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josé januárioCabo Neto

 

Ao votar um aumento disfarçado de revisão, eles atacam a confiança daqueles que votaram suscitando mudanças significativas na política local.

 

Em ação descabida e vergonhosa, a atual legislatura da Câmara Municipal de Itabuna abre votação e, por 19 votos a 0, aprova “a revisão” dos próprios salários.

Em tempos de crise moral e instabilidade entre a classe política e a sociedade, os edis itabunenses demonstram total descompromisso com o município.

Isso mesmo!

Ao votar um aumento disfarçado de revisão, eles não somente atacam a Constituição Federal e a Lei de Responsabilidade Fiscal, como também, a confiança daqueles que votaram suscitando mudanças significativas na política local.

Fachada do Espaço Cultural, que abriga a Câmara de Vereadores (Foto Pedro Augusto).
Fachada do Espaço Cultural, que abriga a Câmara de Vereadores (Foto Pedro Augusto).

O termo revisar é autoexplicativo. Revisar é rever algo que você ou outrem tenha realizado, mas, nesse caso – e juridicamente conceituando, o termo revisar é impróprio e antijurídico, pois a Carta Magna (Constituição Federal) e a Lei Complementar 101/2000 vedam tal ação legislativa, tornando-a nula.

Há uma enorme crise financeira incessante na Santa Casa de Itabuna.

Há um aumento/aditivo significativo na prestação de coleta de lixo no município, o qual merece publicidade e investigação nos contratos.

Há uma crise educacional, escolas municipais fechando e alunos sendo redirecionados para outros ambientes escolares.

E os nobres edis, votam REVISÃO salarial!!?

É VERGONHOSO e ULTRAJANTE!

Cabo Neto é bacharel em Direito e policial militar.

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marco wense1Marco Wense

 

Para os partidos políticos – e aí não tem exceção, são todos iguaizinhos –, pesquisa boa é a que coloca os seus candidatos na frente.

 

 

Na coluna de ontem, comentei sobre a sondagem do instituto Paraná Pesquisas que aponta ACM Neto (DEM) na dianteira na disputa pelo Palácio de Ondina.

Disse que a consulta foi boa para a oposição, que passa a acreditar que a reeleição de Rui Costa não é favas contadas, e para o governismo, que deve colocar os pés no chão e frear o desaconselhável “já ganhou”.

Assim que saiu o resultado da enquete, o PT tratou logo de desqualificar a empresa, que a Paraná Pesquisas não tem credibilidade.

Quando os petistas souberam que Jaques Wagner lidera as intenções de voto para o Senado, amenizaram as críticas. O instituto passou a ser confiável.

O desdém inicial rapidamente se transformou em uma incontida vontade de saber a posição do ex-governador, principalmente em relação ao senador Otto Alencar (PSD).

Para os partidos políticos – e aí não tem exceção, são todos iguaizinhos –, pesquisa boa é a que coloca os seus candidatos na frente.

Vale lembrar que o levantamento da Paraná Pesquisas foi encomendado pela Rede Record. Só falta dizer que a televisão é antipetista e cabo eleitoral de ACM Neto.

Marco Wense é editor d´O Busílis.

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marco wense1Marco Wense

 

O resultado da enquete deixou a cúpula do Partido dos Trabalhadores, não só a baiana como a nacional, em estado de alerta.

 

A sondagem do Instituto Paraná Pesquisas para a disputa do Palácio de Ondina em 2018 serve para frear o desaconselhável “já ganhou” do PT.

A consulta ouviu 1510 eleitores em 70 municípios: ACM Neto (DEM) 54,5%, Rui Costa (PT) 24,1%, Otto Alencar (PSD) 4,7% e Fábio Nogueira (Psol) com 2,9%.

O levantamento, com margem de 2,5 pontos percentuais para mais ou para menos, realizado entre 31 de maio e 4 de junho, aponta um número baixo de indecisos, apenas 4,3%.

ACM Neto e o governador Rui Costa.
ACM Neto e o governador Rui Costa.

O resultado da enquete deixou a cúpula do Partido dos Trabalhadores, não só a baiana como a nacional, em estado de alerta.

O governador Rui Costa, candidato à reeleição, vem tendo alguns desentendimentos com as legendas da base aliada, principalmente com o PSD do senador Otto Alencar.

Otto, que anda trocando farpas com Jaques Wagner, vem dando declarações que mostram seu descontentamento com o chefe do Executivo.

A última do senador foi dizer que Ângelo Coronel, presidente do Parlamento estadual, “é um bom nome para 2018”.

No frigir dos ovos, a pesquisa terminou sendo boa para os dois lados. Vai provocar uma indispensável reflexão, principalmente no petismo.

