As negociações em torno do possível ingresso da presidente do PT de Itabuna, Miralva Moitinho, no governo Vane, foram assunto de comentário feito pelo leitor Zelão aqui no Pimenta. Para o assíduo comentarista, o convite do prefeito Claudevane Leite à mandatária local de seu antigo partido ocorreu tardiamente.
Explica Zelão: foi tardio “porque está a expirar o mandato dela à frente do diretório municipal do PT, para o qual não deverá ser reconduzida, por já não mais atender aos caprichos do ‘glorioso’ deputado Geraldo Simões”.
O comentarista dá a entender que, sem o comando da legenda, a ida de Miralva para o governo perde completamente o sentido. “Nem mesmo os três vereadores eleitos pela coligação (dois do PT e um do PTdoB) devem seguir Miralva”, frisa.
Acerca do apoio do deputado federal Josias Gomes, que adviria da adesão miralvista, o intrépido Zelão argumenta que seria trocar “seis por meia dúzia”, numa comparação com Geraldo Simões (um detalhe que contrapõe este argumento em particular é que Geraldo não apoia a gestão municipal).





















