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Alex e Michele: audiência.

Alex Rocha e Michele colaboraram para que o Programa do Ratinho, no SBT, atingisse picos de audiência no retorno à faixa das 21h30min, ontem, ao vender a história de que não sabiam se eram ou não irmãos. O casal tem três filhos e saiu do sul da Bahia no final da década de 90 para morar na região do ABC Paulista.

A história foi vendida como se ambos não soubessem que eram filhos do radialista Nilson Rocha, falecido no início dos anos 80. O resultado foi anunciado ontem e deu… positivo. Alex morava em Itabuna e Michele nasceu em Barro Preto, também no sul do estado.

Amigos e familiares adiantavam na semana passada que este se tratava de um segredo de polichinelo (relembre aqui). Alex estava ainda saindo da prisão em Ilhéus, em meados dos anos 90, quando foi apresentado a Michele. “Os dois souberam ali que eram irmãos”, afirma um amigo. Pelo menos, a história serviu para levantar a audiência da atração sensacionalista.

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Paixão Barbosa

À exceção da substituição do secretário de Segurança Pública, César Nunes, não houve maiores surpresas no anúncio dos 15 primeiros nomes que irão compor o primeiro escalão do governo estadual. Para mim, a saída de Nunes tornou-se imperiosa para o governador Jaques Wagner como uma forma de reduzir o desgaste causado pelo insistente crescimento dos números da violência na Bahia.

Trocar o secretário é uma forma de dizer que o governo está preocupado com o assunto e ajuda a construir a imagem de que se pretende realmente reduzir a insegurança que tanto afeta as famílias baianas em todos os seus níveis. Colocar na pasta um novo secretário também é uma maneira de tentar fazer com que César Nunes carregue consigo o desgaste que o setor acumulou nos últimos anos.

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O professor José Formigli Rebouças deixou ontem o comando da Secretaria de Assistência Social após dois anos e 18 dias no cargo. Saiu alegando boicote do prefeito Capitão Azevedo (DEM). “Os projetos que a gente propunha ele não deixava [executar]”. A pasta será comandada por Marina Santos, ex-auxiliar de Formigli.

Ontem à noite, o ex-secretário concedeu entrevista ao PIMENTA e revelou que a prefeitura devolveu recursos ao governo federal por não ter implantado projetos sugeridos pela sua equipe. Sobre a sua passagem pelo governo, avalia: “foi uma experiência boa, mas frustrante porque não tive apoio”.  Acompanhe os principais trechos da entrevista.

O que provocou a exoneração do senhor?
O prefeito está procurando os políticos e oferecendo as secretarias. No nosso caso, foi o [deputado estadual eleito, Coronel] Santana, que exigiu colocar lá uma pessoa dele, a Marina. Ele já entregou a Saúde ao [Augusto] Castro e a nossa secretaria ao Santana.

Como o prefeito lhe comunicou sobre a mudança?
Alegou que está em dificuldades financeiras e disse estar precisando da ajuda dos deputados. Esses deputados prometeram recursos. No entanto, dizem que têm que estar lá com pessoas deles. No nosso caso, foi o Santana que colocou a Marina.

O senhor ficou surpreso com esta decisão?
A exoneração não me pegou de surpresa, pois já esperava por isso. Eu não trabalhei na campanha dele e fui lá porque Azevedo tinha compromisso com uma pessoa que sugeriu o meu nome. Fui lá tentar fazer alguma coisa, mas não tive apoio de maneira nenhuma.

Tudo que a gente propunha, o prefeito não deixava [executar].

O prefeito não o apoiou?
Absolutamente. Tudo que a gente propunha, o prefeito não deixava [executar].

E qual a justificativa do governo?
Dou exemplos: apresentei projetos, parcerias para acabar com a mendicância e tirar o pessoal das ruas, mas nada disso foi aceito. O prefeito alegava sempre que não tinha recurso. No ano que passou, nós tivemos a oferta de mais um CRAS, para duplicar esse trabalho do Pró-Jovem e tudo isso foi rejeitado pelo prefeito sob a alegação de que não poderia contratar mais pessoas e não tinha recursos, mas nós devolvemos recursos ao governo federal.

Desde quando assumiu, o senhor nunca teve apoio do prefeito?
No começo, houve alguma manifestação. Muito pouca, mas normalmente não tive. O projeto que ele apoiou foi só o Bolsa-Renda, que era uma proposta que ele mesmo inventou [na campanha eleitoral]. Fora disso, não aconteceu.

Eu me sinto muito frustrado justamente porque ele não aceitava os projetos que apresentávamos, mesmo tendo recursos federais.

De toda a sua passagem, o que mais o deixou triste?
Eu me sinto muito frustrado justamente porque ele não aceitava os projetos que apresentávamos, mesmo, às vezes, tendo recursos federais. Sempre alegava a mesma coisa: falta de dinheiro, isso e aquilo.

