da Bahia? DM – Nossas duas principais cidades (Ilhéus e Itabuna) poderiam ter contribuído mais para o fortalecimento desse projeto regional, mas acabaram ficando extremamente prejudicadas. Nós poderíamos ter um desempenho melhor, o que teria como resultante uma maior consistência política, mas isso é algo que precisará ser superado. Como ganhamos o Governo do Estado, ele, que é o responsável por esses grandes investimentos, juntamente com o Governo Federal, deverá tratar desse problema. Inclusive, o sul da Bahia foi uma das regiões onde o governador eleito Rui Costa teve o menor desempenho, e isso exigirá uma atenção especial para permitir a retomada política da região. PIMENTA – Como você vê essa vitória de Rui Costa no primeiro turno? DM – Foi um demonstração definitiva do esgotamento do carlismo, que apostava suas penúltimas fichas no Paulo Souto e num desgaste do governo. Fizeram uma avaliação equivocada e mais uma vez perderam a eleição. Já são três eleições seguidas perdidas pelo carlismo e dessa vez o ACM Neto expôs sua condição de líder político e perdeu inclusive em Salvador. Ou seja, nós derrotamos a principal liderança da oposição e fizemos o senador, o que também demonstra um esgotamento do Geddel (Vieira Lima). A lição que nós tiramos é de que há uma avaliação positiva do governo Wagner e de um projeto em curso que está mudando a Bahia. PIMENTA – Wagner sempre demonstrou acreditar na vitória de Rui… DM – O governador sempre insistiu nisso nas reuniões com os partidos: vamos ganhar no primeiro turno. E a argumentação dele era muito sólida: “se comparar o que eles fizeram em 30 anos e o que fizemos em oito, nós damos um banho”. O povo soube ver e entender isso quando tivemos a oportunidade de expor os dados na campanha eleitoral. A diferença entre os dois governos de Paulo Souto e os dois de Wagner é abissal. PIMENTA – Mas o Sul da Bahia e particularmente Itabuna indicaram não pensar da mesma forma. DM – Em nossa região, é preciso “cair a ficha” para o que está acontecendo. Experimentaremos um desenvolvimento que tende a ser ampliado com a continuidade desse projeto político com Rui Costa. Isso vai permitir à região dar uma virada substancial a partir da implantação do Complexo Multimodal do Porto Sul. PIMENTA – Já é possível apresentar um panorama de como ficará o tamanho das bases do governo e da oposição na Assembleia? DM – As assembleias legislativas têm jogado um papel político muito pequeno na história brasileira, por isso eu acho que Rui não terá problema no relacionamento com o legislativo. Ficamos com a maioria da composição da Câmara Federal e acho que ganharemos a eleição presidencial, o que não põe em risco o projeto. PIMENTA – Qual o tamanho do PCdoB após essas eleições? DM – Nosso partido ampliou bastante o espaço político que ocupa na região. Em 2010, quando Wenceslau Júnior disputou o mandato de deputado estadual, teve 31.800 votos, e nós saímos agora com mais de 65 mil votos. É um saldo significativo, que indica uma acumulação de força política nesse período. A possibilidade inclusive de assumir o mandato é importante, já que essa lacuna que ficou na representação do sul Precisará ser preenchida. Nos governos estaduais, tradicionalmente, vários deputados são chamados para assumir cargos, tanto no governo federal quanto no estadual, e isso pode abrir um espaço de atuação política nossa na região.Leia Mais
Alexandre foi assassinado a tiros e pauladas na Mangabinha (Fotos Bahia Hoje).
Um jovem foi assassinado a tiros e pauladas, hoje pela manhã, na Mangabinha, em Itabuna. Alexandre Souza de Oliveira, de 20 anos, morava no Bairro Pontalzinho. O crime ocorreu por volta das 8h30min, na região das “Casinhas”.
Alexandre havia deixado o Hospital de Base de Itabuna há pouco tempo e sofria de problemas mentais, segundo uma das tias. Recentemente, tentou contra a própria vida ao ingerir “chumbinho”.
