
Discordâncias em relação ao comportamento da diretoria e uso da Associação dos Produtores de Cacau (APC) levaram o renomado cientista Gonçalo Pereira a deixar a entidade.
Numa estocada direta no presidente Henrique Oliveira, o criador da Lista do Cacau e pesquisador da Unicamp disse que a APC se tornou “uma agremiação em defesa dos interesses dos seus líderes” e na qual os dirigentes agem “como bem entendem”.
Gonçalo cita um episódio nebuloso da entidade, a criação-relâmpago de uma cooperativa, a fim de captar R$ 3,6 milhões do BNDES, a fundo perdido. A cooperativa foi criada na surdina e com apenas 28 membros, o que gerou diversos protestos contra o presidente da APC. Henrique rebateu á época afirmando que a agilidade foi para não perder os recursos.
Gonçalo Pereira sai da associação e antecipa que integrará o Grupo Pensar Cacau. “Aprendemos que não existe organização que subsista sem democracia e sem cobrança dos seus integrantes”, afirma.
E o pesquisador já sabe o que o Grupo Pensar Cacau precisa para não repetir o exemplo da APC:
– [É] fundamental corrigirmos erros e observarmos rigorosamente as regras – poucas e simples – que estabeleceremos para reger essa nova iniciativa.














Cerca de 50 pacientes esperaram durante horas por atendimento nesta segunda-feira, 28, no Hospital São Lucas, que pertence à Santa Casa de Misericórdia de Itabuna. Muita gente chegou à tarde, alguns por volta das 15 horas, e esperou até as 22h até se ver diante do médico no pronto-atendimento. Funcionários se limitavam a dizer que não havia médico na instituição, sem dar maiores detalhes a respeito.









