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Das várias entrevistas que concedeu a emissoras de rádio e televisão na sua visita a Bahia, o governador paulista José Serra (PSDB) seguiu sempre o mesmo script: começou falando da sua visita, dos compromissos com os governos estadual e municipal, abordou a sucessão à presidência da República e encerrava lembrando que é palmeirense, mas gostaria de ver o Bahia, novamente, na primeira divisão do Brasileiro de Futebol.

Quem não gostou foi a torcida do Vitória.

O discurso para agradar baianos (rubro-negros e tricolores) foi ensaiado com a ajuda do ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, segundo assessores mais próximos do peemedebista, que ensaia candidatura a governador da Bahia. Ainda não se sabe se ele apoiará Serra para presidente em 2010. Por enquanto, está com Dilma Roussef (PT).

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Policiais militares de Itabuna estão aderindo ao movimento Operação Padrão, desencadeado por associações de praças e oficiais da corporação no estado. Algumas viaturas estão deixando de ir às ruas porque os motoristas se recusam a conduzi-las, baseados no artigo 145, inciso 4º, do Código Brasileiro de Trânsito, que exige curso especial para condução de veículos de emergência.

Um policial militar ouvido pelo Pimenta diz que pegaria no plantão por volta das 13 horas, mas garante que não vai às ruas, em adesão ao movimento. “Eles exigem que nossa apresentação pessoal seja impecável, mas não nos dão condições ideais de trabalho. Aqui em Itabuna temos coletes vencidos desde 1999, há 10 anos”.

O governo está tratando o movimento como uma greve, de acordo com palavras do governador Jaques Wagner no programa Bom Dia Bahia, da TV Bahia, hoje pela manhã. “São militares, portanto não podem fazer greve. Não importa que nome eles dêem ao movimento, é uma greve”, afirmou.

Os policiais estão discutindo com o governo melhorias salariais e de condições de trabalho. O governador afirmou que alguns itens já foram atendidos, e a negociação continua. “Os policiais sabem que já avançamos nas questões salariais e sociais. Estamos conversando para ver se avançamos mais”.

Em Itabuna, policiais procurados pelo blog se recusaram a falar sobre a operação padrão, dizendo que receberam ordens expressas de não se manifestarem à imprensa sobre o movimento. “Quando você recebe uma ordem dessa, fica de mãos atadas”, justificou um soldado, que estava em seu posto de serviço na manhã de hoje.

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Do Política Livre

O Diário Oficial do Estado de sábado e domingo, que circula hoje, traz a exoneração dos secretários Rafael Amoedo (Indústria e Comércio), Batista Neves (Infra-Estrutura) e Ildes Ferreira (Ciência e Tecnologia), que tinham sido indicados para a administração pelo PMDB.

Também saiu publicada na mesma edição a exoneração do presidente da Junta Comercial do Estado, Afrísio Vieira Lima, pai do ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional), e dos chefes de gabinete das secretarias.

De acordo com fontes governistas, a demissão dos titulares dos demais cargos, principalmente os de comando das seis empresas que pertencem à cota do PMDB, deve sair publicada na edição de amanhã. Neste momento, há um movimento desesperador nos bastidores do governo.

Ele seria protagonizado principalmente por alguns indicados que clamam ao governo para passarem da cota do PMDB para a do governador Jaques Wagner. O chefe do executivo, diz fonte do governo, avalia caso a caso para decidir como procede, mas ninguém está seguro.

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Uns quatro pedidos de informações votados em plenário e encaminhados pela Câmara de Vereadores de Itabuna ao prefeito Capitão Azevedo esbarraram no mais absoluto silêncio do governo municipal.

Na semana passada, Azevedo foi advertido pelo vereador Wenceslau Júnior (PCdoB) de que a postura do governo se configura como crime de responsabilidade que, no último grau, sujeita o prefeito à cassação do mandato.

Entre os pedidos de informação ignorados pelo governo, está o do vereador Solon Pinheiro. Ele solicitou cópia do contrato firmado entre a Prefeitura e a empresa Marquise, que  faz a coleta do lixo na cidade. Até hoje, nada!

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Atitude do secretário compromete ações da Vigilância
Atitude do secretário compromete ações da Vigilância

O secretário da Fazenda da Prefeitura de Itabuna, Carlos Burgos, está sendo acusado de reter verbas que deveriam ser destinadas à Vigilância Sanitária do Município. A denúncia é investigada pelo Conselho Municipal de Saúde, que já solicitou documentos à Vigilância.

Os recursos que a Fazenda não libera são provenientes dos autos de infração lavrados pela Vigilância Sanitária. Por lei, a verba deve ser utilizada nas próprias ações do órgão da Secretaria Municipal de Saúde. A informação recebida pelo CMS é de que já são R$ 41 mil presos na secretaria comandada por Carlos Burgos.

