O trade turístico de Ilhéus prometeu vestir preto e ir chorar no pé do “Galego”, em Itacaré, na visita que Jaques Wagner faz ao vizinho município sul-baiano, hoje.
E o protesto se daria por conta do vai-e-vem do aeroporto Jorge Amado, que há mais de um ano opera com restrições a voos de aeronaves do porte do A-320 e não registra pousos e decolagens em dias de chuva ou à noite.
A ação, por lá, se resumiu a uma faixa: – “Governador, desate o nó do aeroporto”.
Quem fez manifestação de verdade, em tom civilizado e cheio de gente, foi a comunidade que vive entre Taboquinhas, distrito de Itacaré, e Maraú.
Já no ato de descerramento de placa de inauguração da ponte sobre o rio de Contas, os nativos pediam ao governador o asfaltamento da estrada que liga o distrito e o município do litoral sul-baiano – e o “Galego” acenou com estudos para viabilizar a obra. Wagner chegou ao centro de Itacaré neste momento. Por lá, mais de cinco mil pessoas lotam a praça do Canhão e ruas transversais. O clima é de festa – e cheiro de campanha.
Wagner reclamou da sua equipe de segurança por várias vezes quando ainda estava na ponte do rio de Contas. Lá, cerca de três mil pessoas participavam do ato. A comitiva do governador e o próprio prefeito de Itacaré, Tonho de Anízio, não esperavam tanta gente na solenidade na BA-001, onde apenas seria descerrada a placa de inauguração. Houve princípio de tumulto devido à multidão que esperava ter uns dedinhos de prosa com o governador.
Atualizado às 13h56min






