A oposição passa a acreditar que a reeleição do governador não é favas contadas. O governismo deve colocar os pés no chão.

A soberba é a maior adversária de quem busca um segundo mandato. A consequência é uma desagradável surpresa.

Marco Wense é o editor d´O Busílis.

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raimundo santanaRaimundo Santana | jrssantana13@gmail.com

 

Ao propor manter o triênio e a produtividade apenas aos trabalhadores que hoje estão contratados, a Instituição busca baratear a mão de obra para, em um futuro próximo, demitir os trabalhadores hoje contratados.

Sobre a negociação coletiva 2017/2018 com a Santa Casa é imperativo registrar que a postura da comissão que representa a Santa Casa neste ano foi, desde o início, extremamente desrespeitosa, trazendo de volta à negociação pontos que já haviam sido objeto de consenso, para impedir que a negociação avançasse. Deixou claro o interesse em inviabilizar um entendimento no processo de negociação.

Estimulado pela publicidade do governo federal que entende ser possível convencer a população que a perda de direitos é boa, o provedor tenta convencer os trabalhadores da Santa Casa do mesmo absurdo. O que se vê é um processo de tentativa de barateamento da mão de obra, desprezando, assim, o valor do trabalho.

O objetivo da Santa Casa de Itabuna é claro. Ao propor manter o triênio e a produtividade, presentes nos salários dos trabalhadores há mais de 20 anos, apenas aos trabalhadores que hoje estão contratados, a Instituição busca baratear a mão de obra para, em um futuro próximo, demitir os trabalhadores hoje contratados, que, na opinião do Provedor, são caros, por uma mão de obra mais barata.

O SINTESI não vai admitir isso!

Essa história de crise da Santa Casa é uma alegação que não convence mais ninguém. Já foi dito por esse sindicato em mesa de negociação que a ação para estancar a crise, caso ela exista de fato, seria renegociar os valores dos contratos com os parceiros da Santa Casa, os que exploram os serviços lucrativos e são muito bem remunerados por eles. Retirar direitos de trabalhadores que recebem salários tão baixos não é a saída.

Raimundo Santana é dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi).

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walmirWalmir Rosário | wallaw1111@gmail.com

 

Mas não se empolguem os brasileiros com essa limpeza feita no mais alto posto da República em tamanha rapidez, sem antes confirmamos as decisões dos ministros magistrados do TSE.

 

A partir da tarde desta terça-feira (6), mais uma vez, o Brasil terá posto a prova a vida das instituições democráticas, com o julgamento das contas de campanha da chapa Dilma-Temer, referentes à eleição presidencial de 2014, pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O resultado, ainda imprevisível para nós mortais, por certo será objeto de muitas lutas no judiciário.

Seja qual for o placar, a decisão será questionada no próprio TSE e, posteriormente, no Supremo Tribunal Federal (STF), encarregado das questões constitucionais. Nessas idas e vindas processuais, advogados, representantes do Ministério Público Federal e magistrados (ministros) dessas cortes ainda terão muito o que decidir.

E a cada movimento processual uma imensa torcida (pró e contra) também fará manifestações – seja nos bastidores dos poderes ou nas ruas, no sentido de mobilizar o país. Pelo que temos visto (espantados, é claro), os interessados diretos nessa briga lutam apenas pela sobrevivência política, no sentido de se manterem encastelados no poder.

O Brasil como Nação pouco importa para a maioria esmagadora deles, que tem meios e artifícios para ficar na “crista da onda”, seja qual o resultado. PT, PSDB, DEM, ou que sigla sobreviver, contará com a pronta adesão dos políticos, sempre dispostos a fazer um enorme sacrifício pela governabilidade, conforme dizem nos meios de comunicação.

Esse tal de espírito altruísta tão em voga nesses momentos nem sempre se encontra à disposição no dia a dia da vida política brasileira, na qual costuma prevalecer o interesse financeiro individual. Não fosse a “teimosia” de membros do Ministério Público, da Polícia Federal e de alguns juízes, os que hoje habitam, ou estão prestes a serem conduzidos às prisões, estariam fazendo discursos patrióticos para brasileiro ver.

O julgamento do TSE tem a finalidade de descobrir se a chapa Dilma-Temer usou de meios ilícitos para vencer a eleição, como movimentar a campanha com dinheiro escuso, resultado de propina solapada de instituições públicas. Mais do que ferir a lei eleitoral, sem a observância dos trâmites legais de doações, as “ricas ajudas” eram feitas com recursos resultantes de corrupção.