Ele teria saído logo cedo de casa para ir ao hospital trocar curativo, segundo informou uma tia da vítima ao Bahia Hoje. De acordo com informações policiais, Alexandre era usuário de drogas.
UFSB abre novo concurso para professor (Foto Gabriel Oliveira).
A Universidade Federal do Sul da Bahia abriu ontem (6) período de inscrição em concurso público para contratar 23 professores adjuntos.
A universidade exige dedicação exclusiva e oferece remuneração de R$ 8.344,64 (salário básico de R$ 3.804,29 mais R$ 4.540,35 como retribuição por titulação de doutorado.
Os professores aprovados em concurso serão distribuídos entre os campi de Itabuna, Porto Seguro e Teixeira de Freitas. As inscrições serão encerradas em 10 de novembro.
O interessado deve efetuar inscrição pela internet. A taxa foi fixada em R$ 300,00.
Dilma, ao lado de Rui, retorna à Bahia nesta quinta-feira. (Foto Vaner Casaes/BAPress-Arquivo).
A presidente da República e candidata à reeleição, Dilma Rousseff (PT), estará em Salvador nesta quinta (9) para uma caminhada até a Igreja do Bonfim. Ela fará a atividade ao lado do governador eleito da Bahia, Rui Costa (PT), do senador eleito Otto Alencar, além do governador Jaques Wagner e de parlamentares. A petista enfrenta o tucano Aécio Neves neste segundo turno.
De acordo com a programação, a caminhada terá concentração às 9h, no Largo de Roma. “Ela vai agradecer ao povo baiano e ao Senhor do Bonfim a grande votação que teve neste estado”, diz o presidente do PT da Bahia, Everaldo Anunciação, coordenador da campanha de Dilma na Bahia.
Dilma venceu em praticamente todos os municípios da Bahia, onde obteve 61,44% dos votos. Ela foi derrotada apenas em Buerarema. A justificativa é a disputa por terras que envolvem indígenas e produtores rurais. Desde o ano passado, o município vive sob tensão. Mortes de produtores rurais e atos de vandalismo marcaram os últimos 18 meses na cidade.
Greve afetou mais de 10 mil agências bancárias.
Os bancários da área de abrangência do sindicato da categoria em Itabuna voltam ao trabalho nesta terça-feira (7), após aprovação das propostas da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) em assembleia realizada na sede da entidade, ontem. Além de Itabuna, o funcionamento volta ao normal, também, em Buerarema, Camacan, Coaraci, Ibicaraí, Itajuípe, Itapitanga, Itapé, Itororó e Pau Brasil.
O fim do movimento, que começou dia 30, foi decidido por 38 votos a 24. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores no Ramo Financeiro (Contraf), a greve foi encerrada na maioria dos estados. Porém, a greve continua em agências do Banco do Nordeste do Brasil.
A proposta reajusta os salários e demais verbas em 8,5% (aumento real de 2,02%), o piso salarial em 9% (2,49% acima da inflação) e o vale-refeição em 12,2%. Os sindicatos comemoram o que chamam de avanços “não econômicos”, a exemplo de mecanismos de combate às metas abusivas e do assédio moral.
Panorâmica do comércio de Itabuna.
A atividade do comércio voltou a crescer (0,9%) em setembro depois de recuo em agosto, de acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio. Na comparação com setembro de 2013, a alta foi 5,2%. Com os resultados, o movimento dos consumidores no comércio acumulou, no período de janeiro a setembro de 2014, alta de 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado.
A alta da atividade no comércio, em setembro, foi concentrada em dois segmentos: 0,9% no ramo de tecidos, vestuário, calçados e acessórios; e expansão de 0,8% nas lojas de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática. Já os demais setores acusaram queda em suas movimentações: recuo de 0,7% em supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas; queda de 2,1% em combustíveis e lubrificantes; recuo de 1,3% em veículos, motos e peças; e queda de 1% nas lojas de material de construção.