Para Domingos Andrade, que é membro do CMS, “esse tipo de postura do secretário da Fazenda é altamente prejudicial às ações de vigilância sanitária em nosso município”.

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Duas grandes goleadas marcaram a primeira rodada do Campeonato Interbairros de Futebol, neste domingo. As redes balançaram 37 vezes em 11 jogos nos campos de Itabuna.  Abaixo, os resultados da rodada.

Novo Jaçanã 2 x 0 BNH
São Caetano 1 x 2 Parque Santa Clara
Núcleo Habitacional da Ceplac 1 x 1 Jardim Vitória
Pedro Jerônimo 2 x 2 Vale do Sol
João Soares 2 x 0 São Roque
Santa Inês 2 x 3 Antique
Odilon 1 x 0 Campo Formoso
Lomanto 5 x 1 Nova Itabuna
Corbiniano 2 x 3 Pontalzinho
São Lourenço 5 x 1 Emanoel Leão
Maria Matos 1 x 0 Jorge Amado

Com informações do Sport News.

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Um traficante conhecido como Albert, que tinha várias passagens pela polícia e era também acusado de envolvimento em roubos e homicídio, foi morto no final da tarde de hoje.

Por volta das 17h30min, dois homens numa moto perseguiram Albert, que tentou escapar, invadindo uma casa no bairro Góes Calmon. Os homens também entraram na casa e acabaram matando o traficante.

O corpo se encontra no Departamento de Polícia Técnica de Itabuna.

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Dizem as “más línguas” que Wagner tomou um baita susto quando o locutor Galvão Bueno sugeriu mais pontos de ultrapassagem no circuito do CAB.

Mais preocupado com a sucessão eleitoral de 2010 do que com os motores da Stock Car, o governador quer tudo nessa hora, menos aumentar os “pontos de ultrapassagem”…

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O fotógrafo baiano Mario Cravo Neto morreu às 17h deste domingo, em Salvador, após três semanas internado no Hospital Aliança.

Respeitado internacionalmente, ele lutava contra um câncer. O corpo será cremado nesta segunda-feira, 10, no Cemitério Jardim da Saudade, às 11h.

O baiano começou a fotografar profissionalmente aos 18 anos ’empurrado’ pelo pai, Mario Cravo. No início, desenvolvia trabalhos em escultura e fotografia. Com informações de A Tarde.

Abaixo, um vídeo reúne alguns dos principais trabalhos de Cravo Neto.

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Galvão Bueno parabeniza Wagner pela organização do GP (Foto Evilásio Jr).
O global Galvão Bueno parabeniza Wagner pela organização da Stock Car (Foto Evilásio Jr).

Do Bahia Notícias

De camarote na corrida da Stock Car na manhã deste domingo, o narrador Galvão Bueno ganhou um inesperado presente de Dia dos Pais vendo o filho, o piloto Cacá Bueno, vencer o GP Bahia da categoria. Ele disse que não esperava pela vitória do filho e também lamentou que o outro rebento, Popó, tenha abandonado a corrida por problemas mecânicos.

Sobre a corrida, Galvão elogiou a organização e o clima da prova em Salvador, mas pediu que o governador Jaques Wagner intercedesse no circuito para as próximas provas no sentido de criar pelo menos mais um ponto de ultrapassagem. “Aí sim, vai ficar perfeito. Está muito bonito, serviço de gente grande”.

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Alex Miranda, amigo deste blog, já tinha perdido as esperanças. Passava de 45 dias sem notícias de Tob, seu legítimo viralata que sumiu em Itororó no mês de junho, enquanto o dono curtia o Festsol. Pois depois de todo esse tempo embrenhado no mato, Tob reapareceu em uma fazenda naquelas bandas.

O feliz proprietário saiu de Itabuna neste sábado (em desabalada carreira). E, a essa altura, ainda deve estar levando boas lambidas do Tob. Aliás, Alex chama o cachorro agora de campeão de “No Limite”…

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Tob, o cachorro aventureiro
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Hermano Fahning tem 33 anos, é ilheense e, desde 2005, tem exercido funções estratégicas na gestão do turismo em Ilhéus. Iniciou como diretor de marketing da Setur, na gestão de Raymundo Mazzei, sendo depois seu assessor. Com a ida de Mazzei para Angola, Hermano assumiu o comando da Secretaria, passando novamente a assessor quando o então prefeito Valderico Reis nomeou o empresário Paulo Moreira como secretário.

Quando foi alvo de um processo de cassação, Valderico exigiu que os ocupantes de cargos comissionados se afastassem, como demonstração de fidelidade. Hermano desobedeceu e ficou. Valderico foi afastado, Newton assumiu e acabou colocando Hermano novamente no comando da Setur, no segundo semestre de 2007.