Para os simples mortais, a quem interessa o julgamento da chapa Dilma-Temer, cuja primeira mandatária já se encontra fora do poder, por conta de um processo de impeachment? É que agora, além da possibilidade de manter Dilma inelegível (o que o Senado não o fez), o julgamento poderá condenar o seu companheiro de chapa, Michel Temer, afastando-o do poder.

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Não se empolguem os brasileiros com essa limpeza feita no mais alto posto da República em tamanha rapidez, sem antes confirmamos as decisões dos ministros magistrados do TSE.

Mas não se empolguem os brasileiros com essa limpeza feita no mais alto posto da República em tamanha rapidez, sem antes confirmamos as decisões dos ministros magistrados do TSE. Nesse julgamento pode acontecer de tudo, inclusive nada, embora provas não faltem para tanto, amealhadas durante a Operação Lava Jato.

Questões objetivas e subjetivas são levantadas constantemente pelos vários grupos interessados e com as teses mais distintas, como se o roubo não fosse roubo só pela inteligência e elucubrações dos senhores juristas. Questões mais escabrosas ainda serão levantadas nas chamadas preliminares, com a intenção de fazer parar o processo, sem qualquer julgamento.

Enquanto os interessados em se manter no poder continuam guerreando nos mais altos tribunais, nós, do Brasil de verdade, simplesmente esperamos que o Brasil nos dê mais uma demonstração de que as nossas instituições são realmente democráticas. Esperamos que a economia continue dando com vida própria, confirmando que existe uma população que depende do trabalho para sobreviver.

E é justamente essa parcela da população que sofre com as indefinições que afetam a economia, pois não tem como se defender dos constantes aumentos de preços, principalmente nos supermercados. Esperamos que os nossos magistrados julguem com independência e rapidez necessária; que nossos parlamentares legislem com a consciência de Nação; e que o Executivo (seja quem for) continue tocando a máquina governamental com segurança e transparência.

Afinal, é assim que um grande país funciona no regime democrático, mesmo que um ministro peça vistas ao processo, o que não irá arrefecer os ânimos dos sofridos brasileiros.

Walmir Rosário é radialista, jornalista e advogado.

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Samylle Dantas, Natalia do Valle, John Hebert, Ailana Vanessa Paixão, Carlos Horley e André Ramos

Residia em Itabuna um jovem chamado Mário. Seu passatempo preferido era assistir à TV Senado. Divulgava em seu Whatsapp e em conversas com amigos todo seu descontentamento em relação à política. Criticava, insultava e dizia que o problema do Brasil eram os políticos. E talvez até fosse.

Certo dia, Mário foi ao supermercado com seus dois filhos. Depois de concluir suas compras, notou que as filas estavam de tamanho imensurável. Mário, um homem esperto e inteligente, dividiu as compras entre os filhos e cada um dirigiu-se a uma fila. Aquele que chegasse mais rápido a sua vez, passaria todas as compras. Após efetuar o pagamento, percebeu que a atendente havia lhe dado dois reais a mais. Colocou o dinheiro no bolso e foi embora. Afinal, ela quem devia ter sido mais atenciosa.

No caminho para casa, lembrou-se que teria a votação para a reforma trabalhista na programação da TV Senado. No trânsito, o sinal estava amarelo, prestes a ficar vermelho. Sabendo que não havia radar, acelerou em vez de reduzir, evitando a parada.

Ao chegar, estacionou em frente a sua residência para não se atrasar mais. E “pimba”! À porta, encontra uma carteira com R$ 200,00. Era seu dia de sorte! Ao olhar para os lados, vê um rapaz andando e olhando para o chão, e pensa: “Talvez ele esteja apenas distraído. Se eu perguntar, dirá que é sua.” Põe a carteira no bolso e entra para ver aqueles políticos corruptos.

A realidade é: a cada esquina vemos corrupção. Hipocritamente, o pensamento da maioria é: Bobos são quem não a pratica. Quem nunca colou numa prova? Ou comprou produto falsificado? Atire a primeira pedra. Se você quer mudanças, comece por você.

*Estudantes de Direito da Unime.

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walmirWalmir Rosário |wallaw1111@gmail.com

Esta greve, tida como dos vigilantes, apresenta um componente diferente, nem mesmo os funcionários de confiança dos bancos aparecem para o expediente interno.

De antemão, vou logo avisando: o título acima está correto, pois desta vez não são os bancários que protagonizam o fechamento dos bancos em todo o Brasil. Entretanto, prospera uma dúvida de quem, na realidade, pode ser responsável pelo fechamento dos bancos: os próprios banqueiros ou os sindicatos de vigilantes espalhados pelo país afora?