No período acumulado de janeiro a setembro deste ano, a atividade varejista cresceu 4,1%, liderada pelo setor de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas (expansão de 4,3%) e combustíveis e lubrificantes, com alta de 2,2%. O segmento de móveis, eletroeletrônicos e equipamentos de informática expandiu 1,2% e o de veículos, motos e peças acumulou crescimento de 0,8%, no mesmo período. O setor de tecidos, vestuário, calçados e acessórios subiu 0,7%, de janeiro a setembro. As vendas de lojas de material de construção retraíram 3,1%.
Segundo os economistas da Serasa Experian, medidas de estímulo ao crédito anunciadas pelo governo, no final de agosto, e o período sazonal propício a inflação estão entre os fatores que impulsionaram o movimento dos consumidores nas lojas em setembro deste ano.
Os bancários de alguns dos maiores sindicatos do país decidiram encerrar a greve iniciada no dia 30 de setembro. Assembleias feitas hoje (6) em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Belo Horizonte votaram pelo fim da paralisação após aceitarem a nova proposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), feita na última sexta-feira (3).
A proposta prevê reajuste de 8,5%, sendo 2,02% de aumento real (acima da inflação) e vale-refeição em 12,2%. Após o recebimento dessa proposta, o Comando Nacional dos Bancários divulgou orientação à categoria para que encerrasse a greve.
A proposta da Fenaban também tratava das pressões sobre os bancários na cobrança das metas, consideradas excessivas pela categoria. De acordo com a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), os bancos devem incluir na Convenção Coletiva o compromisso de que “o monitoramento de resultados ocorra com equilíbrio, respeito e de forma positiva para prevenir conflitos nas relações de trabalho”. Além disso, a cobrança de metas por SMS ou qualquer outro tipo de aparelho ou plataforma digital será proibida.
Nas cidades de Porto Alegre e de Curitiba, sindicatos também representativos, além dos estados da Paraíba e Roraima, a greve continua apenas para os funcionários do Banco do Brasil. Em Florianópolis e nos estados da Bahia, do Piauí, do Amapá e de Roraima a paralisação continua na Caixa. De acordo com a Contraf, existem pontos específicos, como plano de cargos e salários e plano de saúde, que ainda carecem de acordo. Leia Mais
Contas de Vane serão julgadas nesta quinta, dia 9 (Foto Pimenta).
O Tribunal de Contas dos Municípios (TCM) marcou para a próxima quinta-feira (9) o julgamento da prestação de contas do exercício de 2013 do prefeito Claudevane Leite (PRB), de Itabuna.
O processo tem como relator o conselheiro Plínio Carneiro Filho.
Os bancários da região de Itabuna se reúnem em assembleia às 17 horas desta segunda (6) para decidir os rumos da greve iniciada no último dia 30. A tendência é de fim da paralisação, após os bancos oferecerem reajuste de 8,5%.
Serão avaliadas propostas da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) e dos bancos do Brasil e da Caixa. “Os bancos oficiais também apresentaram novas proposições, mas é a categoria quem define os rumos ad campanha salarial”, informa nota do sindicato itabunense.
A assembleia será realizada na sede do Sindicato dos Bancários, na Duque de Caxias, 111, centro de Itabuna.
No último sábado, o comando nacional dos bancários emitiu orientação à categoria para que a greve fosse encerrada em assembleias nesta segunda (confira aqui).
É de se lamentar que Itabuna continue a pulverizar seus votos. Calcula-se que mais de 200 postulantes foram contemplados na cidade, que fica no prejuízo. Se antes já não tinha uma representação política forte, o que era grave, agora terá quase nenhuma representação, o que é trágico.
Terminar uma eleição e já pensar na próxima é um exercício tortuoso, mas inevitável para quem acompanha a politica. Das urnas desde domingo, 5, já se sabe que Itabuna saiu derrotada, por não conseguir eleger seus dois candidatos a deputado federal (Davidson Magalhães, do PCdoB, e Geraldo Simões, do PT) e emplacar somente Augusto Castro (PSDB) na Assembleia Legislativa. No entanto, por que não praticar um pouco de futurologia e imaginar o que os números de ontem apontam para as eleições agendadas para daqui a dois anos?