A Casa dos Conselhos foi um desses projetos?
Nós batalhamos muito pela Casa dos Conselhos. Ele nos deu uma área, no antigo campo de aviação [aeroporto]. Quando estávamos terminando o projeto, ele embargou e alegou que vai usar aquilo ali para o Samu 192.

O Samu vai mudar do centro para lá?
Diz ele que vai mudar sim. Não se sabe quando. Chegou aí o novo secretário de Saúde e o prefeito está dando tudo que ele pede. Passaram por cima da gente.

Trabalhei com a Marina por muito tempo, mas sabendo que ela estava sempre querendo a secretaria.

O senhor se sentiu traído pelo prefeito?
Eu não digo que fui traído. Não fui apoiado. Conforme eu disse ontem lá na despedida, na minha secretaria havia a figura da Marina, que foi uma pessoa muito importante para a eleição dele e que tem uma penetração muito grande nos bairros. Ela tinha a certeza que a secretaria seria dela. Mas houve aí uma arrumação. Então, trabalhei com a Marina por muito tempo, mas sabendo que ela estava sempre querendo a secretaria. Agora que ela fez um esforço muito grande pela eleição do Santana. Ela, com o apoio dele, assumiu a secretaria.

O senhor foi convidado para outro posto no governo?
Não.

E se fosse convidado?
Olha, dependeria muito da circunstância, porque você sabe que gato escaldado tem medo de água fria. Então, a gente precisaria pensar duas vezes. Não seria muito agradável trabalhar ali naquele ambiente.

Falta sensibilidade das pessoas lá para com essas necessidades, carências da população, principalmente a parcela mais pobre.

O senhor se arrepende de ter trabalhado no governo?
Não digo que me arrependo porque o trabalho em si é algo dignificante, principalmente com as pessoas mais carentes. Tive lá uma equipe muito boa e pessoas dedicadas e com as quais me dava muito bem, inclusive com a Marina. Foi uma boa experiência, mas frustrante porque não tive o apoio. Falta sensibilidade das pessoas lá para com essas necessidades, carências da população, principalmente a parcela mais pobre, gente de rua, as abandonadas. Às vezes, não é tanto o dinheiro. A alegação do dinheiro não convence.

Por que o senhor só preferiu falar agora sobre esses problemas?

Não estou falando só agora, mas há muito tempo. Digo que trabalhar na Assistência Social em Itabuna é como dar murro em ponta de faca. Então, existe essa alegação da falta de recursos. Realmente a prefeitura chegou a uma verdadeira falência. O prefeito sempre falava em modificações, melhoras. A gente vai esperando, esperando, mas de um tempinho para cá não tínhamos esperança e estava esperando a qualquer momento essa mudança. Eu não tinha ilusão de que iria continuar.

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Os servidores comissionados da Prefeitura de Ilhéus receberam seus salários de dezembro nesta terça-feira, 18. Ou seja, o Bahia (secretário de Finanças, Jorge Bahia) fez o esperado gol, muito depois do tempo regulamentar.

Já na vizinha Itabuna, os barnabés comissionados continuam a esperar  o “faz-me-rir” do último mês de 2010, sem ter a menor informação de quando o mesmo cairá nas combalidas contas bancárias.

Além da falta de dinheiro, a falta de satisfação também irrita os funcionários, muitos dos quais já enfrentam o drama de acumular contas atrasadas e ver faturas de cartão de crédito se transformarem em bolas de neve.

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Uma passeata acontece nesta quinta-feira, 20, em Itabuna, a partir das 9 horas da manhã, com o objetivo de reivindicar a estadualização do Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães. A manifestação será realizada na Avenida do Cinquentenário, partindo do Jardim do Ó.

Os organizadores publicaram uma convocação-manifesto nesta quarta-feira, condenando a atual situação do Base, que acumula dívida de R$ 30 milhões e um índice de óbitos assustador: 70 pacientes por mês.

Quem defende a estadualização salienta ainda que o hospital recebe R$ 1,5 milhão por mês do Estado e que a Prefeitura assume apenas despesas com água, luz e telefone. A folha de pagamento consome R$ 1,1 milhão, deixando muito pouco para as outras necessidades.

O manifesto divulgado hoje nos jornais também critica o prefeito José Nilton Azevedo, que “se nega ao diálogo com vistas à estadualização, deixando o povo de Itabuna à mercê dos riscos de um hospital deficiente”.

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Não bastassem os prejuízos causados pela OI em dezembro no estado, os sul-baianos enfrentam um novo “apagão” da operadora na telefonia fixa nesta quarta-feira (19). Quem liga para qualquer número da companhia não consegue falar e ainda ouve mensagem gravada informando que o número “está fora de área ou fora de serviço”.

O problema atinge ainda vários municípios do sudoeste baiano. Os cálculos são de que mais de 4 milhões de pessoas estão sem cobertura da OI, principal operadora da telefonia fixa no estado.