Há alguns dias, Hermano Fahning afastou-se novamente da Setur para assumir um cargo efetivo na Controladoria do Município. Formado em engenharia civil, ele agora será responsável pela fiscalização de obras públicas.

Nesta conversa com o Pimenta, Hermano fala sobre sua passagem pela Setur e dá sua opinião sobre o que é necessário fazer para o turismo de Ilhéus sair da letargia.

Fala um pouco sobre você.
Sou ilheense, tenho 33 anos, estudei fora, mas sempre senti que tinha a obrigação de voltar à região para retribuir as oportunidades que ela me deu. Fiz engenharia civil na Universidade Católica de Salvador e cheguei a cursar ao mesmo tempo análise de sistemas na Federal, até que não consegui conciliar as duas faculdades e continuei só com a de engenharia.

Você chegou a trabalhar nessa área?
Depois de me formar, atuei em Salvador por três anos como engenheiro civil e meu perfil sempre foi mais direcionado para a parte de planejamento e controle de obras, o que me deu uma boa bagagem na área de gestão. Em 2000, fui para o Canadá, a princípio só para aprender inglês. Como não tinha muitos recursos, trabalhei de tudo o que você possa imaginar: de garçom a zelador de prédio. Isso durante uns três anos.  Depois que aprendi inglês, fiz duas pós-graduações no Canadá, uma em gestão de negócios e outra em marketing esportivo.

Você voltou para Salvador em 2003…
Sim. Cheguei  em Salvador e tentei abrir um negócio na área de marketing. Quando a coisa estava começando a se consolidar, já em 2004, eu recebi o convite para trabalhar como diretor de marketing da Secretaria de Turismo de Ilhéus, ao lado de Raymundo Mazzei. Meu trabalho era fazer a promoção de Ilhéus em todos os polos emissores, focando o público que a gente queria trazer para Ilhéus. Fazíamos contato com as operadoras nos polos emissores, num trabalho em parceria com as agências de receptivo  locais. Posteriormente, fui convidado a cuidar da assessoria do secretário e da parte de planejamento turístico e, quando ele recebeu uma proposta irrecusável para trabalhar Angola, me indicou para substituí-lo.

Como foi essa experiência?
A gente encontrou uma região turística onde Ilhéus não conversava com Itacaré, não conversava com Canavieiras e a gente conseguiu fazer toda uma articulação institucional para tornar possível um planejamento em conjunto. Queríamos que essas instituições também se sentissem responsáveis pelo planejamento das políticas públicas do turismo. A partir daí, houve um fortalecimento do trade, a recriação da Atil, a repaginação do Convention Bureau, que tem a função de captar eventos para a cidade; reinstalamos o Conselho Municipal de Turismo. Houve uma grande conquista também, mesmo com os problemas do aeroporto, que foi a vinda da Gol Linhas Aéreas no final de 2006, fruto de uma articulação da nossa Secretaria junto ao pessoal da companhia e da Infraero.

Nesse primeiro momento, foi pouco tempo como secretário, já que uns cinco meses depois Paulo Moreira assumiu a Setur…

No final de 2006, Paulo Moreira assumiu a Secretaria e eu continuei, assessorando ele até meados de 2007, quando aconteceu todo o problema político (cassação do ex-prefeito Valderico Reis) e o então prefeito exigiu que todos os cargos comissionados pedissem exoneração., Eu fui uma das pessoas que não pararam de trabalhar. Estávamos fechando diversos projetos, como o da sinalização turística, havia prazos e o compromisso com Ilhéus era muito maior.

Mesmo com todas essas ações que você menciona, o turismo de Ilhéus não deslanchou. Qual o impedimento para que isso aconteça?
Em primeiro lugar, a cidade precisa de um foco, porque o turismo hoje é bastante segmentado. Hoje se fala em turismo étnico, turismo sol e praia, turismo ecológico, de eventos, negócios, ecoturismo, estudantil, terceira idade… Nós temos potencial para todos eles, mas não podemos trabalhar todos ao mesmo tempo. Ilhéus precisa se posicionar estrategicamente e nós entendemos que o ponto mais forte da cidade hoje seja, além do sol e praia, o turismo cultural. Então, vamos focar no que nós somos, o que queremos, o tipo de público que pretendemos atrair.

“A cultura da cidade precisa mudar, ela tem que se acostumar a servir bem. O ilheense deve ter a consciência de que vive numa cidade turística”.