Na minha simples visão, são os banqueiros, que economizam milhões de reais nas contas de água, luz, telefone, horas extras dos bancários, como normalmente acontece nos movimentos paredistas. Esta greve, tida como dos vigilantes, apresenta um componente diferente, nem mesmo os funcionários de confiança dos bancos aparecem para o expediente interno.

E mais, serviço como o depósito via caixas eletrônicos estavam sendo feitos nos terminais, bem como nos correspondentes bancários (lotéricas, farmácias e outros agentes). Pela primeira vez no histórico anual de greves bancárias isso acontece (deve ser uma inovação). Entretanto, o que não “fecha a conta” é que o acontecimento se dá numa greve que não é dos bancários.

Confesso que não nunca cheguei a conversar com amigos bancários (tenho-os muitos) se realmente eles acreditam que a segurança de suas vidas pode ser creditada aos vigilantes. Tenho diversas e fortes razões para não acreditar, até mesmo pelo histórico das notícias publicadas na imprensa sobre os assaltos a bancos e carros fortes. De acordo com as notícias, as primeiras vítimas dos assaltantes são justamente os vigilantes, cuja maioria é formada por pessoal sem o devido preparo, sem armas apropriadas e estratégia de enfrentamento. Chego até a pensar que o serviço de vigilância bancária é apenas o cumprimento de alguma portaria (ou coisa que a valha) emitida pelo Banco Central para que as agências possam funcionar.

Ganham os trabalhadores, que recebem um salário para o sustento de suas famílias – mesmo que isso importe não ter a certeza de que chegará no fim do dia em casa –, se locupletam as empresas, embolsando por um serviço que nem sempre tem competência para tal. Com disse antes, são as primeiras vítimas, obrigadas a entregarem as armas, e os que assim não procedem tombam mortos no valoroso exercício da profissão.

Não sou de ir muito às agências bancárias, pois não sou um cliente do jeito que gostam os gerentes dessas instituições, daqueles que tenham muita disposição para emprestar dinheiro barato e tomar empréstimos a juros mais altos. Nem poderia, dado ao meu perfil financeiro e econômico inadequado para as operações. Mesmo assim, sempre que vou, observo atentamente a postura desses trabalhadores.

Geralmente se recusam a conversar com um cliente, mesmo que para dar uma informação, sob a alegação de que é expressamente proibido. Concordo, pois um dos requisitos do vigilante é estar atento, vigilante, para não ser pego de surpresa pelos bandidos. Contudo, esse comportamento não tem o mínimo valor, caso seja solicitado por um bancário a orientar uma fila ou coisa que valha. Como diz o ditado: manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Mas voltando ao assunto, se não estou enganado, quem tem a obrigação legal de promover a segurança neste Brasil varonil – de norte a sul, leste a oeste – é o Estado e não o particular. Em nada deveria mudar o comportamento do expediente bancário numa greve de vigilantes, pois as polícias existem exatamente com essa finalidade.

Recuso-me a acreditar – e acredito que os bancários também – que estaremos mais seguros com os vigilantes do que com a Polícia Militar, cujos quadros são formados em segurança. Acredito, ainda, que o trabalho de inteligência das Polícias (militar, civil e federal) daria conta de manter os bancários, clientes e o dinheiro em segurança.Leia Mais

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marco wense1Marco Wense

O princípio constitucional que mais simboliza o estado democrático de direito, é o que diz “que todos são iguais perante a lei”. Do contrário, é farsa, simulacro de democracia.

 

Não tenho a menor dúvida de que a impunidade é a grande responsável por todo esse lamaçal que toma conta do país.

Essa MP editada pelo presidente Temer que mantém Moreira Franco como ministro e com foro privilegiado é a prova inconteste de que o monstrengo está vivíssimo.

Aliás, a impunidade é a grande inimiga do cidadão comum. É preconceituosa com os pobres e com quem não tem prestígio.

Pois é. O senhor Moreira Franco, ex-governador do Rio de Janeiro, é investigado em dois inquéritos autorizados pelo STF, sendo que um deles no âmbito da Operação Lava Jato.

O senhor Moreira Franco foi citado mais de 30 vezes nas delações dos diretores da Odebrecht e é investigado na chamada “Farra das Passagens”.

Enquanto isso, as penitenciárias estão abarrotadas de “ladrões de galinhas”, sem falar nos presos que já deveriam estar soltos.

O princípio constitucional que mais simboliza o estado democrático de direito, é o que diz “que todos são iguais perante a lei”. Do contrário, é farsa, simulacro de democracia.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia e editor d´O Busílis.

