DA COLUNA TEMPO PRESENTE (A TARDE):
Algo não está batendo bem nas queixas dos prefeitos sobre os efeitos da crise nas finanças municipais, pelo menos segundo os produtores baianos de bandas de forró. Eles dizem que, quando oferecem seus grupos para tocar no São João, os prefeitos respondem que fecharam ou vão fechar com atrações de fora.
Ora, astros do forró como Aviões do Forró, Elba Ramalho, Calypso e Vítor e Leo, só para citar alguns, cobram cachês de, no mínimo, R$ 150 mil. Atrações baianas, como Estaka Zero, Jerimun Assado e Carlos Pita, que nada ficam a dever, custam abaixo de R$ 20 mil.
Pondere-se que a crise afeta todos os 417 municípios baianos, mas, em Potiraguá, ela é uma coisa, em São Francisco do Conde (onde haverá um São João de arromba), é outra. Seja como for, o fato é que até agora ninguém desistiu de fazer a festa.
Os prefeitos vão debater a crise amanhã na UPB.
Prognóstico: entra em cena o forró com chororô.














Acabou a disputa. A eleição para a diretoria da API – Delegacia Sindical Zonal do Cacau (ou Associação dos Professores de Itabuna, como sugere a sigla) será por chapa única. O pleito será realizado nos dias 14 e 15 de maio em Itabuna e nos núcleos de Buerarema, Itajuípe, Barro Preto, Itapé e Jussari.