A derrota de Geraldo foi um golpe duro, mas esperado. O político exerceu um mandato que teve seus méritos, principalmente na luta travada para que a reitoria da Universidade Federal do Sul da Bahia (UFSB) fosse instalada em Itabuna. Acabou sendo o mais votado na cidade, mas com um sufrágio de pouco mais de 16 mil votos, bem abaixo dos 23 mil que obteve em 2010… Aliás, a votação daquele ano já fora bem menor que a de 2006, o que demonstra a trajetória descendente do petista.
Na disputa entre lideranças locais da esquerda, Davidson se aproximou da votação de Geraldo em Itabuna. Foram 14 mil votos na cidade e mais de 65 mil no total, o que deixou o comunista com uma segunda suplência na mão e uma ideia na cabeça: ser levado a assumir o mandato após a formação do secretariado de Rui Costa. É esperar para ver, mas a possibilidade existe e não foi por acaso que interlocutores acharam Davidson bem animado nas conversas posteriores à divulgação dos resultados.
Caso deixe a suplência e vire realmente deputado, o comunista automaticamente se cacifa para o processo eleitoral de 2016. Tudo a depender de como estarão as relações entre o PCdoB e o prefeito Claudevane Leite (PRB) no decorrer do período. De todo modo, no campo da centro-esquerda o nome de Davidson tende a surgir com alguma força nas articulações para a sucessão municipal.
Do outro lado, quem aparece bem é o tucano Augusto Castro, que se elegeu com quase 60 mil votos e ainda deu mais de 4 mil ao seu candidato a deputado federal, Jutahy Júnior (PSDB). No quesito “transferência de votos”, venceu uma disputa particular com o ex-prefeito Fernando Gomes, que deu apenas 1.261 votos a Fábio Souto e 3.800 a Aleluia. Uma quantidade pequena, considerada a suposta força latente do fernandismo. Leia Mais
O governador eleito da Bahia ganhou por pouco mais de três mil votos em Ilhéus. A cidade governada pelo aliado Jabes Ribeiro (PP) deu 32.417 votos a Rui Costa (PT). Paulo Souto (PSDB) obteve 29.062. Surpreendeu no município o desempenho de Lídice da Mata, que ficou com 13.778 votos.
Já em Itabuna, governada pelo também aliado Claudevane Leite (PRB), Rui perdeu por diferença de 7.581 votos para Souto. O petista teve 39.982 votos ante 47.563 do democrata. Lídice teve 6.949 votos. Governador – Percentual votos válidos em Ilhéus
Rui (PT) – 41,93%
Souto (DEM) – 37,59%
Lídice (PSB) – 17,82% Governador – Percentual votos válidos em Itabuna
Souto (DEM) – 49,40%
Rui (PT) – 41,52%
Lídice (PSB) – 7,22%
O governador eleito da Bahia, Rui Costa (PT), fechou com 3.558.975 votos (54,53% dos votos válidos) e ganhou com frente superior a 1,11 milhão de votos de Paulo Souto, que obteve 2.440.409 (37,39%).
Clicando nos links abaixo, o leitor poderá conferir o resultado final para o Palácio de Ondina, Senado Federal, presidência e parlamentos estadual e federal, com os respectivos eleitos. A disputa presidencial será definida em segundo turno. Os nomes em negrito são os eleitos. Presidente Governador Senador Deputado Federal Deputado Estadual
É fundamental garantir mais uma vitória a Dilma, em 26 de outubro, para que as ações sociais e políticas tenham continuidade efetiva nos próximos quatro anos. Até aquela data, vale a mobilização de todos para garantir nova vitória do atual projeto brasileiro.
Termina o primeiro turno das eleições gerais deste ano de 2014 com mais uma vitória do PT e de seus aliados. Uma aliança que há 12 anos vem transformando a realidade brasileira com foco no desenvolvimento econômico sempre vinculado ao desenvolvimento social.