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raimundo santanaRaimundo Santana | jrssantana13@gmail.com

 

A influência desses profissionais aumentou na instituição, passando por um processo de loteamento dos setores lucrativos da Santa Casa de Itabuna, onde os parceiros também são médicos. O referido modelo de gestão sofre críticas severas de toda a sociedade, principalmente pelos resultados que produziu.

 

 

Já faz algum tempo que a Confederação Nacional das Santas Casas recomendou que as instituições, em nível nacional, inserissem nos seus estatutos cláusula impeditiva para que médicos fossem provedores das instituições. Tal orientação se deve a experiências malsucedidas de médicos/provedores que não conseguem compreender as Santas Casas no todo, e sim os seus próprios interesses.

Pois bem! Há algum tempo, a Santa Casa de Itabuna rompeu com esta orientação, excluindo tal cláusula impeditiva, para eleger um médico provedor.

Desde então, a influência desses profissionais aumentou na instituição, passando por um processo de loteamento dos setores lucrativos da Santa Casa de Itabuna, onde os parceiros também são médicos. É importante que se diga que o referido modelo de gestão sofre críticas severas de toda a sociedade, principalmente pelos resultados que produziu.

Estes mesmos parceiros hoje ocupam cargos de decisão politica e gestão econômica da instituição, em uma confusão administrativa em que, às vezes, fica difícil se definir quando agem defendendo os interesses da Santa Casa, ou os interesses de suas empresas “parceiras”.

Esse fato tem criado dificuldades na condução da negociação coletiva, pois a estrutura administrativa da Santa Casa só consegue enxergar os interesses dos médicos, levando o atual provedor a fazer pouco caso do processo de negociação coletiva, na data base da categoria, impondo aos trabalhadores um processo de mobilização e enfrentamento a essa situação.

Raimundo Santana é dirigente do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde de Itabuna e Região (Sintesi).

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marco wense1Marco Wense

 

Geddel não é um José Dirceu, hoje o maior herói do PT, mesmo que nenhuma liderança do partido, incluindo aí o próprio Lula, queira tirar uma foto ao seu lado.

 

Saiu na imprensa que o ex-ministro Geddel Vieira Lima, comandante-mor do peemedebismo da Bahia, caminha a passos largos para uma delação na Lava Jato.

O depoimento de Geddel cria grandes expectativas em decorrência de ter ocupado importantes cargos nos governos Lula, Dilma e Temer.

A cúpula palaciana não acredita na hipótese de uma delação que possa piorar a situação do ainda presidente Michel Temer.

O problema é que delação que não envolve Lula e, agora, Temer, não é uma boa delação. O anzol da Lava Jato gosta de fisgar peixes graúdos, principalmente no campo político. São eles que dão manchetes nos grandes jornais.

É bom lembrar que Geddel não é um José Dirceu, hoje o maior herói do PT, mesmo que nenhuma liderança do partido, incluindo aí o próprio Lula, queira tirar uma foto ao seu lado.

CONTINUA O MESMO
tucano

Os petistas andam dizendo, em tom de deboche com ingredientes provocativos, que o PSDB é o partido mais democrático do Brasil.

A provocação é mais acentuada no tucanato baiano, que está dividido entre o “Fica Temer”, “Fora Temer” e o “em cima do muro”.

Na frente do “Fica Temer”, garantindo o seu emprego, o deputado licenciado Antônio Imbassahy, ministro da Secretaria de Governo.

Protagonizando o “Fora Temer”, o também parlamentar João Gualberto, cotado para ser o candidato da legenda ao Palácio de Ondina em caso de desistência de ACM Neto (DEM).

E, por último, seguindo o que é de verdade o PSDB, a marca da agremiação, o outro federal Jutahy Magalhães sendo porta-voz do “em cima do muro”.

O PSDB continua o mesmo. Sempre na incerteza e cada vez mais sem identidade.

Marco Wense é articulista do Diário Bahia e editor d´O Busílis.

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sorrisodabahia foto malutaCarlos Malluta | cmalluta@consultoria.net

 

Nada de amarelo. O que urge é preservar o sorriso branco, refrescante e de hálito puro que sempre encantou seus visitantes. Para o bem de todos e felicidade geral da nação, em especial a nação baiana.

 

O receptivo slogan todo mundo conhece. O que ninguém sabia – e poucos podiam imaginar – é que o sorriso pudesse virar sorriso amarelo. Mas virou (foto), graças à Sorriso da Bahia, empresa de ônibus que venceu recente licitação para transporte de passageiros em Itabuna, estratégica cidade prestadora de serviços do sul do estado.

