A prefeitura de Feira de Santana optou por contratar diretamente as atrações da Micareta ontem encerrada, enquanto a de Alagoinhas terceirizou as contratações para a folia, no fim do mês. Veja no que deu: Luiz Caldas fez duas apresentações em Feira por R$ 30 mil e fará uma em Alagoinhas por R$ 31.750; Vixe Mainha tocou em Feira por R$ 25 mil, mas em Alagoinhas o preço quase dobra, vai para R$ 44.450. Said Bamba, em Feira, custou R$ 15 mil, mas em Alagoinhas é R$ 25,4 mil. Nos três casos, o contratante da prefeitura de Alagoinhas é Robemval Ferreira da Silva ME. O Adão Negro, que fez dois em Feira por R$ 28 mil, fará uma em Alagoinhas por R$ 17.780, mas aí o contratante é Nossa Tribo & Turismo Eventos, mais comedido. Os valores acima explicitados são os divulgados no Diário Oficial do municipio de 17 deste mês (Feira) e Diário Oficial dos Municípios do dia 8 deste mês (Alagoinhas). Só para lembrar: assim que assumiu o mandato, o prefeito de Alagoinhas, Paulo César (PSDB), decretou estado de emergência por 180 dias. É para isso? As informações são do jornal A Tarde.












Há vários dias sob fogo cerrado da imprensa e partidos que fazem oposição ao PT, o assessor especial da presidência da Petrobras, Rosemberg Pinto, decidiu sair das cordas e esboçar algum tipo de reação.

Tramita no Congresso um projeto de lei da deputada federal Lídice da Mata (PSB), que propõe a transformação da cidade de Porto Seguro, no extremo-sul da Bahia, em capital brasileira. Mas muita calma nessa hora! Não se trata de construir uma Brasília em Porto, mas sim de fazer com que a “terra de Cabral” seja reconhecida apenas como capital simbólica do Brasil.
Estreitar as relações comerciais entre a Bahia e a Índia é o principal objetivo da viagem que o governador Jaques Wagner fará ao país asiático nesta terça-feira (21). O convite foi feito pelo vice-presidente executivo da empresa Bahia Mineração, Clóvis Torres.