Os serviços de internet banda larga Velox-OI também não funcionam na maior parte das duas regiões do estado. Até mesmo o serviço 10331 não está recebendo ligações. A central de atendimento informa: “o telefone que você ligou está fora de área ou desligado”.

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O ex-árbitro Raimundo Borges, o “Tico-Tico”, que faleceu na manhã desta terça-feira, 18, no Hospital Calixto Midlej, em Itabuna, será sepultado amanhã, às 9h da manhã, no cemitério do Campo Santo.

“Tico-Tico” tinha 81 anos (não 86, como informado anteriormente) e era proprietário de uma das lanchonetes mais antigas de Itabuna. Ele morreu após ter passado 30 dias internado.

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Fiscais de prova e pessoal de apoio contratados para trabalhar no vestibular da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) afirmam que levaram um autêntico “zignal” da empresa responsável pela organização do processo seletivo, a Consultec.

A empresa arregimentou um batalhão de gente com a promessa de pagá-lo ao final da aplicação das provas, nesta terça (18). A surpresa – dolorosa – foi comunicada a cada um dos colaboradores no início desta tarde: o dinheiro não tem data definida para sair.

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Zanata é o novo treinador do Colo Colo de Ilhéus. O técnico confirmou a contratação ao participar do Giro Esportivo, da rádio Santa Cruz. Ele substituirá Quintino Barbosa, o Barbosinha, que deixou o comando da equipe logo após o Tigre ilheense bater o Vitória, no Barradão, domingo (16).

Zanata treinou o Colo Colo em outras duas ocasiões. Ele assume a equipe já diante do Fluminense, no Mário Pessoa, partida válida pela segunda rodada do Baianão.

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Nathalia Passarinho Do G1, em Brasília

Um homem tentou invadir de carro o Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, na madrugada desta terça-feira (18). De acordo com o Gabinete de Segurança Institucional, seguranças detiveram o indivíduo e o levaram para prestar depoimento na Polícia Federal. Ele continuava detido até as 18h30 desta terça.

“Por volta de 2h15 ocorreu uma tentativa de invasão do Palácio da Alvorada por um indivíduo conduzindo veículo motorizado. O incidente provocou reação imediata da equipe de serviço que realizou a detenção do condutor do veículo”, disse o GSI, em nota.

A assessoria da Polícia Federal disse que o homem tem 32 anos e estava dirigindo uma Pajero preta TR4. Ele destruiu o portão principal do palácio e resistiu à prisão. Segundo a PF, os seguranças chegaram a disparar tiros de advertência. Ainda de acordo com a PF, o homem disse ter problemas psiquiátricos e tomar medicamento controlado.

Leia texto completo.

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Na condição de deputado estadual eleito pelo PSDB, Augusto Castro tem a intenção de assumir o controle do partido em Itabuna. A cidade é apenas um dos alvos do parlamentar, que está colocando sua bandeira em diretórios tucanos de diversos municípios do interior da Bahia, além de organizar a legenda onde ela ainda não tem presença marcante.

Em Itabuna, as mudanças serão gradativas para evitar traumas. Mas elas vão acontecer.

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A maratona de provas do vestibular da Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc) acabou nesta terça-feira (18) e a instituição anunciou que a primeira chamada com a relação dos aprovados deve sair em 15 dias.

O vestibular chegou ao fim com recorde de 20,06% de abstenção, segundo a Gerência de Seleção e Orientação (Geseor). Assim, apenas 11.588 candidatos continuam na disputa pelas 1.600 vagas.

Confira os gabaritos das provas:

Domingo (16)

Segunda (17)

Terça (18)

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O diretor-geral do Instituto Biofábrica de Cacau, Henrique Almeida, está com um pé fora do cargo. As notícias vindas de Salvador apontam que o grupo dos deputados estaduais Jota Carlos e Rosemberg Pinto e do deputado federal Geraldo Simões terá direito a indicar o novo dirigente do instituto.

É certo que a escolha parte de membros da diretoria da Biofábrica, mas é forte a ingerência política. A ser verdade o que repassou uma fonte ao PIMENTA, a Agricultura pode voltar ao controle do PT. Tudo dependerá das negociações de Jaques Wagner com o PP, que anda guloso e chutando canela de aliados como o PDT.

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Como o PIMENTA já anunciou, quem dita o ritmo da reforma administrativa da Prefeitura de Itabuna são os deputados estaduais eleitos Augusto Castro (PSDB) e Coronel Santana (PTN). O primeiro indicou o novo secretário da Saúde, Geraldo Magela, enquanto o segundo é responsável pelas indicações de Marina Santos Silva, para a Assistência Social, e Walmir Souza Nascimento, para o comando da Guarda Municipal de Itabuna.

Os dois ungidos de Santana tomam posse hoje.