E deve estar aí – na prestação de serviços – a explicação para o “amarelamento” do sorriso até então reconhecido no mundo todo como simpático e acolhedor: a qualidade do serviço prestado pelas empresas de ônibus – Sorriso da Bahia e São Miguel – ao passageiro itabunense.

Um serviço que peca principalmente pelo reduzido número de veículos circulando na cidade de mais de 220 mil habitantes, capaz de amarelar o tradicional sorriso do baiano por dois motivos: superlotação dos coletivos e uma longa espera entre um ônibus e outro, esta agravada ao extremo quando se trata de sábado, domingo e feriado.

É hora de toda a Bahia se unir pelo resgate do sorriso que encantou o Brasil e o mundo. As cidades – a começar pelas turísticas Salvador, Porto Seguro e a vizinha Ilhéus – devem fazer gestões junto ao Governo do Estado e à Bahiatursa para que intervenham, evitando que o sorriso amarelo, aquele forçado e sem graça, prolifere a partir de Itabuna para toda a Bahia.

Nada de amarelo. O que urge é preservar o sorriso branco, refrescante e de hálito puro que sempre encantou seus visitantes. Para o bem de todos e felicidade geral da nação, em especial a nação baiana.

Carlos Malluta é consultor de comunicação.

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valéria ettigerValéria Ettinger | lelamettinger@gmail.com

 

Assim, se você quer presentear a pessoa que considera como mãe ou dizer-lhe o quanto a ama, faça quando o seu coração mandar e não apenas no dia que alguém, muito espertamente, criou para ganhar dinheiro.

 

Poderia hoje falar do trivial, do corriqueiro e dos clichês que norteiam o Dia das Mães.

Poderia falar da mãe maravilhosa que tenho e me ensinou muitas coisas. E uma coisa muito boa que ela me apresentou foi a existência das diferenças na vida.

Poderia falar da minha relação com meu amado filho, que me impulsiona para a vida todos os dias e com toda canseira do mundo me faz sentir o quanto sou amada.

Mas, como sou um ser político, quis mudar o discurso e tentar entender para que serve o Dia das Mães e para quem ele serve.

Nos últimos tempos, tenho me questionado muito sobre esses dias festivos e, ao me deparar com tantas diferenças e tanta complexidade social que vivemos, tenho feito a seguinte pergunta: Para que generalizarmos os dias e ou especificarmos se existem tantas mães que nem sequer podem ser mães ou tem o prazer de vivenciar esse dia?

Para que festa do Dia das Mães nas escolas, se as relações familiares, hoje, são tão complexas que nem o Direito consegue mais definir o que é família?

Quantas mães no Dia das Mães estão trabalhando para outras mães e nem sequer podem estar com seus filhos?

Quantas mães abandonam seus filhos à própria sorte, porque precisam sair para trabalhar cedo e quando elas voltam eles já estão dormindo, ou foram mortos, presos e ou estão nas sarjetas da vida?

Quantas mães perdem seus empregos por se tornarem mães?

Quantas mães sofrem violências na frente dos seus filhos e muitas delas morrem deixando-os órfãos neste mundo tão individual?

Quantas mães não recebem presentes porque elas são os chefes da família e o dinheiro que têm é apenas suficiente para alimentar os seus filhos?

Será que esses questionamentos são necessários? Nos últimos meses tenho ouvido dizer tantas coisas fantasiosas das mães mulheres que me pergunto para que serve o Dia das Mães.

Serve para um consumismo desenfreado? Para fazer com que as famílias consigam se perceber em um dia do ano porque nos demais não se enxergam e nem se escutam?

Serve para aprofundar mais o fosso social que vivemos porque muitas crianças não conseguem ter suas mães por perto e nem as mães conseguem ser mães, porque a elas não é dado esse direito, pelo contrário querem piorar a sua condição?

Quem de fato são as mães dos filhos das mães que dão entre três a quatro jornadas de trabalho e não são reconhecidas enquanto mães mulheres? E muitas ainda ouvem o seguinte som: Você não faz nada…

E os homens que são pães e não são reconhecidos como tais, porque o gênero é quem define os papéis e não o afeto, que é a condição maior para o equilíbrio do ser humano?

Penso que precisamos valorizar mais as pessoas enquanto regentes da vida humana, sejam elas em que condições estejam. E não apenas lembrarmos de sua existência como um meio de beneficiar terceiros ou para cumprirmos uma agenda de satisfação social.

Assim, se você quer presentear a pessoa que considera como mãe ou dizer-lhe o quanto a ama, faça quando o seu coração mandar e não apenas no dia que alguém, muito espertamente, criou para ganhar dinheiro.
Inclusive, como fizeram aqui no Brasil, parafraseando o nome de quem já morreu…

Valéria Ettinger é mulher e mãe.