Agradeço aos eleitores baianos que me confiaram mais um mandato na Câmara dos Deputados, onde, pelos próximos quatro anos, buscarei repetir o mesmo trabalho que venho desempenhando ao longo de dois mandatos, um deles, a ser concluído em fevereiro próximo.
O agradecimento ao povo baiano também vale para a vitória do companheiro Rui Costa, futuro governador do Estado, que dará continuidade ao frutuoso trabalho do governador Jaques Wagner, e de Otto Alencar, futuro Senador da República como representante da Bahia, no Senado Federal.
Vale ainda, de maneira especial, agradecimentos pela maiúscula vitória obtida pela presidenta Dilma Rousseff, na Bahia, votos que, somados aos de todo o povo brasileiro, foram responsáveis pela importante vitória de Dilma nessa primeira fase das eleições 2014.
Mas, tem uma segunda fase na eleição presidencial, que é o segundo turno eleitoral, cujo pleito será realizado até final de outubro. E, mais uma vez, é preciso uma intensa mobilização popular para que as conquistas sociais já obtidas nos governos Lula e Dilma não se percam.
É fundamental garantir mais uma vitória a Dilma, em 26 de outubro, para que as ações sociais e políticas tenham continuidade efetiva nos próximos quatro anos. Até aquela data, vale a mobilização de todos para garantir nova vitória do atual projeto brasileiro.
E nem precisa falar da importância que vai ter a continuidade do governo Dilma para as ações administrativas do futuro governo de Rui Costa. Daí, a responsabilidade de todos nós para que a vitória da presidenta se transforme em realidade.
Nesse sentido, chamo a atenção de todos os companheiros e companheiras, de todos os militantes e de todo o povo baiano, para o fato de que a campanha do segundo turno já começa efetivamente nesta segunda-feira, 6.
Importante anotar, enfim, que o nosso adversário no segundo turno, que é ex-governador de Minas Gerais, perdeu em sua própria terra, tanto para a presidenta Dilma Rousseff, na disputa direta, quanto para o candidato dela a governador do estado.
Com efeito, o companheiro Fernando Pimentel, do mesmo PT de Dilma, é o novo governador de Minas Gerais, uma vez que o povo daquele importante estado brasileiro resolveu mostrar sua insatisfação com aquele que pretende dizer ao povo brasileiro que merece sua confiança. Uma confiança que o seu povo não tem a respeito dele.
É preciso pois, volto a afirmar, que estejamos todos mobilizados para evitar que aquele que os seus próprios conterrâneos rejeitam venha a implantar seus erros para o Brasil inteiro. Isto é o que deve nortear todos nós, a partir de agora. Josias Gomes é deputado federal pelo PT e foi reeleito com 98.871 votos.
Souto: sem explicação.
O candidato derrotado Paulo Souto (DEM) reconheceu na noite deste domingo, 5, que se surpreendeu com a vitória de Rui Costa no primeiro turno da eleição na Bahia. “Claro que foi uma surpresa. Não sou capaz de dizer o que houve”, afirmou.
Mesmo abatido com seu desempenho nas urnas, Souto destacou o resultado nas eleições legislativas para deputados estaduais e federais. “O Democrata continua a ser uma força política e está preparado para futuras batalhas”, disse.
O prefeito ACM Neto (DEM) teve discurso semelhante e ressaltou a participação do partido nas eleições proporcionais. “A oposição cresceu muito. Ampliamos na Assembleia (Legislativa) e na Câmara de Deputados. Isso mostra um equilíbrio na política na Bahia. Paulo Souto saiu vitorioso, ampliando o capital eleitoral da oposição na Bahia, assim como a perspectiva no futuro”, disse o prefeito, ressaltando que em 2010 o ex-governador teve 16% dos votos e conquistou mais do que o dobro na eleição deste ano.
“As urnas mostram um recado claro ao PT, que ele precisa ter mais atenção seja com Salvador, seja com a Bahia. Isso precisa ser entendido pelo governador eleito”, afirmou ele, sugerindo que a população está insatisfeita com os petistas. Leia mais n´A Tarde.