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E depois?
Depois, nós passamos para as outras fases, o que começa com o planejamento estratégico,aperfeiçoamento da qualidade dos serviços. Nós conseguimos, em parceria com o Senac, implementar vários cursos de aperfeiçoamento profissional, justamente para promover essa qualificação. Todo mundo sabe que hoje o turista é muito exigente. Ele não reclama do preço quando a qualidade do serviço é condizente. Outra: a cidade precisa estar preparada para receber o turista, mas antes disso é preciso que ela esteja preparada para o sua própria população. Tem que estar bem cuidada, limpa, organizada, bem sinalizada, roteirizada, com boas empresas de receptivo e um trade turístico forte.

Você concorda com o pensamento de que Ilhéus, apesar de todas as suas belezas naturais, ainda não se organizou para ser efetivamente uma cidade turística? Diferente de Porto Seguro, por exemplo.
Em primeiro lugar, Ilhéus é uma cidade turística. Qual a diferença? Porto Seguro tem um fluxo constante, porque sempre esteve na mídia e tem um trade turístico forte, além de ter estabelecido seu foco, que é sol e praia e eventos. Os empresários do setor se sobrepõem ao poder público local. O que Ilhéus precisa é investir num público que tenha uma taxa de gastos per capita maior, o que implica na qualificação do fluxo turístico.

Qual seria  o foco do turismo ilheense?
Essa é uma discussão que tem de ser feita entre comunidade, empresários e poder público, mas eu particularmente acho Ilhéus muito forte na parte cultural, além de sol e praia e eventos. Investindo nesses focos, a cidade pode marcar o seu posicionamento no mercado.

Por que essa discussão não anda e os projetos não saem do papel?

Para Ilhéus deixar de ser simplesmente uma cidade turística e se tornar um produto turístico formatado, é necessário em primeiro lugar uma mudança de mentalidade. Viemos de uma sociedade que se construiu sobre a monocultura do cacau e se acostumou a ser servida. Com a queda da monocultura, essa sociedade está aprendendo que ela precisa ser uma prestadora de serviços, para reconstruir sua riqueza. Ou seja, a cultura da cidade precisa mudar, ela tem que se acostumar a servir bem. O ilheense deve ter a consciência de que vive numa cidade turística. A cidade deve estar bem sinalizada, o cidadão precisa tratar com cortesia o turista, saber informar. O primeiro ponto é a conscientização.

A falta de infraestrutura compromete?
A falta de infraestrutura turística não é um “privilégio” só de Ilhéus, uma vez que a maioria dos destinos baianos e brasileiros carece de uma estrutura profissional. A preocupação com isso começou a mudar em 2003, com a implantação do Ministério do Turismo, quando começaram a ficar bem definidas as questões da capacitação dos serviços turísticos e da infraestrutura turística.

Na prática, a ação do Ministério é percebida?
Do jeito que as coisas são distribuídas e como o recurso é captado para os municípios, existe uma dependência muito forte de articulação política. Portanto, é muito importante que a região tenha representatividade política, sobretudo na esfera federal. Nós temos bons projetos, mas é difícil conseguirmos os recursos.

O Porto Sul vai atrapalhar o turismo de Ilhéus?
O turismo não pode ser o único vetor de desenvolvimento e nós não podemos fechar portas. A proposta do Porto Sul é bastante interessante, até o nível de conhecimento que nós temos, já que ainda está na fase do projeto conceitual e o diálogo está acontecendo entre os governos municipal, estadual e a sociedade. É algo interessante para o desenvolvimento da região, mas que precisa ser implantado com muita responsabilidade, com respeito à legislação ambiental. O turismo pode, perfeitamente, conviver com esse desenvolvimento.

O episódio em que você foi denunciado de receber pagamento indevido de uma banda pesou na sua decisão de se afastar da Setur?
Não houve em nenhum momento, nem no governo nem na equipe que eu coordenei na Setur, qualquer tipo de questionamento acerca da minha conduta. A denúncia a que você se refere partiu de pessoas que não têm credibilidade para fazer qualquer tipo de acusação. Os fatos já foram esclarecidos e a maneira como eu atuei na Setur me dá respaldo para que eu siga de cabeça erguida. Eu sou engenheiro civil, com maior atuação na área de planejamento, e optei por atender à convocação para assumir um cargo efetivo no governo, dentro de minha área de formação. Vou cuidar da auditoria das obras do município, que é também uma função de grande responsabilidade.

A nomeação de uma pessoa ligada a você (a turismóloga Ana Matilde) para o comando da Setur significa que seu prestígio ainda é grande junto ao governo?
Eu não posso colocar isso como prestígio ou “coisa política” em hipótese alguma. Na verdade, o prefeito lamentou a minha saída e, como está bastante satisfeito com a condução da Setur, ele não quer que as linhas, os planejamentos e os programas sejam desviados. O prefeito acredita na causa do turismo e quer que esse trabalho tenha seguimento. Nós deixamos o prefeito bem à vontade para escolher o substituto e ele optou por nomear Ana Matilde, em caráter interino.