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dt-chargeDaniel Thame

 

Na Sul-Americana, o Fluminense suou sangue para passar pelo Liverpool, não o inglês, mas o genérico uruguaio, o Cruzeiro caiu diante de um timeco paraguaio e pior ainda fez o outrora glorioso São Paulo, eliminado em pleno Morumbi pelo Defensa y Justicia (quem?)…

 

Começa neste final de semana o Campeonato Brasileiro de 2017, que os exagerados chamam de Brasileirão e os mais exagerados ainda chamam de maior campeonato de clubes do mundo.

A menos que os campeonatos da Inglaterra, Espanha, Alemanha e até da Itália sejam disputados em outro mundo e a Champions League em outra galáxia, a megalomania é digna de certos juízes que mourejam nessa republiqueta bananeira.

O Campeonato Brasileiro (não chega a ser um brasileirinho, façamos a concessão) pode ser um dos mais equilibrados do planeta, mas isso não tem nada a ver com o poderia técnico dos clubes que o disputam.

Ao contrário, o equilíbrio se dá justamente porque temos até bons times como o Palmeiras, o Flamengo, o Santos, o Atlético Mineiro; times equilibrados como Cruzeiro, Corinthians, Fluminense, Grêmio e Atlético Paranaense;  mas não temos nenhum super time, desses que despontam como favoritos.

Nenhum time em que o torcedor saiba a escalação de cor.

Nenhum fora de série, a menos que se entenda Guerrero, Lucas Limas, Robinho, Fred, Diego, Guerra, Cueva como foras de série.

O desempenho dos times  brasileiros na Libertadores, em que a classificação de quase todos para próxima fase virá mais pela mediocridade dos adversários do que pela qualidade demonstrada até aqui, é um sinalizador de a quantas anda (ou não anda) o futebol brasileiro. O “poderoso”  Palmeiras andou perdendo até para times marca bufa da Bolívia e o Grêmio para times igualmente marca bufa do Chile.

Na Sul-Americana, o Fluminense suou sangue para passar pelo Liverpool, não o inglês, mas o genérico uruguaio, o Cruzeiro caiu diante de um timeco paraguaio e pior ainda fez o outrora glorioso São Paulo, eliminado em pleno Morumbi pelo Defensa y Justicia (quem?), time molambento que estava fazendo sua primeira partida internacional fora da Argentina.

O fato é que nossos times só conseguem contar com veteranos que já não têm mercado na Europa ou na China, uruguaios, argentinos, paraguaios, chilenos, peruanos e venezuelanos por quem europeus e chineses não se interessam e promessas que não passam disso, promessas.

Esse bolodório todo significa que o Campeonato Brasileiro será um retumbante fiasco?

Não necessariamente.

O tal equilíbrio entre os times, lampejos de craque de alguns jogadores acima citados e a paixão do torcedor pelo seu time (seja ele formado por gênios da bola ou notórios pernas de pau) pode garantir um campeonato que ainda que não seja um primor de técnica, nem por isso será menos emocionantes, numa luta ferrenha pelo título na parte de cima e contra o rebaixamento na parte de baixo da tabela.
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É GOL – Real Madri e Juventus farão a final da Champions League.  Justo, justíssimo. Um ataque avassalador contra uma defesa quase intransponível. Cristiano Ronaldo x Buffon. Imperdível.
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É PÊNALTI – O juiz vibrou mesmo com o gol do Flamengo na decisão do Carioca? Tempos estranhos, tempos estranhos no mundo da bola. Só da bola?

Daniel Thame é jornalista e editor do Blog do Thame.

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helenilsonHelenilson Chaves 

 

Desde que a vassoura-de-bruxa chegou ao sul da Bahia, de forma intencional ou por absoluta negligência dos órgãos de vigilância fitossanitária, a outrora pujante civilização cacaueira vem definhando, mergulhada numa crise que parece não ter fim.

 

 

Treblinka, o terrível campo de concentração na gelada  Polônia em que milhares e milhares de judeus foram brutalmente assassinados pelo terror nazista durante a 2ª. Guerra Mundial, é um dos símbolos trágicos da história recente da humanidade.

Guardadas as devidas proporções e com o necessário respeito à memória dos que pereceram e de seus familiares que sobreviveram com as marcas da dor irreparável, temos no sul da Bahia uma espécie de Treblinka ao céu azul, em que milhares de pessoas foram condenadas, senão à morte brutal, a um definhamento lento e progressivo, que se arrasta há quase três décadas.

Não é propriamente um campo de concentração, longe disso, mas criou-se uma espécie de gueto formado por mais de 100 cidades e com uma população superior a um milhão de pessoas, vítimas de uma  insensibilidade que supera todos os limites do tolerável.

Desde que a vassoura-de-bruxa chegou ao sul da Bahia, de forma intencional ou por absoluta negligência dos órgãos de vigilância fitossanitária, a outrora pujante civilização cacaueira vem definhando, mergulhada numa crise que parece não ter fim.

Uma região que gerava 1 bilhão e 600 milhões de dólares, viu esse valor minguar para 240 milhões de dólares em duas décadas e a produção de cacau, seu principal produto, cair em 80%. O impacto dessa catástrofe atingiu a todos, ricos e pobres, gerou desemprego em massa, fechamento de empresas e uma crise social que pode ser sentida nas pequenas, médias e grandes cidades.

Quando precisou agir, o governo agiu mal e errado. Um plano de recuperação da lavoura completamente equivocado, que fez a produção cair em vez de aumentar, e elevou as dívidas dos produtores à estratosfera. O remédio que era para salvar levou a região à UTI, onde ela definha até hoje, porque em outro gesto de insensibilidade, o governo passou a cobrar por dívidas impagáveis, através dos bancos oficiais, pelas quais os produtores não eram responsáveis.

A falta de lideranças políticas com poder de reivindicação e capacidade de mobilização só fez agravar esse quadro. Governo após governo, a região continuou relegada ao abandono, apesar de em épocas passadas ter contribuído de forma substancial com a economia baiana e brasileiro.

Planos efetivos de renegociação das dívidas dos produtores em condições reais de quitação dos débitos (mesmo quando o caso é de perdão das dívidas) e da liberação de recursos para a retomada da produção de cacau, que a despeito da necessidade de diversificação continua e continuará sendo nosso principal produto, nunca saíram do campo da promessa.

Não é possível esperar mais. É preciso que as autoridades adotem medidas efetivas para a recuperação da lavoura cacaueira e a consequente retomada do desenvolvimento regional.

Caso isso não ocorra – e ocorra já – nossa região estará condenada ao extermínio econômico, com todas as consequências nefastas que isso representa para toda a sua gente.

Helenílson Chaves é diretor do Grupo Chaves.

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Manuela BerbertManuela Berbert | manuelaberbert@yahoo.com.br

A fala dos governantes é uma só: “Não há mais dinheiro para investir!” Como não, companheiros?! Todos os dias, são atiçados aos nossos olhos números exorbitantes de uma roubalheira descarada e sem fim. O pobre, que está adoecendo nas filas de espera por tratamentos e remédios, sequer sabe balbuciar tais valores.

Primeiramente, este é um texto apartidário! Diante do mar de lama em que a maioria dos partidos está imerso, fica um tanto complicado defender lados, e sim causas. E, claro, analisar as consequências de muitas delas no nosso dia a dia! É triste? É! É desestimulante? É! Mas é a nossa realidade, e é preciso encará-la de frente!

Começo falando de roubos e de propina, inversamente proporcional à miserabilidade que grande parte da população brasileira é exposta. Um país onde a gente acompanha os índices de descaso na saúde pública por causa do subfinanciamento do SUS, mas ao mesmo tempo vê, na mídia, o MEGA financiamento de campanhas eleitorais não pode dar muito certo, não é mesmo? A defasada tabela do SUS aponta para a ruína de um sistema que já está deficitário há muito tempo, pagando um valor cada vez menor pelos serviços prestados à população, forçando inúmeras instituições a fecharem as portas.

A fala dos governantes é uma só: “Não há mais dinheiro para investir!” Como não, companheiros?! Todos os dias, são atiçados aos nossos olhos números exorbitantes de uma roubalheira descarada e sem fim. O pobre, que está adoecendo nas filas de espera por tratamentos e remédios, sequer sabe balbuciar tais valores. Basta um pouquinho de bom senso para entender que a riqueza do nosso país é usurpada de quem tem direitos (e dos direitos) e concentrada no bolso de uma minoria mesquinha e inconsequente.

A consequência de um país sem condições básicas é uma classe imensa revoltada e sem perspectiva, convivendo com um índice de violência exorbitante, se matando por causa de drogas, de objetos nitidamente simples, de uma quantia inexpressiva de dinheiro. Uma verdadeira barbárie coletiva, que a gente troca de canal e deixa de olhar os sites e blogs “sensacionalistas” simplesmente para não ver e não acompanhar, como se fosse possível. Não tem sido, e se assim continuar, será cada vez pior!

Manuela Berbert é publicitária e colunista do Diário Bahia.